servidores do executivo aprovam participa o na greve geral em 28 de abril



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Em plenária nacional da Condsef/Fenadsef categoria decide aderir à paralisação nacional e se soma aos trabalhadores do Brasil por manutenção de direitos

Cerca de 80% dos servidores do Executivo Federal em todo o Brasil vão aderir à greve geral que acontece dia 28 de abril. A decisão unânime foi tomada em plenária nacional da Condsef/Fenadsef que aconteceu nessa quarta-feira, 29, em Brasília. A plenária, que contou com mais de 130 representantes de servidores de dezessete estados (SC, RJ, CE, PR, MG, ES, RR, RO, PA, RS, PB, MT, BA, GO, PI, PE, AP) e o Distrito Federal, aprovou também a participação de servidores na atividade em defesa da classe trabalhadora convocada pelas centrais sindicais para o dia 31 de março.

“Na análise de conjuntura apresentada por nós, do Sintsep-GO, fechamos apoio incondicional à greve geral, porque entendemos que essa é a única maneira de reverter esse golpe que está sendo dado contra os trabalhadores brasileiros. Um golpe do governo, em parceria com grandes empresários de todos os setores, que querem mão-de-obra escrava, sem direitos trabalhistas, sem aposentadoria e sem vínculo empregatício”, ressaltou o secretário-geral do Sintsep-GO, Gilberto Jorge.

Além da Plenária, o Sintsep-GO participou, em Brasília, do seminário de organização sindical da Condsef/Fenadsef, dia 27, e do protesto, na Esplanada dos Ministérios, contra as reformas do governo Temer, na terça, dia 28.

Construir a greve
A tarefa agora é organizar os servidores por local de trabalho e articular as ações para reforçar a adesão à paralisação nacional. Já que aqueles que usurparam o governo seguem atacando e ameaçando a classe trabalhadora com a retirada sistemática de direitos, a tarefa é resistir sem dar trégua. O último dia 15 mostrou a força dos trabalhadores nas ruas de todo o Brasil. Com o avanço preocupante de projetos e propostas de emenda constitucional como as famigeradas reformas da Previdência e Trabalhista, o povo vem percebendo cada vez mais que só a resistência e a unidade vão ser capazes de dar um basta nesse processo de desmonte.

Não é possível assistir ao fim das garantias trabalhistas e a entrega de setores estratégicos ao capital estrangeiro sem reagir. A hora é agora. Para que os golpistas recuem e o Brasil retome a democracia. Um governo ilegítimo não pode conduzir uma agenda de projetos e propostas que mudam a Constituição brasileira. Só um movimento forte e constante de mobilização e organização da classe trabalhadora será capaz de reverter esse cenário. Não podemos e não vamos tolerar que direitos garantidos com luta sejam destruídos em nome de uma crise econômica que não foi provocada pelos trabalhadores. Vamos reagir e resistir nas ruas.

Vamos também denunciar todo parlamentar que diz representar o povo e está votando contra nossos direitos. A resistência é construída diariamente e deve se ampliar. Só nossa unidade pode garantir o recuo dos golpistas. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás.

Sintsep-GO com informações da Condsef

 

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sintsep go integra ato nesta sexta 31 contra ataque a direitos trabalhistas



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Sintsep-GO, em parceria com a CUT Goiás, entidades sindicais e movimentos sociais voltam às ruas de Goiânia nesta sexta (31), com uma grande mobilização popular contra as reformas do governo Federal. A concentração será no Coreto da Praça Cívica, a partir das 9 horas

Sintsep-GO, em parceria com a CUT Goiás, várias entidades sindicais e movimentos sociais voltam às ruas de Goiânia nesta sexta-feira (31), com uma grande mobilização popular contra as reformas do governo Federal. A concentração no Dia Nacional de Mobilização será no Coreto da Praça Cívica, a partir das 9 horas.

Com uma caminhada pelo centro de Goiânia, as entidades e organizações querem demonstrar indignação e conscientizar a população sobre os prejuízos que a classe trabalhadora terá com as atuais propostas de Reforma da Previdência e Trabalhista.

“Não podemos permitir isso que o governo Temer está fazendo com o Brasil. Direitos trabalhistas, duramente conquistados, estão sendo jogados na lata do lixo. Estão rasgando a CLT, impedindo as pessoas de se aposentarem com vida, permitindo que empresas e o serviço público terceirizem todos os seus quadros, enfim, é o desmonte completo da estrutura trabalhista, previdenciária e, futuramente, sindical brasileira”, ressaltou o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

Terceirização
Outro objetivo da mobilização é pressionar para que o presidente Michel Temer não sancione o Projeto de Lei 4302/1998 que libera terceirização irrestrita no setor privado e em parte do setor público. O PL foi aprovado no último dia 22 na Câmara dos Deputados por 231 votos favoráveis.

O Dia Nacional de Mobilização também é um ato preparatório para o dia 28 de abril quando os trabalhadores devem realizar “a maior greve geral da história brasileira” contra as reformas do governo Temer.

PEC do ajuste
Os servidores da Educação que realizam assembleia geral na Assembleia Legislativa no mesmo dia devem aderir à mobilização. Trabalhadores da Saúde, Federais e da iniciativa privada também estarão presentes. A PEC do ajuste (3548/16) do governo de Goiás que congela os gastos no serviço público por 10 anos também deve se tornar alvo dos protestos.

Na ocasião, o Fórum Goiano Contra a Reforma da Previdência e Trabalhista também vai inaugurar uma tenda na Praça do Bandeirante. O objetivo é esclarecer as dúvidas da população com material informativo sobre os impactos das reformas.

O presidente da CUT Goiás, Mauro Rubem destaca a relevância do ato. “O dia 31 de Março é uma data muito importante para os brasileiros de modo geral. Em Goiás estamos com uma programação bem intensa e o nosso grande objetivo é barrar as medidas que estão levando o povo brasileiro à escravidão. A nossa expectativa é que esse ato seja um passo muito forte para construção da greve geral no dia 28 de abril”.

15 de março
A expectativa é que o protesto repita o sucesso do dia 15 de março quando milhares de trabalhadores e estudantes foram às ruas contra a Reforma da Previdência em todo estado. Só na capital, cerca de 15 mil manifestantes incluindo trabalhadores da Saúde, Educação, Correios, Celg, Saneago, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, entre outros, saíram às ruas exigindo o fim das reformas.

Fonte: CUT-GO (editado)
Confira matéria original neste link.

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indeniza o de campo i da funasa est liberado para pagamento

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O Sintsep-GO informa aos servidores inclusos no rol do processo Indenização de Campo 1, da Funasa, que os valores estão liberados para pagamento (levantamento) na Caixa Econômica Federal.

Para se ter acesso aos valores, o servidor contemplado na ação deve se dirigir ao banco portando carteira de identidade, CPF e comprovante de endereço em seu próprio nome (ou, caso não tenha, levar algo que comprove que ele reside naquele local, como contrato de aluguel ou certidão de casamento – caso esteja no nome do cônjuge).

“Nesta ação, os honorários advocatícios já foram descontados do valor a ser recebido. No entanto, o servidor filiado deve repassar R$ 50,00 ao Sintsep-GO para custeio dos cálculos do processo – um procedimento definido em plenária, que todos conhecem. É importante destacar que aquele que não é filiado paga o valor integral dos cálculos, equivalente a R$ 100,00. Para o servidor filiado, o valor é de apenas R$ 50,00 porque o sindicato é que paga a outra metade”, esclarece o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

Para aqueles que não puderem vir ao sindicato fazer a pagamento dos cálculos, há a opção de transferência eletrônica ou depósito identificado (enviando o comprovante do depósito bancário para o e-mail do sindicato). Os dados bancários do Sintsep-GO para transferência ou depósito dos valores dos cálculos são:

Banco do Brasil
Agência 1242-4
Conta-corrente: 106102-X

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agenda confira a movimenta o dos federais nesta semana

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Sintsep-GO estará presente em seminário de organização sindical, ato contra ataque a direitos da classe trabalhadora e plenária da Condsef/Fenadsef em Brasília

Nesta semana o Sintsep-GO, junto com a Condsef/Fenadsef, participa de uma série de atividades para reforçar a luta da maioria dos servidores federais e a mobilização em torno da unidade contra os ataques aos direitos de toda classe trabalhadora. Nesta segunda-feira, 27, a entidade participa de um seminário sobre organização sindical, que vai contar com uma palestra do secretário-adjunto de Organização da CUT, Eduardo Guerra. Na terça, 28 de março, o Sintsep-GO se junta à Condsef/Fenadsef e às demais entidades que compõem o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) em um ato contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora. A atividade começa a partir das 7 horas com concentração no aeroporto de Brasília. “Em Goiânia, o ônibus que vai levar os companheiros e companheiras à Brasília sairá da frente do Sintsep-GO às 6 horas”, informou o presidente do sindicato, Ademar Rodrigues.

Segundo a Condsef, o objetivo é pressionar parlamentares que desembarcam na capital federal para a semana de trabalhos e buscar convencê-los a votar contra a PEC 287/16 e também contra a proposta que quer flexibilizar as leis trabalhistas. “Se votar contra a classe trabalhadora, não volta”, esse tem sido um mote constante entre os trabalhadores em todo o Brasil. Do aeroporto a atividade deve seguir para o Ministério do Planejamento onde os servidores federais vão cobrar uma reunião para apresentar e discutir a pauta de reivindicações da categoria. Estão previstas ainda atividades à tarde. Às 17 horas, na sede do Andes-SN, o Fonasefe se reúne para fazer um balanço das ações e definir novos calendários e agendas de luta em defesa da classe trabalhadora.

Na quarta, dia 29, o Sintsep-GO participa da plenária nacional da Condsef/Fenadsef, que reúne representantes da maioria dos servidores do Executivo de todo o Brasil. Além de discutir questões que podem afetar toda a categoria como reforma da Previdência, risco da limitação do direito de greve, outros temas devem ser tratados como contribuição sindical, envolvendo instrução normativa do Planejamento, e outras questões dos campos jurídico, econômico e político. Os resultados da plenária serão considerados também para o seminário de planejamento da Condsef/Fenadsef que acontecerá no final de maio, em Brasília.

Sintsep-GO com Condsef

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sintsep go conclama todos a protestar em bras lia dia 28 de mar o



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Aprovação da terceirização, risco do fim da CLT, do direito de greve e da Previdência serão lembrados em atividade com participação dos servidores federais

Na próxima terça-feira, 28 de março, o Sintsep-GO integra ato do conjunto dos servidores federais que promovem, em Brasília, atividade em protesto aos diversos ataques feitos pelo governo Temer e pelo Congresso contra os direitos da classe trabalhadora. Na noite de quarta-feira, dia 22, a Câmara dos Deputados conseguiu aprovar mais um perigoso precedente para a precarização das relações de trabalho: a terceirização para todas as atividades de uma empresa, incluindo a administração pública, entre outras mudanças. Sem qualquer debate, a Câmara ressuscitou um projeto de lei (PL 4302/98) de quase vinte anos e que abre uma perigosa porta para a fragilização completa dos direitos trabalhistas.

A autorização para o uso da terceirização em todas as atividades (área fim ou meio) é apenas o começo na intenção deste governo ilegítimo em atacar os direitos conquistados pela classe trabalhadora. E eles têm pressa. Na esteira do processo ainda há flexibilização das leis trabalhistas, a tentativa de impedir o direito legítimo de greve dos servidores e a famigerada proposta de reforma da Previdência que praticamente inviabiliza a aposentadoria integral pela previdência. Todo trabalhador está em risco. Seja ele da iniciativa privada, do setor público de todas as esferas, do campo ou da cidade. Portanto, todos devem estar unidos nesse momento, pois só uma intensa mobilização será capaz de travar esse processo de desmonte de direitos conquistados com muita luta.

A classe trabalhadora não pode aceitar esses ataques calada. É preciso também monitorar e denunciar nos estados e em cada cidade brasileira como e quais os deputados votaram contra a classe trabalhadora.

Da bancada dos 14 parlamentares goianos na Câmara, os deputados Alexandre Baldy (PTN), Daniel Vilela (PMDB), Fábio Sousa (PSDB), Giuseppe Vecci (PSDB), João Campos (PRB), Magda Mofatto (PR), Marcos Abrão (PPS) e Thiago Peixoto (PSD) participaram do golpe contra os trabalhadores, votando favoráveis à matéria do governo. Esses parlamentares, que ajudam a promover o desmonte dos direitos trabalhistas, NÃO DEVEM SER REELEITOS, pois trabalham no Congresso CONTRA O TRABALHADOR BRASILEIRO.

CONFIRA COMO VOTARAM TODOS OS DEPUTADOS PELA APROVAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

Vale lembrar que um governo ilegítimo não pode conduzir uma agenda de projetos e propostas que mudam a Constituição brasileira. Só um movimento forte e constante de mobilização e organização da classe trabalhadora será capaz de reverter esse cenário. Não podemos e não vamos tolerar que direitos garantidos com luta sejam destruídos em nome de uma crise econômica que não foi provocada pelos trabalhadores. Vamos reagir e resistir nas ruas. Vamos denunciar todo parlamentar que diz representar o povo e está votando contra nossos direitos. A resistência é construída diariamente e deve se ampliar. Só nossa unidade pode garantir o recuo dos golpistas. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás.

Sintsep-GO com informações da Condsef

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previd ncia retirada de servidores tentativa de desmobilizar trabalhadores

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Atenção e unidade devem ser redobradas contra reforma da Previdência

O secretário-geral da Condsef/Fenadsef, Sérgio Ronaldo da Silva, gravou um vídeo (assista) alertando para a tentativa do governo ilegítimo de Michel Temer de desmobilizar os trabalhadores na luta contra a reforma da Previdência. O vídeo faz menção ao anúncio feito por Temer informando que servidores municipais e estaduais estariam de fora da reforma da Previdência. Para a Condsef/Fenadsef, mais uma vez o governo ilegítimo tenta ludibriar os trabalhadores numa clara tentativa de desmobilizar a categoria. A entidade alerta que essa retirada de servidores estaduais e municipais é uma falácia. Para se ter uma ideia, cerca de 2/3 dos servidores municipais sequer estão no regime próprio do serviço público. Há muita informação que desmistifica essa visão e é preciso estar atento para continuar a luta e derrubar essa PEC 287/16.

Vale lembrar que já existem ações para tentar impedir os servidores de reagir. É o caso da tentativa de aprovação da limitação do direito legítimo de greve sem a garantia à negociação coletiva do servidor público. É preciso estar atento. Todos nós trabalhadores estamos no mesmo barco e devemos seguir todos unidos e mobilizados contra os ataques aos nossos direitos. “Por isso, servidores federais, estaduais, municipais, trabalhadores de toda a iniciativa privada e rurais vamos lutar até que tenhamos o Brasil que a gente merece. Livre dos golpistas e com todos os nossos direitos preservados”, diz Sérgio Ronaldo em trecho do vídeo.

A Condsef/Fenadsef, o Sintsep-GO e todas as demais entidades filiadas estão firmes nessa luta. Nenhum direito a menos!

Fonte: Condsef

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portaria redistribui cerca de 4 mil servidores da funasa para o min da sa de

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Acordo é para que redistribuição aconteça sem que servidores precisem deixar suas lotações atuais

Foi publicada nesta segunda-feira, 20 de março, no Diário Oficial da União (DOU), Portaria (nº 802/17) que redistribui cerca de 4 mil servidores da Funasa que estão atuando no SUS para o Ministério da Saúde. Um acórdão (668/2008) do Tribunal de Contas da União (TCU) já determinava que esses servidores que atuam com combate a endemias, atenção básica a saúde e outras frentes, fossem redistribuídos ao MS. A Condsef/Fenadsef está solicitando reunião no MS para tratar do assunto. Há acordo de que a única mudança será na forma de pagamento dos servidores que agora serão pagos pelo MS e não mais pela Funasa. Não deve haver prejuízo financeiro e nem alteração nas funções o que garante ao servidor permanecer lotado onde está.

A Condsef/Fenadsef e todas as filiadas nos estados, dentre elas o Sintsep-GO, vão continuar acompanhando o desenrolar dessa Portaria para assegurar que nenhum servidor sofra prejuízo de qualquer natureza. É importante que todos fiquem atentos e reportem qualquer situação atípica para que as entidades possam atuar e cobrar junto ao governo o que já foi firmado anteriormente em acordos, compromissos e protocolos: a manutenção dos servidores em seus locais de trabalho sem qualquer prejuízo financeiro.

Fonte: Condsef

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condsef fenadsef cobra pautas de servidores do inpi inmetro e suframa

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Entidade também discutiu no Planejamento semana passada pauta do PECFAZ e Embratur. No dia 21 participa de reunião na Justiça e segue cobrando agenda para demais setores de sua base

A Condsef/Fenadsef esteve no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) no último dia 15, onde foi recebida para reuniões em que a pauta girou em torno de pendências e demandas de interesse dos servidores do INPI, Inmetro e Suframa. Na semana passada, a entidade esteve no Ministério do Planejamento onde debateu agenda dos servidores administrativos fazendários (PECFAZ) e da Embratur. No dia 21 já está agendada reunião no Ministério da Justiça quando devem ser discutidas questões dos servidores do MJ, Funai e Arquivo Nacional. A Confederação ainda aguarda reagendamento de um encontro que ocorreria no Ministério da Cultura e segue cobrando agenda para os demais setores de sua base. Confira a seguir os principais destaques das reuniões.

INPI
Na reunião, que contou com a presença do presidente Fernando Feruti, a Condsef/Fenadsef fez um retrospecto das demandas e pendências dos servidores do INPI e reforçou que o objetivo central da categoria é retomar o processo de negociações a partir dos itens que constam no acordo assinado em 2015 com o governo. A entidade lembrou que a pauta já está protocolada no MDIC e no Planejamento, inclusive com um aviso ministerial tendo sido encaminhado pelo INPI com argumentos e fundamentos dos temas ainda pendentes. Foi celebrado um acordo de que Condsef/Fenadsef e Afinpi vão reencaminhar ainda este mês as reivindicações com todas as argumentações e fundamentos. Uma nova reunião ficou agendada para o dia 10 de abril onde a expectativa é de que se estabeleça uma diretriz de negociação com temas a serem encaminhados ao Planejamento.

INMETRO
Os gestores que integraram a reunião reforçaram que o objetivo central do encontro seria tomar conhecimento da pauta e dos argumentos e pleitos dos servidores do Inmetro para que pudessem dar os devidos encaminhamentos. A Condsef/Fenadsef e a Asmetro/SN reafirmaram aos gestores do MDIC que a solicitação de retomada de negociações está pautada integralmente nos itens ainda pendentes que estão no acordo firmado como o governo em 2015. A Asmetro/SN apresentou um estudo que aponta similaridades do Inmetro em atribuição, fiscalização e regulação com diversos órgãos, mas que as tabelas remuneratórias seriam muito discrepantes. A demanda central da categoria seria buscar a equalização da tabela remuneratória do Inmetro com o dessas instituições. Os gestores do MDIC solicitaram que as entidades protocolem ainda este mês uma proposta apontando esses estudos. Uma nova reunião também deve acontecer no dia 10 de abril.

SUFRAMA
A pauta central dos servidores da Suframa é a reestruturação do plano de carreira do setor. Como ocorrido com os demais setores, os gestores do MDIC solicitaram informações para que pudessem tomar conhecimento das reivindicações dos servidores. Novamente, Condsef/Fenadsef e Sindframa informaram que a intenção é dar prosseguimento às negociações a partir do que consta do termo de acordo firmado com o governo em 2015. O Sindframa levantou questionamentos sobre as diferenças salariais que existem entre instituições ligadas ao MDIC como, por exemplo, INPI e Inmetro, incluindo a forma como são concedidas as gratificações de qualificação. Um dos pontos é que não há GQ para nível médio como ocorre no INPI e Inmetro. Os critérios adotados para avaliação de progressão funcional dos servidores também são distintos. Na Suframa 50% progridem a cada 12 meses e 50% a cada 18 meses. A grade de remuneração também apresenta 20 padrões na Suframa enquanto INPI e Inmetro possuem 15 padrões. Condsef/Fenadsef e Sindframa vão encaminhar ainda este mês as demandas e argumentações levantadas e no dia 10 de abril uma nova reunião deve acontecer.

O objetivo é que até o dia 31 de maio o MDIC encaminhe ao Planejamento as pautas de todos os setores para que as negociações possam então ocorrer por lá. Incluindo também a pauta dos servidores administrativos do MDIC.

EMBRATUR
Na semana passada a Condsef/Fenadsef esteve no Planejamento. Entre as reuniões houve uma para tratar a pauta dos servidores da Embratur. O Planejamento informou que ainda não passou por lá a proposta do presidente da Embratur, Vincius Lummertz, de transformar o órgão em uma empresa pública de caráter privado do sistema “S”. Acompanhada por representantes dos servidores da Embratur, a Condsef/Fenadsef apresentou sua posição contrária a esse modelo e solicitou espaço para debater a questão com a categoria. Os representantes do Planejamento assumiram o compromisso de buscar uma agenda com o presidente Lummertz para passar a discutir a questão. Uma resposta deve ser dada em dez dias.

PECFAZ
Na semana passada a Condsef/Fenadsef esteve no Planejamento onde cobrou a retomada das reuniões para garantir o cumprimento dos termos de acordo firmados entre a entidade e o governo. Na ocasião foi pautada a demanda específica dos servidores do PECFAZ que possuem em termo de acordo a garantia pela busca da reestruturação da carreira, discussão de GQ, aglutinação de cargos, entre outras demandas. Segundo o Planejamento, ainda não há uma definição para o reinício das agendas de negociação. A Condsef/Fenadsef solicitou que o Planejamento formalize resposta aos ofícios que foram enviados solicitando a retomada das negociações. A entidade segue aguardando o retorno do ministério.

A resposta do representante do Planejamento foi de que o secretário ainda não tem uma definição do reinicio das agendas de negociações a Condsef/Fenadsef solicitou que o planejamento responda oficialmente os ofícios que enviamos sobre as questões que tratam dos servidores do PECFAZ, o planejamento se comprometeu de apresentar uma resposta nos próximos dias.

Pendências dos acordos de 2015
Todos os setores da base da Condsef/Fenadsef devem seguir atentos. A entidade vai seguir cobrando retorno das reuniões solicitadas e acompanhando todas as respostas que ficaram de ser encaminhadas à entidade. É preciso todas as categorias sigam atentas, pois existem várias cláusulas de acordos firmados ainda pendentes. É preciso estar alerta e mobilizado para garantir que os representantes do Planejamento não continuem saindo pela tangente quanto à retomada das negociações e ao cumprimento das pendências firmadas em acordo. Há uma visão deste governo de que todos os acordos já firmados e assinados estão prejudicados pela aprovação da emenda que congela investimentos públicos por 20 anos. Portanto, o atendimento dessas pendências vai depender de muita luta e mobilização por parte dos servidores. A Condsef/Fenadsef exigiu do governo uma resposta por escrito a respeito dessa tendência de não atender os acordos firmados e afirmou que vamos continuar cobrando o cumprimento de todos eles.

Fonte: Condsef

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servidores ampliam representa o nos conselhos administrativo e fiscal da geap

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No Conad (Administração) a “Nossa Chapa” obteve 2.814 contra 1.739 da chapa concorrente. No Confis (Fiscal) a “Nossa Chapa” venceu com 2.796 votos

A “Chapa 1 – A Nossa Chapa”, composta por representantes ligados à Condsef/Fenadsef, CNTSS, Fenadados, Anasps e Anesg, venceu as eleições para os conselhos de Administração e Fiscal da Geap Saúde. As eleições ocorreram no último dia15 de março. No Conad (Administração) a “Nossa Chapa” obteve 2.814 contra 1.739 da chapa concorrente. No Confis (Fiscal) a “Nossa Chapa” venceu com 2.796 votos. A chapa adversária contabilizou 1.767. Essa é uma importante vitória da unidade dos servidores que agora ampliam sua participação nas decisões relativas ao plano de autogestão que tem a maioria do Executivo e seus dependentes entre seus beneficiários. A Condsef/Fenadsef quer uma reunião com os representantes eleitos para o Conad e Cofins.

O objetivo é contribuir e construir com as demais entidades representativas dos servidores alternativas para viabilizar as plataformas que fizeram parte da campanha que levou a vitória da chapa. Entre as propostas da “Chapa 1 – A Nossa Chapa” está o trabalho para buscar uma contribuição paritária do plano com participação de 50% do governo e 50% dos trabalhadores. Hoje o governo arca com 15% do valor da mensalidade do plano enquanto a contrapartida dos servidores é de 85%. Ações judiciais contra reajustes abusivos das mensalidades também estão entre as prioridades da chapa dos trabalhadores. A “Chapa 1 – A Nossa Chapa” também quer a melhoria da rede credenciada em todo o país, o fim do voto de minerva do governo nas decisões sobre o plano e a presidência do Conad sendo exercida pelos servidores.

A proposta é consolidar uma gestão administrada pelos beneficiários do plano e, por isso, voltada para os interesses dos beneficiários. A luta pela mudança do modelo de sustentação financeira para tornar o plano mais acessível economicamente a todos é outro foco. Para conhecer outros pontos e acompanhar as plataformas de lutas da “Chapa 1 – Nossa Chapa” e os nomes dos representantes dos servidores eleitos para o Conad e Cofins da Geap Saúde acesse aqui.

Fonte: Condsef

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mais de 15 mil protestam em goi nia contra a reforma da previd ncia



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Servidores públicos federais em Goiânia se juntaram a dezenas de categorias, estudantes e a todas as Centrais Sindicais para, juntos, dizer um grande não ao governo golpista de Michel Temer e às suas reformas que visam apenas retirar direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira

Servidores públicos federais em Goiânia, organizados pelo Sintsep-GO e pelo Sintfesp GO/TO, se juntaram a dezenas de categorias, estudantes e a todas as Centrais Sindicais para, juntos, dizer um grande não ao governo golpista de Michel Temer e às suas reformas que visam apenas retirar direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira. Cerca de 15 mil pessoas protestaram neste 15 de março, nas ruas da capital. Confira aqui fotos da atividade.

O ato, organizado pela CUT/GO em parceria com vários sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais, reuniu trabalhadores do campo e da cidade que se concentraram na Praça do Bandeirante no centro de Goiânia. Trabalhadores da Saúde, Educação, Correios, urbanitários, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, entre outros, tomaram ruas e avenidas exigindo o fim da reforma.

“Nós percebemos que a população acordou. Nós, servidores públicos, trabalhadores da iniciativa privada, integrantes dos movimentos sociais, estudantes e os companheiros do campo estamos unidos contra essa reforma e várias outras medidas do governo Temer que retiram direitos da classe trabalhadora brasileira”, avaliou o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues.

Para o diretor do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás (Soego), Anselmo Calixto, é necessário lutar contra o massacre da classe trabalhadora promovido pelo governo golpista. “Nós, cirurgiões-dentistas estamos aqui para que não haja essa reforma da previdência e nenhuma outra tentativa, deste governo, de retirada dos nossos direitos”.

“Nós não aceitamos essa reforma. Os servidores federais estão unidos a todos os segmentos de trabalhadores e a todas as centrais sindicais contra as reformas do governo Temer. E nós estamos apenas começando. Quando o projeto for à votação, no Congresso, seremos milhões de brasileiros a exigir não somente o fim dessa reforma, mas o fim deste governo”, ressaltou a diretora do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência (Sintfesp GO/TO), Terezinha de Jesus Aguiar.

PEC 287
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 287/16) que trata da Reforma da Previdência já tramita no Congresso Nacional e pretende aumentar para 65 anos a idade mínima exigida para aposentadoria sem distinção entre homens e mulheres. Além de exigir 49 anos de contribuição, a proposta ainda dificultará o acesso a benefícios.

Conscientização
Para o presidente da CUT/GO, Mauro Rubem, a adesão às manifestações desta quarta-feira foi positiva e mostra que os goianos estão compreendendo a importância de se mobilizar contra as reformas da Previdência e Trabalhista. “Milhares de trabalhadores goianos do campo e da cidade saíram as ruas e protestaram contra esse retrocesso. Eles não querem voltar à época da escravidão quando não havia direito trabalhista. Nos colocamos de forma bastante clara: a Previdência fica e Temer sai!”, afirmou.

Pressão
Mauro Rubem ainda enfatizou que há uma pressão para que deputados federais e senadores se posicionem contra as reformas e que a CUT Goiás juntamente com o Fórum Goiano contra a Reforma da Previdência e demais centrais sindicais estão unidas em defesa da trabalhadora e do trabalhador brasileiro.

Além da capital, foram registradas – até o momento desta reportagem – manifestações em Rio Verde, Jataí, Anápolis e Cidade de Goiás.

Sintsep-GO com informações da CUT-GO
Clique aqui para ler a matéria da CUT-GO

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