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Haddad se compromete com revogação de emenda que congela investimentos públicos



A 5 dias das eleições, presidenciável é único a responder carta enviada pela Condsef/Fenadsef aos candidatos. Entidade representa maioria dos servidores federais no Brasil. Haddad também fala em conter a privatização e precarização no serviço público

A Condsef/Fenadsef, que representa a maioria dos servidores federais do Executivo em todo Brasil, enviou em agosto uma carta de intenções para o setor público a todos os candidatos a Presidência da República. Dos treze, três não foram encontrados nos endereços registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira aqui o conteúdo e protocolo da entrega e recebimento da carta aos candidatos.

A cinco dias da votação para primeiro turno, a Confederação recebeu resposta do candidato Fernando Haddad, da chapa anteriormente registrada no nome de Lula. Até agora, Haddad foi o único candidato a responder. Na carta, que você confere aqui, ele se compromete com a revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, conhecida como emenda do teto dos gastos, que na prática congela investimentos públicos por 20 anos. Entidades que representam o conjunto dos servidores públicos reunidas no Fonasefe estão em grande campanha pela revogação da EC 95/16.

Além disso, Haddad ainda destaca compromisso com a revogação da reforma trabalhista e com a promoção de uma reforma tributária. O candidato reafirmou ainda o compromisso com a profissionalização e valorização do serviço público com adoção de política de recursos humanos voltada para o setor. Foram destacados compromissos com critérios que considerem etapas de seleção, capacitação, alocação, remuneração, progressão e aposentadoria. O candidato conclui a carta destacando a importância de “conter a privatização e precarização no serviço público, expressar pela terceirização irrestrita”.

Na carta aos presidenciáveis, a Condsef/Fenadsef buscou dos candidatos pontos de seus programas que dialoguem com o setor público, para que os servidores possam ter condições de definir e avaliar os projetos que não só respondam as principais expectativas da categoria, mas também aponte solução para as necessidades mais urgentes do setor público. Aos presidenciáveis foram apresentados ainda eixos norteadores de propostas e reivindicações prioritárias da maioria dos servidores federais. A Confederação segue aguardando retorno dos demais candidatos.

Fonte: Condsef

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Entidades vão ao MPT contestar decreto que amplia terceirização no setor público



Coletivo jurídico do Fonasefe também vai estudar estratégias e analisar por temas os dispositivos que alteram estrutura do Estado e situação funcional de servidores

Em um esforço conjunto, dirigentes e advogados que formam um coletivo jurídico do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais (Fonasefe) discutiram nesta quinta, 27, os inúmeros dispositivos publicados pelo governo Temer em um curto período de tempo que alteram de forma arbitrária a estrutura do Estado e situação funcional de servidores. A preocupação é unânime com o potencial danoso das mudanças administrativas profundas que estão sendo adotadas por meio de instrumentos questionáveis. As entidades devem ir ao Ministério Público do Trabalho (MPT) buscar entendimento sobre esses movimentos coordenados que apontam para inúmeras ilegalidades.

Mereceu especial atenção o Decreto 9507/18 publicado essa semana regulamentando a contratação de terceirizados no setor público. As assessorias jurídicas apontam para a fragilidade do decreto que traz conceitos imprecisos e a necessidade de regulamentações posteriores. Muitos classificaram de um ato impensado do governo Temer já que nem a discussão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema aprofunda o debate da terceirização no setor público. Sequer é possível constatar se ampliar a terceirização trará redução de custeio e melhoria na qualidade do serviço prestado à população. Efeitos que são questionados por experiências de terceirização já vividas no próprio setor público.

Além disso, o Fonasefe deve ampliar a discussão para outras entidades, incluindo representantes de empresas públicas como Caixa, Banco do Brasil, Correios, e outros, que podem ser as mais afetadas pelo decreto. O coletivo jurídico definiu que novas reuniões para tratar todos os dispositivos publicados até aqui serão feitas. A ideia é subdividir as discussões em temas para garantir uma análise de estratégias comuns sobre mudanças complexas.

O fato de tais alterações serem promovidas por um governo considerado ilegítimo e que está em sua reta final também foi destacado. Movimentos coordenados que flexibilizam tanto a estrutura de Estado trazem insegurança, principalmente em período eleitoral onde está em curso a decisão da população a respeito de que projeto escolherá para o Brasil. Dessa forma as entidades devem também promover uma série de ações que busquem organizar os servidores em torno da defesa do setor público.

Concursos públicos ameaçados
A possibilidade de quebrar uma das formas de contratação que garante isonomia de condições e é um dos princípios caros à sociedade pode ser uma fonte inesgotável de problemas. O coletivo jurídico do Fonasefe alerta para a possibilidade de que os efeitos dessa mudança não parem na esfera federal.

A Condsef/Fenadsef que participou da reunião com sua assessoria jurídica alerta suas filiadas a continuar acompanhando e mobilizando os servidores federais em todo o Brasil. A defesa dos direitos da categoria e dos serviços públicos é nossa principal bandeira e não vamos esmorecer.

Fonte: Condsef

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giro pelo interior entra na reta final a partir desta terca dia 25 de setembro



Objetivo das viagens é levar informes aos filiados de toda a base do sindicato, bem como promover o diálogo referente às questões de interesse dos sindicalizados, como a aquisição dos seis apartamentos de lazer no Nobille Inn Termas Place de Caldas Novas (GO)

Com o pé na estrada desde o dia 28 de agosto, a direção do Sintsep-GO dá início a partir desta terça-feira, 25 de setembro, à quarta e à quinta rota do tradicional “giro pelo interior”, ocasião na qual são prestados informes jurídicos e sindicais à categoria, em reuniões presenciais com toda a base do sindicato.

“Desta vez, além das negociações com o governo e as questões pertinentes à vida funcional do servidor, estamos explicando em detalhes a aquisição dos seis apartamentos de lazer no Nobille Inn Termas Place, de Caldas Novas (GO), para que nossos filiados tenham agora essa opção de lazer, a custo bastante acessível”, explica o presidente Ademar Rodrigues.

“Inclusive, os apartamentos para este feriado estendido do dia 12 de outubro já estão todos locados”, informa, com satisfação, o presidente. “O pessoal está gostando muito do clube, das suítes, dessa nova opção de lazer”, complementa.

Além dessa questão, Ademar pontua que a possibilidade de convênio com o Ipasgo teve avanços, na última semana. “Nosso companheiro Gilberto esteve no Ipasgo, semana passada, e averiguou que a proposta de convênio com a PRF teve uma movimentação importante, com parecer supostamente positivo do departamento jurídico deles. Caso isso se confirme, assim que o da Polícia Rodoviária Federal estiver em vigor, vamos solicitar também o convênio para os demais órgãos da nossa base, nos mesmos termos”, explica o presidente do Sintsep-GO.

Rotas
A quarta rota, que começa amanhã (25), engloba os municípios de Pires do Rio (10h), Catalão (25/09, às 14h), Caldas Novas (26/09, às 8h), Morrinhos (26/09 às 15h30), Piracanjuba (27/09, às 8h30), Pontalina (27/09, às 13h), Goiatuba (28/09, às 8h) e Itumbiara (28/09, às 13h).

A quinta rota terá início em 1º de outubro, e inclui as cidades de Inhumas (1/10, às 9h30), Cidade de Goiás (1/10, às 13h30), Itapirapuã (2/10, às 8h30), Jussara (2/10, às 13h30), São Luís de Montes Belos (3/10, às 8h30), Iporá (3/10, às 13h30), Caiapônia (4/10, às 8h30) e Piranhas (4/10, às 14h).

Até o momento, já foram realizadas três rotas, que abrangeram 22 municípios do Estado. Confira aqui a matéria sobre a primeira etapa do Giro pelo Interior.

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servidor transferido tem direito a ingressar em universidade publica

 

A medida vale apenas para casos de transferência compulsória

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (19) que servidores públicos transferidos compulsoriamente de sua cidade de origem para outras cidades têm direito à matrícula em universidades públicas.

A decisão só vale para servidores civis ou militares, além de seus dependentes, que forem removidos de sua cidade de origem por determinação do órgão em que trabalha. A efetivação da matrícula ocorrerá caso não existam instituições de ensino congêneres, ou seja, a transferência de uma faculdade particular para particular ou de universidade pública para pública.

A questão foi decidida na ação de um cabo da Marinha que foi removido do Rio de Janeiro para Rio Grande (RS). Na capital fluminense, ele estudava Direito em uma faculdade particular, onde ingressou em 2005. Ao chegar na cidade gaúcha, o militar pediu para ser matriculado na Universidade Federal do Rio Grande, pois seria a única forma de continuar seus estudos. Segundo ele, o curso existia somente na cidade vizinha, em Pelotas, a 70 quilômetros de distância.

Por 8 votos a 1, o julgamento foi concluído com o voto do relator, ministro Edson Fachin. O ministro entendeu que o direito à matrícula de servidores transferidos e seus dependentes já está garantido nos casos de transferência de faculdade pública para faculdade pública.

“Exigir que a transferência se dê somente entre instituições de ensino congêneres praticamente inviabilizaria o direito à educação não apenas dos servidores, mas também de seus dependentes”, disse o relator.

Seguiram Fachin, o ministro Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli. Marco Aurélio divergiu e entendeu que o recurso não poderia ser julgado.

Desde 2009, o STF e o Judiciário já aceitavam a matrícula de servidores transferidos, mas autorizava somente em casos congêneres, ou seja, a transferência de universidade pública para pública ou privada para privada.

Fonte: Agência Brasil

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processo de convenio entre ipasgo e federais avanca



Direção do Sintsep-GO esteve na sede do Instituto, em Goiânia, para averiguar andamento do processo que permitirá convênio com a Polícia Rodoviária Federal e, nos mesmos modelos, com os demais órgãos federais interessados

Parado há vários meses por conta de questões internas de gestão do próprio Ipasgo, o processo que permitirá o convênio entre a Polícia Rodoviária Federal e o instituto de saúde dos servidores estaduais saiu com previsão de aval positivo da assessoria jurídica do Ipasgo.

A informação é do secretário-geral do Sintsep-GO, Gilberto Jorge Cordeiro, que esteve nesta quinta-feira, 20, pela manhã, na sede do Ipasgo. “A proposta é de que todos os demais órgãos do serviço público federal, interessados no convênio com o Ipasgo, sigam o formato do convênio proposto pela PRF. Se a Assessoria Jurídica do Ipasgo aprovar os termos do convênio, isso é um grande avanço, pois era justamente aí que estavam nossas maiores dúvidas de como fazer”, explica Gilberto.

De acordo com o Gilberto, ainda não é possível precisar um tempo para que o convênio com a PRF seja celebrado e possibilite que se faça o mesmo para outros órgãos. “O fato é que nós, do Sintsep-GO, estamos em cima. Assim como fizemos convênio com o América Saúde, pensando no servidor, queremos disponibilizar também o Ipasgo, que é um excelente plano, com boa cobertura em Goiás, e que poderá atender muito bem o nosso pessoal, tanto da capital, quanto do interior”, acredita.

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sintsep go convoca para plenaria sindical de base no proximo dia 19 de outubro



A atividade ocorrerá das 8h30 às 12h30, no auditório Costa Lima na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. Sua participação, delegado, é fundamental! Confira:

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Plenária Sindical de Base
Assembleia Geral Extraordinária

O Presidente do SINTSEP-GO, com base no § 2o. do art. 15 do Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Goiás – SINTSEP/GO aprovado em Plenária de seu 1º Congresso realizado nos dias 22 e 23.04.89, com modificações estatutárias efetuadas na Assembleia-Geral de 16.12.93 e nas Plenárias dos III e IV Congressos realizados em 27, 28.10.95 e 18, 19 e 20.11.97, CONVOCA todos os Delegados de sua Base, titulares e suplentes para participarem no dia 19 de Outubro de 2018 (sexta-feira), das 8h30 às 12h30, com credenciamento até às 10h, da Plenária Sindical de Base. A referida plenária ocorrerá no auditório Costa Lima na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás – Palácio Alfredo Nasser, situado à alameda dos Buritis, nº 231 – Setor Oeste, Goiânia-GO, atendendo aos dispositivos Estatutários vigentes; com a seguinte pauta:

-Abertura: 8h30 às 9h;
-Apresentação de proposta de consignação: 9 às 9h20;
-Informes Jurídico e Gerais: 9h20 às 10h20;
-Análise de Conjuntura: 10h20 às 11h20;
-Debate: 11h20 às 12h;
-Encaminhamentos e Encerramento: 12h às 12h30.

Goiânia-GO, 3 de setembro de 2018.
Ademar Rodrigues de Souza
Presidente do SINTSEP/GO

 

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mpog detalha horas extras e sobreaviso

 

Ministério do Planejamento publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Instrução Normativa nº 2 com a regulamentação da jornada de trabalho e do sistema de sobreaviso dos servidores federais

O Ministério do Planejamento publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Instrução Normativa nº 2 – entra imediatamente em vigor -, com a regulamentação da jornada de trabalho e do sistema de sobreaviso dos servidores federais. É obrigatório o controle eletrônico de frequência, pessoal e intransferível, na administração direta, autárquica e fundacional. Em relação ao sobreaviso, quando o funcionário fica à disposição fora do local de trabalho, a IN deixou claro que “em nenhuma hipótese essas horas serão convertidas em pecúnia” e que somente as horas trabalhadas serão compensadas. Caso o servidor queira participar de atividades sindicais, é possível a liberação, desde que o período não trabalhado seja compensado.

O documento estabelece, ainda, que a contagem da jornada de trabalho começa a partir do início do horário de funcionamento do órgão ou entidade. Ou seja, mesmo que o trabalhador chegue antes à repartição, não terá como usar esse período como serviço extra. “Será admitida tolerância de até 15 minutos para o início da jornada no controle eletrônico de frequência”, define a Instrução Normativa. As horas armazenadas não poderão exceder duas horas diárias,40 no mês e 100 horas, em 12 meses. O banco de horas depende a autorização prévia da chefia imediata. È permitido usufruir, no máximo, 24 horas por semana e 40 por mês. Esse benefício não será permitido ao servidor que recebe o Adicional por Plantão Hospitalar.

Outro aviso importante é de que os que têm jornada de 8 horas, têm que tirar um intervalo. Mas se o empregado começar a trabalhar antes término do intervalo, os minutos não entrarão no cômputo e não serão usados “para compensação de jornada, inclusive quando decorrente de atrasos, ausências e saídas antecipadas”. O Ministério do Planejamento determina, também, que “a jornada de trabalho dos servidores públicos na administração pública federal direta, autárquica e fundacional será de no mínimo 6 e de no máximo 8 horas diárias, até o limite de 40 horas semanais, ressalvadas as jornadas previstas em legislação específica. As viagens a serviço serão consideradas como jornada regular”.

Os órgãos e entidades que já usam sistemas próprios de controle eletrônico de frequência deverão se integrar ao Sistema de Controle Eletrônico Diário de Frequência (Sisref) para a adoção do banco de horas. Somente serão dispensados do controle eletrônico de frequência os participantes do programa de gestão e os ocupantes de cargos de:

I – Natureza Especial;
II- Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS, iguais ou superiores ao nível 4;
III – Direção – CD, hierarquicamente iguais ou superiores a DAS 4 ou CD – 3;
IV – Professor da Carreira de Magistério Superior do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos; e
V – Pesquisador e Tecnologista do Plano de Carreira para a área de Ciência e Tecnologia.

No interesse do serviço, o dirigente máximo do órgão ou entidade poderá manter o controle eletrônico de frequência dos ocupantes de cargo de Pesquisador e Tecnologista do Plano de Carreira para a área de Ciência e Tecnologia, conforme as características das atividades de cada entidade.

Compensação de horário
Serão descontadas do servidor a remuneração do dia em que faltar ao serviço sem motivo justificado e a parcela de diária proporcional aos atrasos, ausências justificadas e saídas antecipadas, quando não compensadas até o mês seguinte. As faltas injustificadas não poderão ser compensadas. As ausências justificadas somente terão que ser justificadas dentre de um mês, desde que tenham anuência da chefia imediata. A compensação, nesse caso, é limitada a duas horas diárias. O servidor que que trabalha em regime de turnos alternados por revezamento não pode sair, ao final de seu plantão, antes da chegada do seu substituto.

A IN nº 2 do MPOG determina, também, que estão dispensadas de compensação as ausências para comparecimento do servidor, de seu dependente ou familiar a consultas médicas, odontológicas e de exames de saúde. Mas deverá ser um atestado apresentado no dia seguinte. Nesse caso, o Planejamento indica que o funcionário deverá agendar seus procedimentos, preferencialmente, “nos horários que menos influenciem o cumprimento integral de sua jornada de trabalho”. Os ocupantes de cargo em comissão, função de confiança ou função comissionada técnica poderão também ser convocados além da jornada. Ministros e aos titulares de órgãos essenciais da Presidência da República, entre outras autoridades, podem autorizar, no máximo, quatro servidores públicos nessa situação.

A IN especifica, ainda, o que o governo considera atendimento ao público. É “o serviço prestado diretamente ao cidadão que exija atividades contínuas em regime de escalas ou turnos, em período igual ou superior a 12 horas ininterruptas”, com a ressalva de que “a inclusão em regime de plantão, escala ou turno de revezamento não constitui direito do servidor, que poderá ser excluído de tal regime mediante justificativa e a critério da administração”.

Não se considera atendimento ao público as atividades regulares dos órgãos e entidades que tratem:

I – de Planejamento e de Orçamento Federal;
II – de Administração Financeira Federal;
III – de Contabilidade Federal;
IV – de Controle Interno do Poder Executivo Federal;
V – de Informações Organizacionais do Governo Federal – SIORG;
VI – de Gestão de Documentos de Arquivo – SIGA;
VII – de Pessoal Civil da Administração Federal – SIPEC;
VIII – de Administração dos Recursos de Informação e Informática – SISP; e
IX – de Serviços Gerais – SISG.

Não poderão requerer a redução de jornada os servidores integrantes das seguintes carreiras e cargos:

I – Advogado da União, Procurador da Fazenda Nacional e Assistente Jurídico da Advocacia-Geral da União;
II – Procurador Autárquico, Advogado e Assistente Jurídico dos órgãos de execução ou vinculados à Advocacia-Geral da União;
III – Delegado de Polícia Federal, Perito Criminal Federal, Escrivão de Polícia Federal, Agente de Polícia Federal, Papiloscopista, Policial Federal e Policial Rodoviário Federal; e
IV – Auditor-Fiscal da Receita Federal, Auditor-Fiscal da Previdência Social e Auditor-Fiscal do Trabalho.

Fonte: Blog do Servidor

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intoxicados mais de 2 mil servidores na esplanada lutam por direitos



Brasília foi palco de protesto dos servidores intoxicados da Ex-Sucam, do Ministério da Defesa e do conjunto dos federais para reconhecimento do direito à Saúde, dos acordos firmados e da luta pela data-base

Junto com Condsef/Fenadsef e com diversas entidades sindicais que representam os servidores públicos nos Estados, o Sinstep-GO participou nesta quinta-feira, em Brasília, de um protesto histórico, que reuniu centenas de trabalhadores sobreviventes da Ex-Sucam (atualmente lotados no Ministério da Saúde, em sua maioria e Funasa), cobrando do governo o reconhecimento de sua situação (adoecidos por conta do trabalho), o direito ao tratamento de saúde e, também, indenizações de cunho financeiro para os servidores e suas respectivas famílias que foram prejudicadas pela ação do DDT, do BHC, do Malation e demais inseticidas utilizados no combate às endemias – PEC 17/2014.

Só entre 2016 e 2017, mais de 70 servidores morreram em decorrência de doenças graves provocadas pelo uso indevido de substâncias tóxicas usadas no combate a endemias.

Servidores como o senhor Rubens Martins, aposentado, participaram do ato. Ele explica como era feito o trabalho dos “sucanzeiros”, como eram chamados. “Não tinha nenhuma orientação de como o veneno fazia mal. Pelo contrário, diziam que não era prejudicial. Os inspetores diziam que só prejudicava seres que ‘não tinha osso’. Nós usávamos o veneno diretamente, sem nenhuma proteção. Os saquinhos estouravam, a gente respirava aquilo… e a consequência é essa, dos companheiros morrendo sequelados, de câncer”, narra. (Confira o vídeo feito com ele).

O protesto saiu às 10 horas da Catedral Metropolitana de Brasília e parou em frente ao Ministério da Saúde. Lá, devido à pressão popular, uma comitiva conseguiu falar com o chefe de gabinete do Ministro da Saúde, que prometeu agendar uma reunião de trabalho logo após o período eleitoral. “Queremos do governo a garantia da aprovação da PEC 17/2014, que prevê reconhecimento da situação dos companheiros, tratamento médico adequado e indenização para os devidos casos”, afirmou Gilberto Jorge, secretário-geral do Sintsep-GO e diretor da Condsef, que integrou a comissão.

Para Ademar Rodrigues, presidente do Sintsep-GO, o evento provou para o governo que os trabalhadores, embora adoecidos, ainda “não estão mortos”. “Enquanto vida nós tivermos, vamos lutar pelos direitos desses nossos companheiros, que são exemplo para o país. Eles se sacrificaram, ajudaram a construir a história do Brasil. O governo brasileiro não pode simplesmente fechar os olhos para essa realidade, quando o mundo todo sabe as consequências da exposição aos pesticidas, anos a fio”, afirmou.

Após saírem do ministério da Saúde, os trabalhadores depositaram as cruzes, carregadas durante o protesto, em frente ao gramado do Congresso Nacional, contabilizando, simbolicamente, os mortos e adoecidos que o governo e o Legislativo têm negado o reconhecimento de seus direitos e os cuidados decorrentes disso. (Confira o vídeo feito sobre este momento).

Planejamento
No período da tarde, a categoria se manifestou em frente ao Ministério do Planejamento, onde conseguiu uma reunião com representantes do governo. As entidades, entre elas a Condsef/Fenadsef, levaram a pauta de reivindicações dos federais que incluem cumprimento de acordos firmados ainda em 2015, revogação da EC 95/16, repúdio ao adiamento de reajustes de 253 mil servidores já transformados em Lei, além de extensão desse percentual de reposição aos demais servidores.

A situação dos planos de saúde de autogestão envolvendo uma contrapartida mínima que hoje o governo paga também foi novamente levada ao Planejamento. Servidores querem a equiparação dessas contribuições. Uma nova reunião no final da próxima semana com data ainda a ser confirmada.

A Condsef/Fenadsef criticou ainda o excesso de instruções normativas, portarias e medidas provisórias que têm sido publicadas sem que qualquer diálogo seja promovido com representantes dos servidores. Hoje foi publicada Instrução Normativa sobre jornada de trabalho, impondo critérios e regras. A Condsef/Fenadsef vai submeter a IN a uma análise de sua assessoria jurídica para averiguar quaisquer situações discrepantes. Decisões administrativas são tomadas sem qualquer debate. Para a Condsef/Fenadsef é uma forma de seguir desmontando o Estado e fragilizando o setor público já bastante sucateado e prejudicado.

Basta observar que os males da EC 95/16 em menos de dois anos já tem se apresentado. Especialistas de diversos segmentos alertam que até 2022 um colapso no atendimento público pode acontecer se esse modelo, sem qualquer precedente no mundo, for levado adiante. A política neoliberal que está sendo conduzida de forma veloz por esse governo desde o afastamento ilegítimo da presidenta Dilma Rousseff é um risco para toda população brasileira. População que paga impostos, utiliza e depende de serviços públicos essenciais que são direitos constitucionais.

Sintsep-GO com informações da Condsef

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marcha dos intoxicados cobra responsabilidade do governo



Uma caravana de mais de 200 companheiros conhecidos como “intoxicados da Funasa e do Ministério da Saúde” deverá partir do Sintsep-GO no próximo dia 13 de setembro, quinta-feira, para participar, em Brasília, da Marcha dos Servidores Públicos Federais, que contará com atos na Esplanada dos Ministérios.

A partir das 9 horas, os servidores da Saúde se concentram em frente à Catedral Metropolitana, enquanto os servidores da Defesa se concentrarão em frente ao Ministério da Defesa – estes últimos, pelo cumprimento do Termo de Acordo nº 09/2015, que trata da inclusão dos servidores do PGPE na carreira da PCCTM.

Das 9h30 às 10h os trabalhadores da Saúde seguem em fila indiana até o Ministério da Saúde e, logo após, farão ato em frente ao Congresso Nacional, onde fincarão as cruzes, simbolizando os servidores já mortos por intoxicação que não foram assistidos pelo governo e que não tiveram seus direitos reconhecidos.

Às 14 horas, um novo ato será realizado em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), por ocasião da posse do Ministro Dias Toffoli como presidente do STF.

Além da luta pelo direito de reconhecimento da situação dos servidores intoxicados ex-Sucam, os atos cobrarão do governo o cumprimento dos acordos, abertura de concursos públicos, negociação coletiva no setor público, pagamento da data-base, revogação da EC-95, recursos na LOA para reajustes em 2019, aumento na contrapartida do governo para os planos de saúde, manutenção dos direitos já conquistados nas negociações dos acordos coletivos de trabalho dos empregados públicos, entre outros.

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Feriadão: primeiro apartamento do Sintsep-GO é locado no Thermas Place



O servidor João de Faria Albernaz, aposentado do Ministério da Saúde, foi o primeiro filiado ao Sintsep-GO a reservar um dos apartamentos recém-adquiridos no Nobille Inn Thermas Place, em Caldas Novas, para passar o feriado junto com a família (foto).

“Eu e minha família vamos ficar de 12 a 14 de outubro, no apartamento 714”, informou o filiado, que tem as melhores expectativas quanto ao feriado na cidade das águas termais. “Essa aquisição do sindicato foi tão boa que até surpreendeu a gente”, disse o aposentado, que reside no Setor Bela Vista, em Goiânia.

Questionado se houve dificuldade para fazer a reserva do apartamento e do preço, o sr. João foi taxativo. “O preço está bem em conta em termos de hospedagem. Nós que moramos em condomínio sabemos disso. Quanto ao procedimento para fazer a reserva, foi bastante simples”, disse.

Faça você também como o sr. João e aproveite a oportunidade! Se você não é filiado, procure o sindicato e se filie. Clique e confira as vantagens de ser filiado ao Sintsep-GO:

Apartamentos no Nobille Inn Thermas Place;

Convênio com o Golden Dolphin Grand Hotel;

Plano de Saúde América Saúde.

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