negociacao com ipasgo avanca



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Segundo o Instituto, em poucas semanas a minuta de convênio com a PRF, que irá servir de modelo para todos os demais, já deverá estar pronta

O Sintsep-GO, por meio de seu diretor Welison Marques, esteve na tarde desta quinta-feira, 31, na sede do Ipasgo para conferir o andamento dos convênios entre o instituto e os servidores públicos federais em Goiás.

“A resposta foi bastante positiva. Segundo eles nos disseram, em poucas semanas a minuta de convênio com a PRF – que nós vamos usar de base para todos os demais – já deverá estar pronta, o que possibilitará o ingresso de servidores de vários órgãos de nossa base”, informou Welison.

Embora o Ipasgo tenha dito que a minuta está quase elaborada, o instituto não soube precisar o tempo necessário. “Acredito que dentro de algumas semanas já teremos o ‘caminho das pedras’ para a formalização dos nossos convênios”, acredita Welison.

A busca de formalizar o convênio com o Ipasgo é uma iniciativa pioneira do Sintsep-GO para permitir que os servidores públicos de sua base tenham mais opções de planos de saúde além daqueles que já são oferecidos. “Todos nós sabemos o quanto a estrutura do Ipasgo no Estado é ramificada em termos de credenciamento e opções de atendimento. Os valores praticados também se mostram bastante competitivos em relação aos demais planos. Então, temos tudo para crer que essa será uma boa opção para os servidores federais que vivem em Goiás”, considera Welison.

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frente brasil popular divulga calendario de lutas

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Recomendação da CUT-GO é de que todas as forças se engajem nas ações coletivas

O Coletivo Nacional da Frente Brasil Popular (FPB) – do qual a Central Única dos Trabalhadores (CUT) faz parte – se reuniu no dia 21 de agosto, em São Paulo (SP). Na ocasião foi feita uma análise de conjuntura sobre política internacional, com a contribuição jornalista Breno Altman, que abordou a situação da Venezuela; e da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sobre a política nacional.

Em síntese concluiu-se que vivemos um período muito complexo e dinâmico da luta de classes. Nem a direita tem hegemonia total, nem as forças populares conseguem derrotá-la. Tem avançado no Congresso Nacional leis que desmontam a nação brasileira, com uma ofensiva de privatizações e desnacionalizações de todo tipo. Porém, a crise econômica se aprofunda, gerando mais distensões internas entre os golpistas e mais problemas para o povo.

Há uma imensa insatisfação popular latente, apesar do desânimo com a política institucional. O governo está cada vez mais isolado da sociedade e do povo. É possível que tenhamos no próximo período muitas revoltas e lutas espontâneas, tal a gravidade das condições de vida, do desemprego, do aumento das tarifas de gasolina e de energia elétrica.

Missão
É necessário potencializar o uso do Plano Popular de Emergência e usando os meios de comunicação alternativos. A CUT propôs o lançamento de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que revogue a Reforma Trabalhista. A este projeto seriam coletadas assinaturas de apoio num período a ser definido para, em algum momento, ser entregue ao Congresso Nacional.

Foi cogitada também a possibilidade de realizar um plebiscito popular em que o povo decida sobre cada medida que os golpistas tomaram, agregando a Reforma da Previdência, a venda do pré-sal, das terras para estrangeiros, o congelamento do investimento social, a privatização da Petrobras e a venda da Eletrobras.

Lutas conjuntas
Todas as forças devem se engajar nessas iniciativas, que são coletivas:

1) 7 de Setembro: Há o Grito dos Excluídos, tradicionalmente convocado pelas pastorais e movimentos populares em todo Brasil. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está convocando inclusive vigílias e Jejuns de alerta contra as reformas. Devemos nos somar a essas convocatórias, participar de forma massiva dos atos, levar nossas bandeiras e a bandeira do Brasil, faixas e cartazes com nossas demandas. O tom dessas mobilizações deve se a defesa da soberania (fazer atividades em defesa da Petrobras, das estatais e denunciar a ação do capital estrangeiro nas terras, recursos naturais, transnacionais, etc. aproveitando o clima da Semana da Pátria.

2) 13 de Setembro – Realizar um Ato em Curitiba (PR) contra a perseguição ao Presidente Lula, durante o segundo depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro.Recomendamos que os companheiros/as gaúchos vejam a possibilidade de também se manifestar em Porto Alegre, em frente ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF 4). Nosso protesto é contra o Poder Judiciário, suas manipulações e promiscuidade com os golpistas.

3) 3 de Outubro: Aniversário da Petrobras (64 anos). Haverá um ato em defesa da Petrobrás e da Soberania Nacional no Rio de Janeiro (RJ). Porém devemos nacionalizar essa mobilização e realizar atividades em defesa da Petrobras em todo território nacional. Em todos os locais há símbolos da empresa, desde as refinarias, portos e até postos de gasolina. Devemos fazer passeatas, manifestações e entregar panfletos para conscientizar a população do ataque imperialista sobre os nossos mais importantes recursos naturais. E aqui podemos incluir também a denúncia da privatização da Eletrobras, que vai atingir diretamente a conta de luz e o bolso de todos brasileiros.

4) Indicativo de mobilização na Segunda Quinzena de Outubro – Ato contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Recomenda-se organizar materiais de propaganda especiais, que expliquem para o povo os perigos das Reformas Trabalhista e da Previdência. Há ainda a possibilidade de convocação pelas Centrais Sindicais de uma nova Greve Geral caso as reformas voltem à pauta do Congresso.

5) 15 a 21 de Outubro – Semana Nacional de Democratização da Comunicação.

6) 11 de Novembro: dia da implementação da Reforma Trabalhista, indicativo de mobilização.

7) 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra – está programado pelos movimentos negros várias atividades em todo País.Objetivo é massificar as mobilizações e denunciar o racismo na sociedade e o genocídio da juventude negra, que ocorre especialmente nas periferias das grandes cidades.

8) Recomendamos apoiar e assinar a iniciativa de ação popular na Justiça contra o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pela transferência ilegal de R$ 100 bilhões, que deveriam ser aplicados em projetos produtivos e foram enviados ao Tesouro para cobrir déficit com os bancos.

Fora Temer, Diretas Já!

Contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária!

Fonte: CUT-GO (Maisa Lima)

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audiencia publica contra o desmonte do servico publico

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Servidores públicos federais, estaduais e municipais participam nesta quarta-feira, 30, a partir das 9 horas, na Assembleia Legislativa, de ato político contra o pacote fiscal do governo Temer.

De iniciativa da deputada estadual Adriana Accorsi, do Sindicato Naconal dos Auditores Fiscais do Trabalho e do Fórum Goiano Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista, a audiência pública tem como objetivo debater e denunciar o desmonte progressivo dos serviços públicos que vem sendo imposto pelo governo, com consequências também nas esferas estaduais e municipais.

O Documento do Fórum – do qual Sintsep-GO, Sintfesp e mais de 60 outras entidades fazem parte – destaca que o pacote de ajuste fiscal do Governo Temer promove um brutal corte orçamentário de cerca de 50% dos investimentos em áreas fundamentais como educação, saúde, previdência social, ciência e tecnologia. Além de cortes drásticos em recursos de políticas públicas que envolvem o trabalho, em especial os orientados para a sua fiscalização, o que provocará o aumento do trabalho infantil e do trabalho escravo, do número de acidentes no trabalho, da discriminação nas relações de trabalho e da jornada de trabalho exaustiva.

Clique no link abaixo para ter acesso à íntegra do documento do Fórum Goiano Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista e reforçamos o convite para que todos participem da audiência pública!

DOCUMENTO CONTRA O PACOTE FISCAL DO GOVERNO TEMER

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medo de ser demitido pode prejudicar a performance dos funcionarios

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Em pânico com a ideia de ser demitido? O estresse pode torná-lo pior no emprego.

A preocupação em se tornar desnecessário, a sensação de impotência devido a mudanças no local de trabalho e incerteza sobre o posto podem afetar seu desempenho.

Ainda assim, criar um ambiente de insegurança de propósito é uma tática usada em alguns negócios – ao colocar mais demandas e estresse sobre funcionários – na crença enganosa de que isso aumentará sua performance.

Há algumas versões desse tipo de gerência. Uma é a regra 20-70-10, popularizada por Jack Welch, ex-presidente da multinacional General Electric, que defendia a ideia de demitir 10% dos funcionários com as performances mais fracas.

Outra versão, conhecida como “para cima ou para fora”, é uma estratégia adotada por algumas empresas das áreas de consultoria e legislação na qual quem performa menos – aqueles que não estão subindo a escada de promoção da carreira – são substituídos.

Mas, ao manter os funcionários na ponta dos pés ao provocar sentimentos de incerteza no local de trabalho, os empregadores fazem mais mal do que bem, diz William Schiemann, chefe do grupo Metrus, uma empresa de pesquisa organizacional com base em Somerville, Nova Jersey (EUA).

“É um tiro pela culatra quando empresas usam a segurança no emprego como um graveto, em vez de uma cenoura, porque os funcionários perdem o sentimento de compromisso”, diz ele. A tática pode acabar com a confiança no trabalho, acrescenta. CLIQUE AQUI PARA LER A MATÉRIA COMPLETA.

Fonte: BBC Brasil ()
Link para a matéria original: https://goo.gl/MztGNJ

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sintsep go presente no 15 congresso extraordinario da cut



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CUT completa 34 anos e debate os rumos do país com sindicatos e movimentos sociais. Sintsep-GO participa das atividades do congresso cutista

Na data em que completa 34 anos, nesta segunda-feira, 28 de agosto, a CUT debate seus rumos como maior central sindical da América Latina em sua “15º Plenária/Congresso Extraordinário e Exclusivo: 100 anos depois…A luta continua! Nenhum Direito a Menos”. Pelo Sintsep-GO, participa do evento o presidente da entidade, Ademar Rodrigues.

O evento lembra o centenário da primeira greve geral no Brasil e os 100 anos da Revolução Russa. O Congresso abriga uma exposição sobre a greve geral de 1917 organizada pelo Centro de Documentação e Memória Sindical (Cedoc/CUT) e pela Secretaria de Cultura da CUT, em parceria com o Arquivo Edgard Leuenroth, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Logo cedo, o Presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas divulgou um vídeo de saudação à luta dos trabalhadores e trabalhadoras que fazem parte da história da maior central sindical da América Latina. Em seguida, análises qualificadas sobre a conjuntura internacional feitas pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, João Felício (presidente da Confederação Sinsical Internacional) e o jornalista Luís Nassif. Logo depois, o debate sobre a resistência do movimentos sindical aos avanços do neoliberalismo no mundo continuou com Fausto Durante, da Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL); Hugo Yasky, da Central de Trabalhadores da Argentina (CTA); e Victor Baez, secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras das Américas (CSA).

A conjuntura nacional é tema de um debate à tarde que vai reunir Guilherme Boulos (MTST), João Pedro Stédile (MST), Gleisi Hoffmann (PT) e Vagner Freitas (CUT).

À noite, às 20 horas, ocorre a cerimônia oficial de abertura do Congresso, que vai até quinta-feira (31). Quase 100 convidados internacionais se juntarão no evento aos mais de 720 delegados e delegadas de todo país e representantes de movimentos sociais do campo e da cidade, da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo.

É uma Plenária Estatutária que se transformou em um Congresso Extraordinário devido à gravidade do momento em que Brasil passa e relembra no nome da atividade, os 100 anos da primeira Greve Geral do país e a luta continua. “Muita coisa mudou desde o 12º Congresso da CUT, que aconteceu em 2015. A presidenta Dilma Rousseff estava no começo de sua segunda gestão em que o cenário era outro. Agora temos um presidente não eleito para executar um projeto derrotado nas últimas três eleições e que tira direito do povo todos os dias”, enfatiza a secretária-geral adjunta, Maria Faria.

“Precisamos atualizar coletivamente a nossa análise de conjuntura, as estratégias e o plano de lutas contruindo a unidade com os movimentos sociais para enfrentarmos e lutarmos contra os retrocessos para a classe trabalhadora, em defesa da democracia e por um país mais justo”, completa Maria.

O Congresso extraordinário da CUT já teve etapas preparatórias em todas as regiões do país, indicando sugestões e proposições de trabalhadores e de trabalhadoras para contribuir com as resoluções da Nacional para o próximo período.

“Este Congresso tem como um de seus principais objetivos trazer para o centro dos debates, com os delegados e as delegadas, a verdadeira face da luta de classes que estamos vivendo, no qual a financeirização do capital faz o papel de “governar” o país”, ressalta Maria.

“Também teremos um grande desafio para 2018. Temos que debater qual será o projeto que vai defender ou não a classe trabalhadora e a democracia no país. Nós como atores sociais, que somos, temos que discutir, sim, que país é este e que estado é esse que nós defendemos”, conclui ela.

Sintsep-GO com CUT
Foto: Sintfesp GO/TO

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act justica determina participacao de fenadsef em negociacoes da conab

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Decisão é uma vitória da categoria que tem o direito de escolher quem são seus representantes legítimos

A Justiça do Trabalho concedeu liminar que garante a participação da Fenadsef nas mesas de negociação que vão tratar do acordo coletivo de trabalho (ACT 2017/2018) dos empregados da Conab. A empresa vinha se opondo a permitir a participação nesse processo da entidade que representa legitimamente os empregados da companhia em todo o Brasil. Apenas a Asnab e a CNTC – uma confederação de trabalhadores do comércio – estavam compondo a comissão de negociação. Há mais de cinco anos empregados da Conab tentam alertar para a participação de entidades de fachada no processo de negociação do ACT da categoria que seriam usadas para tentar passar propostas que não contemplam a maioria dos trabalhadores da empresa.

Para o Sintsep-GO – que tem representado os trabalhadores da empresa em Goiás – e a Fenadsef, essa é uma vitória da categoria que tem assegurado seu direito de escolher quem são seus representantes legítimos. A assessoria jurídica da entidade segue acompanhando o processo para garantir o cumprimento do que determinou a Justiça. Há algum tempo a Conab vem tentando afrontar de forma desrespeitosa e absurda a vontade da maioria dos empregados da empresa. Tal comportamento de atitudes antissindicais é inaceitável e deve ser denunciado e combatido.

A Fenadsef e suas entidades filiadas reforçam sua representatividade junto aos empregados da Conab e segue atenta para garantir que as reivindicações da categoria sejam atendidas. Sabemos que a conjuntura não anda favorável aos trabalhadores e é importante que a unidade e mobilização sejam cada vez maiores para garantir que demandas essenciais encontrem consenso no processo de negociações do ACT.

A proposta dos empregados da Conab traz quase 80 cláusulas e prevê reajuste linear com base no IPCA mais ganho real de 3%. CONFIRA A ÍNTEGRA AQUI. Com um ACT legitimado pela categoria e já protocolado o caminho agora para trilhar o processo de negociações favorável aos trabalhadores é assegurar a unidade da categoria em torno dessas demandas. A Fenadsef e todas as suas filiadas estão à disposição da categoria para garantir que o ACT 2017/2018 se consolide. A expectativa é de que o processo de negociações se dê de forma efetiva e transparente. Um processo com trabalhadores unidos fortalece a categoria, além de garantir melhores direitos. Negociação já!

Fonte: Condsef

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encontro da cut em sp discute estrategias para o servico publico

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Condsef/Fenadsef vai à sede da CUT debater reação dos servidores públicos com entidades do ramo

Está claro que entre os alvos centrais do governo ilegítimo de Michel Temer estão os servidores públicos com objetivo de promover o desmonte do setor e cumprir a política de Estado Mínimo em curso. Nesse cenário desfavorável e de constantes ataques, a Condsef/Fenadsef participa em São Paulo, nessa segunda-feira, 21, na sede da CUT, de uma reunião de entidades sindicais do ramo do serviço público. A intenção é promover um debate e levantar estratégias de reação unificada capazes de combater essa política que além de ser incompatível com o que prevê a Constituição ainda é extremamente prejudicial a população brasileira que paga uma das maiores taxas de impostos do mundo.

Na programação está prevista a apresentação de temas que trazem impactos diretos ao setor como a reforma Trabalhista, a Lei que permite a terceirização (13.429/17) nas atividades fim e a famigerada Emenda Constitucional 95/16. Sozinha essa EC engessa todo o orçamento público por pelo menos 20 anos e pode provocar um verdadeiro colapso no atendimento daqueles que dependem de serviços públicos no Brasil.

O impacto, portanto, não é tão somente no servidor que poderá ter seus salários congelados e deve enfrentar um período de extrema dificuldade com a falta de investimentos nos órgãos públicos que geram no extremo a incapacidade de produzir. Já há registros e denúncias chegando de setores, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que tiveram corte de verbas gerando dificuldade até mesmo para conseguir insumos básicos como gasolina. Os casos são vários e o cenário de desmonte do setor público está colocado.

Vendendo a ideia de que é necessário rever a meta de déficit do País e promover cortes no orçamento o governo está conseguindo aprovar a retirada de direitos de toda classe trabalhadora com apoio no Congresso a partir de liberações bilionárias de emendas parlamentares. Enquanto diz economizar o governo ainda perdoa dívidas de grandes bancos e empresas ao mesmo tempo em que propõe a redução de R$10,00 no valor do salário mínimo. É no mínimo um contracenso observar as decisões que penalizam apenas aqueles já tão penalizados em nossa sociedade.

“O que está em curso não é um projeto para o País de combate à crise. É somente uma política de austeridade e redução do Estado que atende a interesses de uma minoria que controla o poder econômico”, define Sérgio. Para a Confederação é preciso combater essa política com urgência. “A classe trabalhadora deve exigir uma agenda que de fato recupere nossa economia. Não podemos e nem vamos aceitar um projeto que vai eliminando uma a uma nossas chances de reação”, ponderou.

Fonte: Condsef

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em defesa da saude da previdencia e do trabalhador fora temer



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Servidores protestaram, entre outras medidas, contra o contingenciamento de gastos públicos pelo período de 20 anos (EC 95), a terceirização irrestrita, a reforma trabalhista e a proposta de reforma da Previdência

Servidores públicos federais da base do Sintsep-GO (federais no estado de Goiás), do Sintfesp GO/TO (previdência e parte da Saúde) e do SINTifesgo (UFG, IFGs e IFgoiano) promoveram na manhã desta quarta-feira, 16, ato em Defesa da Saúde e da Previdência, contra as reformas do governo Temer e o desmonte do serviço público. Os servidores protestaram, entre outras medidas, contra o contingenciamento de gastos públicos pelo período de 20 anos (EC 95), a terceirização irrestrita, a reforma trabalhista e a proposta de reforma da Previdência. Clique para onferir as fotos do ato e a transmissão ao vivo de parte da manifestação.

“Estamos aqui em defesa do trabalhador brasileiro, de você que está passando de carro, de moto, a pé… que é servidor público ou empregado da iniciativa privada. As reformas do governo golpista estão tirando os seus, os meus, os nossos direitos. Não temos como dormir com a consciência tranquila se deixarmos eles fazerem isso com o Brasil, com nossos filhos e netos que, provavelmente, não vão se aposentar, não terão emprego, nem dignidade”, afirmou o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

O presidente da CUT-GO, Mauro Rubem, fez questão de denunciar, em sua fala, a atitude dos deputados federais goianos que foram comprados pelo presidente de República – por meio de emendas parlamentares – e que, por isso, votam contra os trabalhadores, contra a população brasileira, a favor daqueles que lucram com a desvalorização e a precarização da força de trabalho. “As reformas vão ajudar apenas os banqueiros, os grandes empresários, que estão rindo para as paredes. Para eles, o governo está ótimo! Quanto menos o trabalhador ganhar, quanto maior o desemprego, melhor para eles, pois poderão pagar menores salários e terão mão-de-obra sobrando. Estamos voltando, vagarosamente, à época da escravidão, porque hoje muitas pessoas já trabalham apenas em troca de comida e sobrevivência. O governo faz propaganda dizendo que a inflação está baixa, mas o salário só nos permite a sobrevivência. Que retomada de crescimento é essa? Para quem?”, questionou o presidente.

Durante o ato, os trabalhadores distribuíram um jornal para os motoristas e pedestres que transitavam no anel externo da Praça Cívica, em frente ao Ministério da Saúde/Funasa, local onde foi realizada a atividade. Ao término, os dirigentes das entidades sindicais foram até a unidade do INSS no Centro de Goiânia, em frente ao Grande Hotel, para apoiar a paralisação dos servidores daquele órgão, em virtude do contingenciamento de recursos anunciado hoje (16), pelo governo, em mídia nacional.

Além da direção do Sintsep-GO, participaram do ato integrantes do SINTifes, Sintfesp GO/TO, CNTSS, CUT-GO e CTB.

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pagamento da incorporacao da gratificacao de desempenho esta proximo

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Planejamento envia comunicado orientando setores de RH a utilizar sistema e pagar primeira etapa àqueles que já assinaram termo de opção. Valores são retroativos a janeiro

De acordo com informação apurada pelo secretário-geral do Sintsep-GO, Gilberto Jorge, junto à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde, foram concluídas as adequações sistêmicas das novas funcionalidades no SIAPE/SIAPENET para o registro dos termos de opção dos aposentados e beneficiários de pensão que optaram pela incorporação da média dos pontos da GD, as quais foram disponibilizadas para utilização dos órgãos setoriais e seccionais do SIPEC a partir do último dia 11 de agosto.

“Isso significa que, de fato, finalmente o governo vai pagar a primeira parcela da integralização da gratificação de desempenho, conforme exigimos por meio da Condsef e do Sintsep-GO. O impeditivo que eles colocavam, que era a adequação no SIAPE para calcular o pagamento e gerá-lo, não existe mais. Agora é pagar”, afirma Gilberto Jorge.

Segundo o documento emitido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) a todos os órgãos, “depois de finalizado o processo de inclusão da opção pela incorporação da média de pontos da GD no cadastro do aposentado ou do instituidor de pensão, será gerada a concessão da gratificação de desempenho no SIAPENET, bem como a rubrica específica na ficha financeira do servidor, no valor correspondente a 67% (sessenta e sete por cento) do valor da média dos pontos apurados”, explicita.

“Os valores acima, inclusive o do retroativo devido de janeiro a julho de 2017, observada a data de opção registrada, serão automaticamente gerados pelo sistema. A consulta ao cálculo automático será disponibilizada a partir do dia 14/08/2017”, complementa a mensagem do MPOG.

Conforme ressalta Gilberto, “vale destacar que o retroativo a ser pago pelo governo será contado a partir da data de opção assinada pelo servidor junto ao seu órgão”, esclarece. As Leis 13.324, 13.325, 13.326, 13.327 e 13.328, de junho de 2016, asseguram o pagamento dos novos valores em três etapas (Jan/2017-Jan/2018-Jan/2019). Os valores só são pagos a partir do momento em que o servidor concorda em assinar termo de opção. Se o servidor assinou o termo antes de janeiro os valores dessa primeira etapa são retroativos ao 1º dia desse ano. Aqueles que assinaram após essa data só receberão os valores a partir da data da assinatura do termo. Por isso, quem ainda não assinou deve ficar atento. A recomendação é buscar o quanto antes assegurar o direito que as Leis firmadas a partir de acordo assinado em 2015 garantem.

Clique aqui e entenda as regras que garantirão incorporação de gratificações às aposentadorias.

Para ter acesso direto às tabelas calculadas pela subseção do Dieese na Condsef/Fenadsef, clique aqui.

 

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servidores publicos federais realizam ato contra as reformas do governo temer



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Haverá protesto nesta quarta-feira, 16, a partir das 8h30, em frente ao Núcleo do Ministério da Saúde/Funasa (NEMS), na Praça Cívica. A participação de todos os trabalhadores é fundamental!

O Fórum Goiano contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista promove ato nesta quarta-feira, dia 16, a partir das 8h30, em frente à sede do Ministério da Saúde/Funasa (Praça Cívica), em Goiânia. O protesto é contra as reformas encaminhadas pelo presidente golpista Michel Temer como a terceirização irrestrita, a reforma trabalhista, a proposta de reforma da previdência e, em especial, contra a EC 95, que limita os gastos do governo com a prestação do serviço público como Saúde, Educação, e Segurança, entre outros setores.

Servidores da base do Sintsep-GO (servidores federais dos órgãos em geral), do Sintfesp GO/TO (saúde e previdência) e do SINTifesgo (instituições federais de ensino superior) integram o ato, cujo objetivo é mobilizar a sociedade, informando às pessoas os prejuízos que as reformas trarão aos trabalhadores dos setores público e privado.

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