Noticias

Servidores vão a Congresso lutar por recursos para setor público

A Condsef/Fenadsef e suas filiadas vão realizar um trabalho intenso de força tarefa no Congresso Nacional, entre os dias 6 de novembro e 13 de dezembro. O objetivo é conseguir, no Congresso Nacional, emendas à Lei Orçamentária Anual (LOA) 2019 para garantir investimento para o setor público, incluindo reposição para servidores que estão com salários congelados desde janeiro de 2017. O último acordo firmado com o governo foi em agosto de 2015. A LOA 2019, enviada ao Congresso pelo governo Temer, não prevê aumentos para os servidores, embora não haja nenhuma restrição na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O trabalho vai cobrar emendas para cumprir com compromissos e acordos celebrados entre a Confederação e o Executivo incluindo salários, benefícios, concursos e outros. Será feito um trabalho de revezamento dos representantes dos trabalhadores por estado. Cada semana um grupo estará em Brasília que contará com apoio dos diretores da Condsef/Fenadsef e do Sindsep-DF. Cada grupo contará com cinco servidores por vez.

Cronograma
A força tarefa começa com representantes da Região Sul entre os dias 6 e 8 de novembro. Nos dias 12, 13 e 14 será a vez da equipe de servidores da Região Sudeste. De 20 a 22 de novembro será a vez dos servidores do Centro-Oeste auxiliarem na força tarefa. De 27 a 29 de novembro os representantes dos servidores da Região Norte estarão em Brasília. A Região Nordeste vai contar com duas equipes. A primeira com os estados Ceará, Maranhão, Pernambuco e Piauí nos dias 4, 5 e 6 de dezembro. Bahia, Paraíba e Sergipe virão entre os dias 11 e 13 de dezembro. O Distrito Federal, como dito, está incluso em todos os períodos.

A aprovação dessas emendas vai depender também do novo Congresso, eleito no último dia 7, infelizmente mais conservador e antisservidor que o atual. Dependem ainda da derrubada da EC-95, que congela os investimentos públicos por 20 anos. A Condsef/Fenadsef e suas filiadas recomendam que os servidores estejam alertas e mobilizados para o período que irá exigir grandes mobilizações. É importante que cada um participe, envie a parlamentares o pedido para a derrubada da EC 95/16, uma grande barreira que teremos que superar. As lutas devem seguir intensas e o trabalho persistente da categoria em defesa de seus direitos e por avanços no setor público será fundamental.

Da Condsef editado pelo Sintsep-GO

VEJA MAIS
Noticias

MANIFESTO: Nós somos o Sintsep-GO, nós somos classe trabalhadora

Nós lutamos. Lutamos muito para que os resultados das eleições, neste 2018, fossem diferentes. Acreditamos no campo democrático popular. Acreditamos em um governo voltado para as reais necessidades e para o desenvolvimento da classe trabalhadora brasileira e, consequentemente, para o crescimento real do país, junto com seu povo.

Este dia 28 de outubro, dia do Servidor Público, marcou duas coisas. A primeira delas, o ingresso do Brasil em tempos difíceis, que nos remetem aos anos e a vários aspectos vivenciados no período da Ditadura Militar. Discursos e atitudes com tons fascistas, advindos do agora presidente eleito, colorem de vermelho nossas preocupações verde-amarelas. O vermelho do sangue dos trabalhadores brasileiros, sacrificados com a Reforma da Previdência, com as privatizações de nosso patrimônio, com os cortes de investimentos no setor público, com o incentivo à violência e à intolerância, com a perseguição e a mordaça aos que pensam em outros tons de vermelho, rosa, azul…

Quando iniciamos as movimentações para fundar nossos sindicatos, antes mesmo de sua legalização, o cenário ainda era assim: o terror. Embora fosse menos liberal na economia, a tônica do Estado fosse mais protecionista, nós já tínhamos que “resistir para existir”. Ou seja, lutar, para nós, não é coisa nova. Muito embora a idade do corpo talvez não nos favoreça, ainda possuímos no coração, vermelho, os mesmos ideais de liberdade, justiça social, emancipação da classe trabalhadora, por um Brasil de todos e todas.

E, graças a essas eleições, descobrimos mais de 44 milhões de brasileiros que, como nós, também pensam assim. Também se sentem assim.

Nós não vamos torcer pelo “quanto pior melhor”. Isso não faz parte de nosso caráter. Mas vamos lutar, incessantemente, para que este governo não nos dilapide mais. Frente a toda tentativa de retirada de direitos, de retrocesso político, nós seremos resistência. Sempre.

Nós somos o Sintsep-GO. Nós somos classe trabalhadora.

VEJA MAIS
Noticias

Movimentos defendem unidade e formação de frente de resistência democrática

Entidade lembra que quase metade da população votou “contra projeto que levará o Brasil ao retrocesso político e civilizatório”. MST e MTST falam em unidade e dos quem estiveram do lado certo da história.

Em nota divulgada pouco depois de confirmada a vitória do candidato do PSL, a CUT afirmou que, diante do resultado oficial das eleições presidenciais, a maioria dos eleitores brasileiros entregou a Presidência da República a alguém que “sempre votou contra os direitos da classe trabalhadora, se opôs às políticas sociais, votou a favor do congelamento dos investimentos em saúde e educação, da entrega do pré-sal e das reservas petrolíferas aos estrangeiros ofendeu e ameaçou militantes de esquerda, as mulheres, os negros e os LGBTs”.

A entidade, porém, lembra que quase a metade da população votou “contra o projeto que levará o Brasil ao retrocesso político e civilizatório”.

“Ao longo da campanha, os meios de comunicação foram utilizados diuturnamente para atacar a candidatura popular. Os empresários pressionaram seus funcionários com todo tipo de ameaças. O nome de Deus foi usado em vão. As redes sociais foram inundadas de mentiras, numa estratégia articulada e paga por empresas com o objetivo de difamar o PT e seu candidato, Fernando Haddad”, diz a nota.

A CUT afirma que manterá a classe trabalhadora unida, “preparando-a para a luta, nas ruas, nos locais de trabalho, nas fábricas e no campo contra a retirada de direitos e em defesa da democracia”.

Em pronunciamento por rede social, o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Paulo Rodrigues afirmou que os movimentos populares e partidos de esquerda tiveram uma vitória política, apesar da derrota eleitoral. Segundo ele, este “talvez seja o momento mais importante da luta contra o golpe”.

“Para o Brasil, é uma aberração ter um presidente como este, uma vergonha a nível internacional, um autoritarismo com que possivelmente vamos conviver”, disse João Paulo, para quem o governo eleito terá “dificuldades para resolver as demandas urgentes que tem o povo brasileiro”. Ele reafirmou compromisso com a democracia, a defesa da reforma agrária, e por partidos e instituições fortes, além da liberdade de Lula.

Sobre possíveis perseguições a movimentos e militantes no próximo governo, o dirigente afirmou que “o MST não é raposa para ter medo de grito”. “Continuaremos nas trincheiras da luta, o nosso povo não vai se esconder debaixo da cama. Continuaremos acampados na beira da estrada, lutando por reforma agrária.” Mas lembrou que ninguém irá provocar o presidente eleito. E defendeu alianças “com os movimentos da cidade, cuidar dos nossos militantes, ambientalistas, indígenas, porque eles vão fazer muita provocação e a única forma de resistir é estar no meio do povo”.

“Quando for 2 de janeiro, eles vão ter de resolver os problemas da economia brasileira. Tem um monte de tarefa de casa que esse governo incompetente tem de responder”, acrescentou o representante do MST. Segundo ele, esta será uma semana “de reflexão”, para começar então a discutir, dentro da Frente Brasil Popular, a próxima edição de um congresso do povo, já em 2019.

Em nota conjunta, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo destacam a importância da coesão de forças em torno da democracia, da soberania nacional e dos direitos. “Orientemos que na próxima semana se organizem plenárias em todas as cidades, reunindo a militância e todos aqueles que se somaram nessa batalha. Onde for possível devemos também organizar manifestações, tal como já está marcado para a próxima terça-feira, 30 de outubro em São Paulo”, diz a nota, mencionando ato político programado para o final da tarde, no Masp, Avenida Paulista.

O líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, lembrou que a eleição foi marcada pelo medo e pelo ódio. “Para conseguir a vitória, Bolsonaro fugiu dos debates e se escondeu atrás de uma rede de mentiras no WhatsApp, à base de fraude e caixa dois. Foi o candidato da intolerância que explorou o medo e a desilusão das pessoas”, observou.

Boulos, também integrante da Frente Povo sem Medo e candidato a presidente pelo Psol, reitera que o país sai dividido e fraturado da eleição e que Bolsonaro é uma ameaça real à democracia. “Nos próximos dias, vamos contribuir para impulsionar uma frente ampla pela democracia no Brasil. Com todos aqueles que no segundo turno souberam se colocar do lado certo da história”, afirma.

Leia a íntegra da nota da CUT:

A maioria dos eleitores brasileiros acaba de entregar a presidência da República para alguém que, agora e ao longo de sua carreira política, sempre votou contra os direitos da classe trabalhadora, se opôs às políticas sociais, votou a favor do congelamento dos investimentos em saúde e educação, da entrega do pré-sal e das reservas petrolíferas aos estrangeiros ofendeu e ameaçou militantes de esquerda, as mulheres, os negros e os LGBTs. No entanto, quase a metade da população votou contra o projeto que levará o Brasil ao retrocesso político e civilizatório.

Ao longo da campanha, os meios de comunicação foram utilizados diuturnamente para atacar a candidatura popular. Os empresários pressionaram seus funcionários com todo tipo de ameaças. O nome de Deus foi usado em vão. As redes sociais foram inundadas de mentiras, numa estratégia articulada e paga por empresas com o objetivo de difamar o PT e seu candidato, Fernando Haddad.

O sistema judiciário, além de ter impedido, arbitrariamente, a candidatura de Lula, manifestou fraqueza e conivência ao não punir exemplarmente aqueles que ameaçaram abertamente as instituições ou cometeram crime eleitoral. A impunidade contribuiu para o aumento de atos de intimidação e violência contra eleitores do PT e para o crescente clima de ódio que dividiu o país.

Enganam-se aqueles que acharam que destruiriam nossa capacidade de resistência e de luta. O PT saiu mais forte desse processo como a principal força de oposição ao governo de recorte neoliberal e neofascista. A CUT e os movimentos sociais também se fortaleceram.

Lula e Haddad consolidaram-se como as grandes lideranças no campo democrático-popular. A CUT manterá a classe trabalhadora unida, preparando-a para a luta, nas ruas, nos locais de trabalho, nas fábricas e no campo contra a retirada de direitos e em defesa da democracia.

O governo que tomará posse no dia 1º de janeiro de 2019 vai tentar aprofundar o programa neoliberal que está em curso desde o golpe contra a presidenta Dilma: a reforma da previdência, a retirada de mais direitos, a continuidade das privatizações, o aumento do desemprego, o arrocho salarial, o aumento do custo de vida, a piora da educação e da saúde, o aumento da violência e da insegurança.

Além disso, vai tentar perseguir e reprimir o movimento sindical, os movimentos sociais, bem como os setores democráticos e populares em geral.

Temos um enorme desafio pela frente. É hora de unidade das forças democrático-populares para resistir. A CUT dará continuidade a sua trajetória de luta e conclama suas bases a continuarem mobilizadas e a resistirem a qualquer ataque contra os direitos e a democracia.

Viva a classe trabalhadora brasileira!
Lula livre!

Entidade lembra que quase metade da população votou “contra projeto que levará o Brasil ao retrocesso
político e civilizatório”. MST e MTST falam em unidade e dos quem estiveram do lado certo da história.

Vagner Freitas – Presidente da CUT

VEJA MAIS
Noticias

Mujica: ‘Os únicos derrotados são os que baixam a cabeça’

Segundo o ex-presidente do Uruguai, é preciso aprender com os erros e recomeçar

O senador e ex-presidente uruguaio José “Pepe” Mujica repetiu neste domingo (28), acerca do resultado eleitoral no Brasil, que “os únicos derrotados são os que baixam a cabeça, que se resignam com a derrota”. Segundo ele, “a vida é uma luta permanente, com avanços e retrocessos”. “Não é o fim do mundo”, emendou.

“Portanto, (é preciso) aprender com os erros que cometemos e começar de novo”, disse o ex-presidente. “E tampouco achar que quando vencemos tocamos o céu com as mãos e que chegamos a um mundo maravilhoso. Não, apenas subimos um degrau.”

Para Mujica, é preciso “ter humildade, do ponto de vista estratégico”. Não há derrota definitiva, nem vitória”, acrescentou.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, mandou mensagem de felicitação a Jair Bolsonaro (PSL). “Desejo que trabalhemos juntos pela relação entre nossos países e o bem-estar de argentinos e brasileiros”, escreveu.

Rede Brasil Atual

VEJA MAIS
Conab

CONAB assina o ACT 2017-2019 com FENADSEF e FISENGE

Sintsep-GO, que media as negociações em Goiás, participou da reunião que celebrou a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho entre as Federações e o governo

Sintsep-GO presente por meio da companheira Joenilsa, na assinatura do acordo coletivo 2017/2019.

Depois de longo e difícil processo de negociação, foi assinado no Tribunal Superior do Trabalho-TST, nesta quarta-feira, 24 de outubro, o Acordo Coletivo de Trabalho, da categoria dos empregados públicos da CONAB, cobrindo o período de duas datas-bases, de 2017 a 2019, no processo de mediação PMPP 1000145-87.2018.5.00.0000, ingressado em conjunto pela FENADSEF – Federação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal e a FISENGE – Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros.

O item chamado “custeio sindical” está excluído do ACT porque foi rejeitado pela FENADSEF (e também pela FISENGE) por decisão amplamente majoritária dos mais de novecentos empregados e empregadas, reunidos em assembleias organizadas por nossos sindicatos, em 22 unidades federativas, realizadas entre 5 e 11/10/2018.

A exclusão desse “custeio sindical” representa uma vitória do sindicalismo independente e autônomo em relação ao estado.  Conforme Ata da audiência da assinatura pela CONAB, o TST e as entidades sindicais, o cronograma de implementação do acordo é o seguinte:

-Vale-alimentação/refeição: crédito em 14/11/2018 (inclusive as diferenças);
-Pagamento na folha de novembro de 2018: índice salarial; indenização compensatória de R$ 1.100,00 e 13º salário ajustado;
-Pagamento na folha de dezembro de 2018: retroativo sobre os benefícios e vantagens;
-Pagamento na folha de fevereiro de 2019: retroativo sobre a remuneração referente a setembro e outubro de 2018.

A FENADSEF, em conjunto com a FISENGE, disponibilizará a íntegra do ACT à categoria e, desde já, começa a  preparar a construção de um próximo ACT vitorioso.

VEJA MAIS
Noticias

Em plenária, servidores decidem: prioridade é eleger Haddad presidente

Na última plenária de 2018 do Sintsep-GO, realizada no Auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa de Goiás, 139 delegados sindicais de base definiram um encaminhamento emergencial: eleger Fernando Haddad presidente do Brasil, no próximo dia 28 de outubro.

“Todos nós, servidores, compreendemos o quanto o momento é grave para o país. Podemos escolher entre uma pauta de avanços para o Brasil e para a classe trabalhadora, de revogação das contrarreformas do governo Temer, ou uma era de atraso, de retorno do autoritarismo, inclusive com ameaça às atividades sindicais. Nestas circunstâncias, Haddad é a esperança de tempos melhores para os brasileiros. Já Bolsonaro é o aprofundamento da crise e do retrocesso do governo Temer”, aponta o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

Além deste encaminhamento, outra sugestão que foi acatada por unanimidade entre os delegados, foi a alteração da letra c do artigo 2º do Regimento Interno para uso do Nobille Inn Thermas Place, referente à presença do titular (filiado) junto com os hóspedes para permitir a hospedagem e uso do condomínio-clube.

“Estabelecemos um prazo até 20 de dezembro para que os companheiros nos enviem sugestões de nova redação, que contemple suas necessidades”, encaminhou Ademar.

Painel dos presidentes
Além dos dois encaminhamentos, o Sintsep-GO cumpriu decisão da plenária anterior, na qual, por solicitação dos delegados, foi feito um painel com as fotografias de todos os presidentes da entidade. Clique aqui para conferir o painel que foi apresentado durante a Plenária.

“Nós nunca cansamos de destacar que nós somos um sindicato dirigido pela base. Aquilo que nos é solicitado e deliberado em plenária, nós cumprimos”, relatou o presidente.

A atividade contou ainda com o relato dos informes jurídicos (confira clicando aqui) e dos informes sindicais/análise de conjuntura, realizado pelo secretário-geral da entidade e diretor da Condsef/Fenadsef, Gilberto Jorge Cordeiro, que trouxe integrantes da assessoria jurídica da Condsef/Fenadsef, para explicar o encaminhamento de algumas ações que estão sendo encaminhadas pela confederação.

“Caso Bolsonaro vença essas eleições, o cenário será de muita luta. Até mesmo a existência dos sindicatos estará ameaçada! Mas nós vamos continuar lutando, como sempre fizemos”, ressaltou Gilberto.

A diretora de Formação Sindical do Sintsep-GO, Márcia Jorge, pontou de forma enfática durante o debate que “o Sintsep-GO não está apoiando o PT enquanto partido político, mas sim a continuidade da democracia no Brasil, o que é uma luta muito mais ampla dos trabalhadores”, afirmou.

VEJA MAIS
Noticias

Servidores da SRT/GO redigem manifesto em favor do servidor Eder Ignácio

Clique aqui para ter acesso ao documento original. Confira, abaixo das imagens, o texto do manifesto:

 

 

 

 

Ao Excelentíssimo Sr.
Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello
Ministro do Trabalho

Sr. Ministro,

Os servidores da Superintendência Regional do Trabalho em Goiás abaixo relacionados vêm, por meio do presente expediente, manifestar solidariedade ao servidor Eder lgnácio, agente administrativo, cujo nome foi envolvido na investigação da Polícia Federal, no âmbito da ” Operação Registro Espúrio”, que investiga a prática de atos de corrupção no Ministério do Trabalho.

De antemão, adiantamos: ninguém está mais interessado no avanço dessas investigações e na identificação dos culpados do que os próprios servidores do Ministério do Trabalho, órgão no qual temos orgulho de servir à população brasileira, mas que nos últimos tempos tem se tornado pauta recorrente nas manchetes policiais.

É muito triste para todos nós, servidores dessa pasta, vermos que a nossa “segunda casa” se tornou objeto de negociações espúrias e condutas ilícitas. Por essa razão, a atuação da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Controladoria-Geral da União surge como uma verdadeira chama de esperança de que aqueles que se movem por interesses escusos serão extirpados do Ministério do Trabalho e receberão a devida punição.

Contudo, é imprescindível que haja responsabilidade nesse processo, sob pena de se destruir sumária e irresponsavelmente a reputação de pessoas que, até prova em contrário, merecem gozar da constitucional presunção de inocência.

O servidor Eder lgnácio, para além do fato de ser pessoa imensamente querida na SRT/GO, é pessoa cuja conduta pessoal sempre se constituiu como verdadeiro exemplo aos demais servidores.

Íntegro e responsável, Eder lgnácio goza da plena confiança de seus colegas, que, por acreditarem no trabalho da Polícia Federal e das demais esferas de correição e controle, têm convicção de que os devidos responsáveis pelas práticas ilícitas serão identificados ao fim das investigações.

Qualquer servidor poderia estar no lugar dele,  visto  que  os atos  administrativos são sujeitos a questionamentos. Contudo, o seu direito de se defender deve ser respeitado, visto que não há, em seus quase nove anos de Ministério do Trabalho, qualquer informação desabonadora em sua conduta.

Por essa razão, apesar de entender os motivos que o levaram a tal, foi com muita tristeza que todos recebemos a informação de que ele pediu dispensa da função de chefe da Seção de Relações do Trabalho da SRT/GO, na qual sempre se destacou pela dedicação no cumprimento de seu papel.

Diante disso, solicitamos ao senhor, caro Ministro, que adote, no âmbito do que lhe competir, todas as providências para que a apuração dos fatos ocorra com a maior celeridade possível, pois quem é honesto e tem seu nome indevidamente ligado à práticas ilícitas tem pressa.

Por fim, informamos que até o fim das investigações, os servidores da SRT/GO aderirão à campanha #SomosTodosEderIgnácio, utilizando essa hastag em nossas redes sociais pessoais.

Atenciosamente

Servidores da SRT/GO

VEJA MAIS
Noticias

Atenção servidores: ameaça a direitos não são fake news. Cuidado!

Condsef/Fenadsef tem dado visibilidade a declarações de candidatos a Presidência da República para que servidores possam refletir sobre propostas que devem esperar para o setor

A Condsef/Fenadsef tem divulgado informações baseada em fatos, propostas e declarações que têm sido dadas pelos candidatos à Presidência da República que disputam a preferência do eleitorado brasileiro no próximo dia 28 de outubro, coincidentemente, dia do servidor público. As notícias tem sustentação em depoimentos e fatos que não devem ser confundidos com as chamadas fake news (clique aqui e saiba mais sobre o que são as “notícias falsas” ou fake news). Vivemos um momento delicado onde esse novo fenômeno tem interferido de forma muito negativa no cenário. A Condsef/Fenadsef reafirma seu compromisso com suas entidades filiadas, servidores e empregados públicos que representa. Fundada para defender direitos dos servidores e serviços públicos brasileiros, a entidade segue nesse compromisso.

Compartilhamos em nossas redes sociais uma notícia publicada no site da CUT, central a qual a Confederação é filiada. A notícia fala de informação divulgada pelo Dieese da estimativa de incremento na economia brasileira de R$ 211 bilhões no final deste ano. O valor é resultado do pagamento do 13º salário aos trabalhadores do mercado formal e beneficiários da Previdência, um total de 84,5 milhões de pessoas.

Na mesma nota, a CUT faz menção a declarações dadas pelo candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, general Mourão, que considera o 13º uma jabuticaba (termo adotado para particularidades que só existiriam no Brasil). A declaração foi divulgada amplamente e pode ser vista aqui. Mourão menciona o 13o como uma “mochila nas costas de todo empresário”. Jair Bolsonaro chegou a criticar a fala de seu vice e mencionou em redes sociais que o tema é cláusula pétrea da Constituição.

No entanto, a verdade é que se pode sim, mexer no 13º. Para isso seria preciso aprovar uma Emenda Constitucional. Algo considerado difícil, pois essa mudança exige uma grande mobilização no Congresso Nacional e aprovação por maioria absoluta. Mas aí a Condsef/Fenadsef alerta novamente os servidores para o que ocorreu recentemente no Congresso.

A aprovação da EC 95/16, uma emenda constitucional, que seria difícil de ser aprovada, mas foi, congelando investimentos públicos por 20 anos, contou com o voto de Jair Bolsonaro enquanto deputado federal. O deputado chegou a gravar vídeo onde dizia que seria contrário à emenda. Mas na hora da votação, deu seu voto favorável ao congelamento do setor público e em outro vídeo deixou o voto claro. As declarações foram publicadas em vídeos no YouTube que podem ser encontradas fazendo buscas simples na internet. Dessa forma, é possível ponderar que a hipótese para que uma emenda que extinga o 13º ganhe força a partir da análise de acontecimentos e fatos reais.

Mais polêmicas
Declarações de que serviço público é uma “fábrica de marajás” e seria dos servidores o problema da previdência, que Ibama e ICMbio seriam “xiitas”, também não se tratam de fake news. Foram feitas essas e outras declarações pelo candidato Jair Bolsonaro e divulgadas em diversos veículos de comunicação. Para a Condsef/Fenadsef, replicá-las é dever da entidade uma vez que atinge diretamente o serviço público e os servidores brasileiros.

Por isso também, a Confederação divulgou um quadro comparativo de propostas dos candidatos que disputam o 2º turno à Presidência do Brasil. Vale lembrar que a entidade encaminhou a todos os candidatos a Presidência uma carta com as reivindicações da categoria. Apenas o candidato Fernando Haddad respondeu a carta.

Dessa forma, é preciso separar a divulgação de conteúdos que promovem a reflexão das chamadas fake news. Todas as informações compartilhadas pela Confederação partem de declarações, notícias e fatos divulgados e ocorridos. Vale destacar também que não se trata de manifestar apoio expresso a nenhuma das candidaturas. Mas esta entidade que representa 80% dos servidores públicos federais não pode se omitir quando o tema que está em pauta diz respeito e atinge diretamente sua base.

É papel de cada um ponderar, analisar e escolher o projeto que pensa que melhor irá representá-lo no Executivo Federal nos próximos quatro anos. A decisão ocorrerá no próximo dia 28, dia do servidor público. É nosso papel promover a reflexão e auxiliar com dados e fatos o que os servidores podem esperar dos projetos em disputa.

Diálogo
A entidade reafirma ainda sua confiança no processo democrático e vai seguir buscando o diálogo com os interlocutores do governo eleito. Vamos continuar trabalhando para garantir avanços nas pautas ligadas aos servidores e serviços públicos. Primamos pelo diálogo, pelo debate de ideias e seguiremos sempre na defesa dos direitos das dezenas de categorias que representamos que correspondem a milhares de servidores públicos em todo o Brasil.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS
Noticias

Condsef compara propostas para setor público dos candidatos ao 2º turno


Ainda no 1º turno, em agosto, a Confederação enviou carta a todos os 13 candidatos ao cargo de Presidente com propostas do setor público. A entidade recebeu resposta apenas do candidato Fernando Haddad

A Condsef/Fenadsef divulgou comunicado aos servidores e empregados públicos federais de sua base onde traz um quadro comparativo de algumas das propostas dos candidatos à Presidência da República nesse 2o turno. A entidade, que representa 80% dos servidores do Executivo, a maior da América Latina, buscou informações dos programas de governo disponíveis no TSE e também de declarações públicas feitas pelos candidatos e divulgadas amplamente em diversos veículos de comunicação.

Ainda no 1o turno, em agosto, a Confederação enviou carta a todos os 13 candidatos ao cargo de Presidente com propostas do setor público. A entidade recebeu resposta apenas do candidato Fernando Haddad que agora disputa a preferência dos eleitores brasileiros com Jair Bolsonaro.

Na carta destinada à Condsef/Fenadsef, Haddad se compromete com a revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, que congela investimentos públicos por 20 anos, e é considerada altamente nociva para o setor público. Haddad destaca que pretende suspender a política de privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento e soberania nacional. Na carta à Confederação Haddad ainda fala sobre a intenção de qualificar setor público com concursos, conter a privatização e a precarização do setor investindo na profissionalização e valorização do servidor.

Outro ponto de seu plano de governo trata da defesa do SUS e continuidade da luta por sua implantação como direito social de todo o povo brasileiro e dever do Estado. Cita o aumento progressivo de recursos para setores como a Cultura, Ciência e Tecnologia, Agricultura, Pesca e outros. A retomada de recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do pré-sal para saúde e educação também aparece como preocupação.

Bolsonaro dá declarações polêmicas
Já Bolsonaro votou a favor da EC 95/16 enquanto deputado. Seu partido, PSL, foi considerado o mais fiel ao projeto de Michel Temer, marcado pelo ataque a direitos da classe trabalhadora. Bolsonaro tem dado declarações polêmicas sobre o setor público. Recentemente classificou de xiita o que chamou de “indústria de multas” do Ibama e ICMBio. Os servidores reagiram com uma carta de protesto.

Não só Bolsonaro. Seu vice, general Mourão declarou ser favorável à demissão de servidores concursados. Seu economista Paulo Guedes já declarou que quer “privatizar tudo”. O programa de governo de Bolsonaro cita a Conab, a Valec e a EPL como empresas públicas de “gasto altíssimo e retorno não vantajoso”. Além disso, há intenção de fundir ou extinguir ministérios. Há um entendimento, inclusive, de que o Ministério do Trabalho e Emprego obstrui a economia.

Em outra declaração polêmica, Bolsonaro reeditou Fernando Collor em uma entrevista a TV Bandeirantes. Nela o candidato classifica o setor público como “fábrica de marajás” e que são os servidores o“grande problema” da Previdência do Brasil.

Baixe aqui o material com quadro comparativo entre os candidatos.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS
  • 1
  • 2