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Servidores da Cultura fecham calendário de ações em encontro nacional

Foram dois dias de debate. Categoria quer audiência com ministro da Cidadania e secretário especial da pasta. Força tarefa no Congresso, além do episódio envolvendo ofensa do diretor da Funarte a Fernanda Montenegro também estiveram na pauta

Servidores do Ibram, Iphan, Biblioteca Nacional, Funarte e Ancine participaram de um encontro nacional da Cultura convocado pela Condsef/Fenadsef. A atividade aconteceu essa semana no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. O vice-presidente do Sintsep-GO, e também diretor da Condsef, Gilberto Jorge, participou dos dois dias de atividade, nos quais a categoria promoveu debates importantes sobre os problemas ligados à Cultura, ao setor público e ao Brasil. A categoria reforçou a importância de ter uma Frente Parlamentar em defesa da Cultura atuante. “Queremos voltar a agir criando forças tarefas para dialogar com deputados e deputadas sobre nossas questões”, pontuou Michel Rocha Correia, um dos representantes do Departamento de Educação e Cultura (DEC) da Confederação. 

Servidores abordaram temas prioritários de sua pauta específica e da conjuntura nacional
Servidores abordaram temas prioritários de sua pauta específica e da conjuntura nacional

O local escolhido para o encontro traz a simbologia da resistência. O incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu Nacional no ano passado, danificando acervos importantes da nossa história, é marca também do descaso com políticas públicas que vem crescendo de modo alarmante principalmente a partir de 2016. Para frear esse processo, a organização da categoria foi apontada como essencial. é importante unir forças para barrar o avanço dessa política neoliberal de Estado mínimo em curso que não prioriza políticas públicas e encara servidores e serviços públicos com desdém. 

Diálogo com governo
Denúncias de assédio e desvio de função foram relatas no encontro. Balanços, análises e perspectivas para o próximo período estiveram em debate. A categoria quer dialogar sobre tudo isso em audiências com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, e com o atual secretário especial da Cultura, Roberto Braga. O objetivo é levar a pauta específica, dialogar, negociar e cobrar providências e soluções para os pontos considerados prioritários pelos servidores.  

Reforma administrativa é ponto de interrogação
A reforma administrativa também esteve no centro das discussões. O tema traz muitas dúvidas e tem sido um grande ponto de interrogação para os servidores. A Condsef/Fenadsef vai organizar um seminário para que servidores de toda base discutam. Uma das preocupações é que muitas mudanças propostas pelo atual governo sequer vem sendo dialogadas e sim sendo impostas. 

Com frequentes declarações do governo Bolsonaro de que pretende privatizar tudo, estando a Cultura desde Michel Temer no centro dessa intenção, servidores também trataram de abordar modelos de gestão a partir de experiências das chamadas Organizações Sociais (OSs) na Saúde do Rio de Janeiro. A auditoria da dívida pública foi outro ponto abordado de uma perspectiva macro, sendo uma questão que atinge não só a Cultura, mas todo o serviço público. 

Obscurantismo
Há uma preocupação que alcança e está presente no dia a dia dos servidores da Cultura. A onda de obscurantismo que tem assolado o País envolvendo, muitas vezes, representantes e figuras próximas ao governo. O episódio recente envolvendo ofensa do atual diretor da Funarte à atriz Fernanda Montenegro foi citado com preocupação. Os servidores da Cultura reforçaram durante o encontro a nota de apoio que foi divulgada pela Associação de Servidores da Funarte (Asserte) em defesa da atriz. 

Frente a um cenário desafiador, os servidores da Cultura prometem não desistir de lutar. Resistência é a palavra de ordem. “Nossa maior arma ainda é nossa organização. A gente precisa se unir para agir e se defender e defender nossa principal bandeira: as políticas públicas de Estado que são de interesse de toda população”, concluiu Correia.

Com informações da Condsef/Fenadsef

 
 
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Foto: Condsef / DRNoticias

Ebserh apresenta nova proposta para ACT

Mantida a cláusula referente às compensações por trabalho em dia útil, empregados devem avaliar até 3 de outubro se aceitam alterações nas regras de licença para acompanhar familiar e de abono de faltas

Após longa negociação para tentativa de consolidação do ACT 2019-2020 dos empregados públicos da Ebserh, processo que se estende desde março, a empresa apresentou nova proposta de acordo, em reunião mediada por Rogério Neiva Pinheiro, juiz auxiliar da Vice-presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), realizada na última terça-feira, 24. A sugestão é pela manutenção da Cláusula 15ª do atual ACT, referente às compensações por trabalho em dia não útil, alterando-se os direitos de acompanhamento de familiar e de abono de faltas.

De acordo com o proposto na mediação, a Cláusula 18ª ficaria alterada para que a licença para acompanhar familiar fique restrita aos casos de urgência e emergência, para os empregados que contam com jornada especial. Além disso, a Cláusula 16ª, referente ao abono de faltas, que hoje garante dois dias mensais, seria reduzida para 1 dia.

Quanto aos aspectos econômicos, o reajuste seria correspondente a 70% do INPC, acumulado no período de 1º/03/2018 a 28/02/2019 sobre os salários e vantagens de natureza salarial, excluídos da incidência os benefícios de assistência médica e odontológica, auxílio pré-escolar, auxílio alimentação e auxílio à pessoa com deficiência.

Decisão até 3 de outubro
A categoria de empregados da Ebserh deve discutir em assembleia a proposta apresentada pela empresa e deliberar sobre a matéria até 3 de outubro, tendo-se em vista o prazo de resposta dado pelo Tribunal. Caso a categoria não concorde com a empresa, a mediação do TST será encerrada e o processo seguirá para ajuizamento de dissídio coletivo de natureza econômica. Atualmente válido até 30 de outubro para aguardar deliberação da categoria, caso vá para dissídio, o ACT terá prorrogação até o julgamento, condicionada à não realização de greve dos trabalhadores.

Durante a reunião desta terça no Tribunal, o advogado da Condsef/Fenadsef, Valmir Vieira de Andrade, expressou indignação com o fato de que os empregados tenham que recorrer com frequência ao TST e que tenham sempre que abrir mão de direitos na negociação. Este é o sexto ano em que as entidades sindicais precisam buscar auxílio junto ao órgão.

Levantada a possibilidade de inclusão do adicional de insalubridade na negociação, o advogado considerou inviável por parte da categoria. O Secretário-geral da Condsef/Fenadsef, concordou. “A empresa tenta alterar a aplicação dos índices de reajustes para os empregados veteranos, que hoje recebem sobre o vencimento básico, para receberem sobre um salário mínimo. Isso nós não vamos aceitar”, comentou. “Agora vamos remeter a proposta para as bases e aguardar deliberação coletiva”, completou.

Fonte: Condsef/Fenadsef

 
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Novas adesões ao Plano América estão temporariamente suspensas

Em função da mudança de gestão do Plano América Saúde, que foi vendido a um novo grupo, as adesões referentes ao contrato com o Sintsep-GO estão temporariamente suspensas, conforme a nova direção informou ao sindicato. Vale ressaltar que, aqueles que já são associados não sofrerão nenhuma alteração.

De acordo com a nova direção do Plano, assim que o período de transição for superado, devem ser abertas conversações junto ao sindicato para novas adesões. É importante que o/a filiado/a saiba que a decisão de suspender novas adesões não foi tomada pelo Sintsep-GO, mas sim pelo plano de saúde.

Atenciosamente,
A Direção.

 
 
 
 
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CUT e centrais vão à Brasília defender aposentadoria e direitos na terça, dia 24

Em nota, Centrais convocam trabalhadores e sindicalistas para barrar projeto que restringe a concessão dos benefícios previdenciários, institui idade mínima e reduz o valor da aposentadoria

Como parte da agenda de luta contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, da reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a CUT e demais centrais – CGTB, CSB, CSP Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e UGT – estarão em Brasília na próxima terça-feira (24), data em que o Senado deve fazer a votação em primeiro turno da PEC.

Em nota, a CUT e demais centrais afirmam que irão pressionar os Senadores e dizer que são contra a concretização de mais um ataque ao Brasil e aos trabalhadores e trabalhadoras.

No documento, as Centrais dizem que se a PEC 006/19 for aprovada os brasileiros vão trabalhar mais, receber menos e ainda terão dificuldade de acesso à aposentadoria e à Previdência Pública, e contra essas injustiças, convocam trabalhadores e sindicalistas para estarem no Anexo II do Senado Federal a partir das 9h para pressionar os senadores.

“Na visão de seus defensores é a classe trabalhadora que deve pagar a conta da crise econômica e a política pela qual passa o país, enquanto a desigualdade social, a concentração de renda e o desemprego só crescem junto com o lucro dos patrões”, diz trecho da nota da CUT e demais centrais.

Confira a íntegra da nota:

Dia 24, todos à Brasília: Classe trabalhadora segue na luta em defesa das aposentadorias e da previdência pública

Centrais sindicais convocam sindicalistas e trabalhadores a manifestarem-se em Brasília contra a reforma da previdência na próxima terça, 24 de setembro, data prevista para sua votação no Senado Federal.

A Proposta de Emenda Constitucional da Reforma da Previdência (PEC 006/19), aprovada na Câmara dos Deputados, pode ser votada pelos senadores/as na próxima terça-feira, 24 de setembro, menos de 45 dias após o início da discussão no Senado Federal.

Em um debate apressado a maioria dos senadores/as indica que cumprirá o vergonhoso papel de chancelar esse ataque a previdência pública.

A proposta original apresentada pelo governo continha tamanha crueldade contra a classe trabalhadora que foi sendo desidratada ao longo da sua tramitação na Câmara dos Deputados e deve sofrer novas supressões agora na discussão do Senado, já que alterações na proposta implicariam seu retorno na Câmara e ampliariam a discussão no parlamento e na sociedade sobre o tema, contrariando o desejo do governo e dos patrões.

Mesmo com as mudanças no projeto original, a essência política e econômica da reforma está mantida. Seu objetivo é fazer com que os trabalhadores contribuam com a previdência por mais tempo, trabalhem por mais anos e recebam benefícios menores, além de excluir parcela dos trabalhadores da cobertura previdenciária e do direito à aposentadoria.

Ou seja, na visão de seus defensores é a classe trabalhadora que deve pagar a conta da crise econômica e política pela qual passa o país, enquanto a desigualdade social, a concentração de renda e o desemprego crescem junto com o lucro dos patrões.

Não satisfeitos com o papel irrelevante que assumiram no tema, parte dos senadores/as articula a chamada PEC paralela (PEC 133/2019) de iniciativa do senado que permite a extensão das alterações no regime geral e dos servidores públicos federais para estados e municípios.

Essa iniciativa, se prosperar, irá ampliar o alcance dos ataques aos trabalhadores para os estados e milhares de municípios que possuem regimes próprios de previdência.

Por isso as centrais sindicais reafirmam sua convocatória para que sindicalistas e trabalhadores mobilizem-se em Brasília contra a reforma da previdência na próxima terça-feira, dia 24 de setembro.

Nossa concentração será, a partir das 9h, em frente ao Anexo II do Senado Federal aonde nos manifestaremos e buscaremos acesso às galerias do plenário para dialogarmos com senadores e nos opormos à concretização de mais um ataque ao Brasil e aos trabalhadores.

São Paulo, 16 de setembro de 2019.

Fonte: CUT

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Foto: Tânia Rego/Agência BrasilNoticias

Servidores se reúnem para planejar enfrentamento ao governo

A expectativa é de que diversos órgão vinculados à pasta da Cultura participem da reunião. Além do Ibram, são esperados Iphan, Casa de Rui Barbosa, Fundação Palmares e outros setores, como a Ancine, que vem sofrendo censura nos últimos tempos

Em defesa de políticas públicas culturais democráticas e efetivas, o Encontro Nacional Setorial dos Servidores da Cultura deve debater a atual conjuntura. O evento terá início nesta terça-feira, 24/9, no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. A programação, que se estende até quarta-feira, 25, inclui momento de informes e debates sobre a reforma da Previdência, a reforma Administrativa e sobre modelos de gestão.

Michel Correia, servidor do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e membro do Departamento de Educação e Cultura da Condsef/Fenadsef, comenta que o objetivo geral do Encontro é discutir como a cultura pode se organizar para combater o desmonte da conjuntura Bolsonaro e traçar estratégias para envolver outras categorias nesta luta que é de interesse de toda a sociedade, afinal, cultura é um direito humano fundamental

“Mais do que nunca a gente precisa se organizar para resistir. [Nós, servidores] Vamos pensar conjuntamente como atuar dentro da estrutura do atual Ministério da Cidadania, que é enorme e tem diversas demandas. Para além de termos de volta nosso ministério ou não, defendemos acima de tudo as nossas políticas, que vão contra as propostas de privatização, e exigimos que a cultura tenha protagonismo”, afirma Michel.

Privatização dos museus
Nove dias após o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, perda irreparável para a história do passado do Brasil que ainda está em constante revisão e construção, o então presidente Michel Temer editou uma Medida Provisória que extinguia o Ibram e criava a Agência Brasileira de Museus (Abram), que atuaria como um serviço social autônomo, a exemplo do Sistema S, para arrecadar recursos a partir da instrumentalização dos museus públicos. A chamada MP 850 foi rejeitada e arquivada pelo Congresso Nacional em fevereiro deste ano, entretanto, servidores da Cultura estão longe de estarem tranquilos e reafirmam que a ameça à soberania dos museus segue em ebulição.

“A MP caiu, mas o projeto de privatização, não. Ainda existe a perspectiva de terceirização, que é uma lógica de gestão contrária ao que defendemos. Este projeto do governo está cada vez mais vivo. Não sabemos como o próximo virá, com outra MP, via PL ou através da reforma administrativa, mas sabemos que ele vem”, analisa Michel Correia. “Temos um cenário preocupante, em que criam a doença para oferecerem um remédio amargo. Esse governo quer destruir tudo”, avalia. Apesar da gravidade da situação, a perspectiva é de que o Encontro seja um catalizador de ações para reversão do quadro.

Censura e Frente
A expectativa é de que diversos órgão vinculados à pasta da Cultura participem da reunião. Além do Ibram, são esperados Iphan, Casa de Rui Barbosa, Fundação Palmares, Fundação Bilbioteca Nacional, Fundação Nacional de Artes e a Ancine, que vem sofrendo censura nos últimos tempos, incluindo cancelamento de editais. Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro condenou filmes de temática LGBTI e reforçou que não haverá nenhum financiamento para essas produções. Nesta segunda-feira, 23, matéria do jornal El País aponta que o discurso contra financiamento público de obras com temática de gênero alimentam o receio de intervenção em meio à classe artística. No início do mês, peças de teatro em exibição na Caixa Cultural foram canceladas.

Os debates do Encontro de Servidores da Cultura, que serão feitos nos próximos dias, devem incluir a intensificação dos trabalhos feitos com a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura, que de acordo com Michel Correia, é um ponto fundamental de apoio cujo diálogo precisa ser retomado. Da diretoria da Condsef/Fenadsef, também participam do encontro a Secretária de Administração, Jussara Griffo, e o 1º Adjunto Gilberto Cordeiro.

Fonte: Condsef/Fenadsef

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Jurídico do Sintsep-GO está recebendo ações da Gacen, Pasep e Capesaúde

A Diretoria Jurídica do Sintsep-GO está recebendo filiados que queiram entrar com ações relacionadas à Gacen (para retirada da base de cálculo do Plano da Seguridade Social do Servidor Público Federal – PSS e diferenças retroativas); ação revisional do Pasep e ação coletiva do Capesaúde (referente ao pagamento da cota).

De acordo com o secretário de assuntos jurídicos, Marcos Aurélio, a ação da Gacen, pelas circunstâncias é direcionada aos servidores da Funasa. “A do Pasep é de caráter individual, portanto, o servidor interessado deve estar inscrito no Pasep antes de outubro de 1988, e pleitear a correção dos saques nos últimos 10 anos. Ele deve trazer ao sindicato a procuração, a declaratória de hipossuficiência, o termo de renúncia e contrato de honorários advocatícios; contracheque; cópias do comprovante de endereço, RG, CPF e do extrato da conta do PASEP de todo o período; microfilmagens (para os depósitos muitos antigos) e diário oficial com a data da aposentadoria, caso seja aposentado”, explica.

A ação do Capesaude, relacionada à devolução dos valores pagos na cota (parcelamento referente à política de saneamento do plano) é coletiva. “Estão ainda em estudos mais duas ações: uma contra a Capesesp (reserva de poupança) e outra de conversão do tempo especial em comum (apenas para o período celetista até 1990)”, detalha.

Clique aqui e confira o andamento dos processos até o final de agosto!

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Sintsep-GO solicita novo laudo para servidores que perderam insalubridade

O Sintsep-GO enviou ofício ao Coordenador-Geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde, Ademir Lapa, no último dia 6/9, solicitando a revisão dos laudos de insalubridade de 16 servidores do Ministério da Saúde (MS/GO), que recebiam o adicional, mas que tiveram seu pagamento cortado, em função da mudança do módulo de concessão dos adicionais de insalubridade pelo Ministério da Saúde.

Após fazer mudanças na forma de concessão do adicional, o governo determinou, no início deste ano, a suspensão do pagamento para todos os servidores, que tiveram que refazer os laudos de insalubridade. “Neste processo, muitos laudos foram feitos por amostragem, o que certamente prejudicou vários trabalhadores. A maioria deles conseguiu comprovar a insalubridade, mas temos o caso desses companheiros [citados abaixo] para os quais nós solicitamos um novo laudo”, explica o tesoureiro do Sintsep-GO, Vicente Gonçalves Ribeiro.

O texto foi reforçado em ofício da Condsef/Fenadsef, no qual a Confederação cobra do Ministério da Saúde um posicionamento quanto ao requerimento do sindicato. Solicitam a revisão do laudo os servidores: Ademar Paula da Cruz, Amilton Claudio da Silva, Ana Maria Moreira Pires, Danilo Rodrigues Pereira, Divino Jose da Silva, Divino Lopes de Menezes, Edgard Querino Brito de Freitas, Gildo Ferreira de Souza, Helio Elias Duarte, Hernane Cruvinel Hungria, Jeronimo Euzébio Martins Neto, Jose Antônio Lopes, Laércio Inácio da Costa, Milton de Jesus Ferreira, Sebastião Macedo e Silva e Washington Luís de Medeiros.

A ação do Sintsep-GO é uma deliberação da última plenária sindical da entidade, realizada no dia 23 de agosto, que determinou a realização de uma reunião com os companheiros que se sentiram prejudicados com o resultado do novo laudo realizado. A reunião ocorreu na sede do sindicato, no dia 30 de agosto.

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Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoNoticias

Previdência: votação da reforma pode ocorrer nesta semana

Discussões sobre a matéria no Plenário já se iniciam nesta terça, 10/9. A ideia é que a PEC principal não seja mais alterada. A PEC paralela ainda precisará passar pela Câmara dos Deputados

O Plenário do Senado começa nesta terça-feira, 10, a analisar a reforma da Previdência Social. As duas propostas de emendas à Constituição (PECs) que tratam do tema terão a primeira sessão de discussão e a principal delas (PEC 6/2019) pode ser votada ainda durante a semana.

A proposta traz novas regras para o acesso à aposentadoria e pensões, para o cálculo do benefício e para as alíquotas de contribuição. Também contém regras de transição para trabalhadores em atividade.

Uma série de mudanças propostas pelos senadores foram compiladas em um segundo texto (PEC 133/2019), a chamada “PEC paralela”. Entre os seus dispositivos estão a inclusão de estados e municípios, a previsão de novas receitas para a Previdência e, ainda, uma revisão das intervenções da PEC original sobre benefícios assistenciais.

Ambas as PECs estão prontas para serem votadas em primeiro turno. Antes da sessão deliberativa, o Plenário terá uma sessão especial para discutir a reforma, com a presença de economistas, acadêmicos e do secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, busca um acordo para votar a PEC 6/2019 já na quarta-feira (11), dispensando os prazos regimentais. Se não for possível, ela será discutida por cinco sessões e só depois disso irá a voto. A PEC paralela caminhará junto com o texto principal até a votação de primeiro turno. Depois, retornará à CCJ para receber emendas.

A ideia é que a PEC principal não seja mais alterada. Caso ela seja aprovada pelo Senado, já poderá ser transformada em emenda constitucional. A PEC paralela ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados.

Outros itens
A pauta do Plenário tem ainda uma terceira PEC para discussão. A PEC 19/2014 inclui a acessibilidade e a mobilidade entre os direitos fundamentais garantidos pela Constituição. Ela está na quarta etapa de debates, que é a penúltima antes da votação em primeiro turno.

Também constam da pauta dois projetos de lei: o PLC 113/2015, que autoriza o uso de garantia solidária por microempresas que precisam tomar empréstimos financeiros, e o PLC 198/2015, que permite a baixa gratuita e automática do registro de pequenas empresas que estejam sem atividade há mais de três anos.

Os senadores também podem aprovar um requerimento de urgência para o projeto de lei que amplia medidas com a intenção de desestimular o contato de crianças e adolescentes com o tabagismo. O PLS 769/2015, do senador José Serra, já tem pareceres favoráveis de duas comissões e, se tiver a urgência aprovada, ganha prioridade para ser votado em Plenário.

O projeto proíbe a exposição de cigarros nos pontos de venda, a comercialização em máquinas automáticas e a importação de produtos com substâncias sintéticas ou naturais destinadas a conferir sabor ou aroma.

Além dessas proposições, o Plenário pode votar uma homenagem ao jornalista João Cláudio Netto Estrela, produtor da TV Globo responsável pela cobertura dos trabalhos do Senado e que faleceu em junho, vítima de pneumonia. O projeto de resolução (PRS) 75/2019 dá o nome de Estrella ao espaço de trabalho dos repórteres que atuam no Senado.

Agência Senado

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No Grito dos Excluídos, Sintsep-GO luta por justiça, direitos e liberdade

Neste sábado, 7 de setembro, o Sintsep-GO participou da 25ª edição do Grito dos Excluídos que, realizado junto com os estudantes, se transformou também em um “Tsunami da Educação”. Iniciativa da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o ato na Capital teve concentração em frente à Catedral Metropolitana, no Centro. Além de Goiânia, mais 162 cidades do país aderiram ao movimento que teve por lema “Este sistema não vale! Lutamos por Justiça, Direitos e Liberdade”. Em nível macro, o protesto é contra a insustentabilidade do modelo econômico capitalista, o desemprego, a desigualdade, o desmonte de políticas públicas, além da luta contra a reforma da Previdência, reforçada pela CUT e centrais sindicais, que se somarão às manifestações.

“Ao nosso lado tivemos os estudantes, representados em nível nacional pela UNE, que também protestaram contra os cortes na educação promovidos tanto pelo governo Bolsonaro quanto por Ronaldo Caiado, aqui em Goiás. As universidades públicas já avisaram à sociedade que não possuem recursos para terminar o ano letivo. A maioria das bolsas para pesquisa foram cortadas e, com elas, a produção científica. Na nossa visão, isso é um crime contra o presente e o futuro do Brasil”, afirmou o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

Trabalhadores e trabalhadoras foram para as ruas defender direitos, protestar contra a reforma da Previdência e a destruição da Amazônia, além de denunciar o governo de Jair Bolsonaro (PSL) que, em oito meses de mandato, nada fez para aquecer a economia e gerar emprego e renda. Ao contrário, tudo que anunciou é prejudicial ao Brasil e aos brasileiros, como a venda de 17 estatais, o ataque aos programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida e o fim das aposentadorias para milhões de pessoas, com a Reforma da Previdência.

Carta de princípios
Em carta aberta dirigida à sociedade, a CNBB ressaltou que “os direitos e os avanços democráticos conquistados nas últimas décadas, fruto de mobilizações e lutas, estão ameaçados. O ajuste fiscal, a reforma trabalhista aprovada e, agora, o projeto de Reforma da Previdência, estão retirando direitos dos trabalhadores para favorecer aos interesses do mercado”, destacou o documento.

A CNBB ressaltou que o próprio sistema democrático está em crise, distante da realidade vivida pela população. “O Grito precisa colaborar para gerar processos de conscientização e de mobilização social e de profecia da Igreja em defesa dos mais vulneráveis, sintonizando-a aos seus anseios e possibilitando a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, enfatiza a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sócio Transformadora.

20 de setembro
Aproveitando o clima de mobilização no país, o movimento sindical, os estudantes e os movimentos sociais estão organizando para 20 de setembro um dia de greve geral de mobilização nacional em defesa da aposentadoria, da educação, do patrimônio público, da Amazônia e do emprego digno.

Sintsep-GO com informações do Sintfesp GO/TO e da CUT

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