sintsep go realiza elei es para dire o da entidade no tri nio 2016 2019

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Comissão Eleitoral conclama base a comparecer às urnas no próximo dia 7 de março para eleger direção da entidade

No próximo dia 7 de março deste ano, servidores(as) públicos(as) federais filiados(as) ao Sintsep-GO devem comparecer às urnas, entre as 8 e às 17 horas, para eleger a direção da entidade para o triênio 2016/2019. “É um momento de importância fundamental para o sindicato. Servidores e servidoras terão a oportunidade de exercer seu direito de definir os rumos da nossa entidade”, informa o presidente da Comissão Eleitoral do pleito de 2016 e servidor do MS, Leonel Mateus Lúcio.

Integrada também pelos(as) servidores(as) Edivaldo Bernardo de Lima (MS); Dimas Franco de Oliveira (MS); Raimundo Rodrigues Pereira (MS): Maria Leci Ribeiro de Oliveira (Pensionista); Francisco Ferreira de Sousa (MS); Vitalina de Fátima Lopes e Dilson de Almeida Serra, a comissão tem se esforçado ao máximo para garantir a plena participação dos(as) servidores(as) no processo.

Segundo a Comissão Eleitoral, nem todos os municípios terão urnas, embora a distribuição geográfica das mesmas tenha sido feita com objetivo de facilitar a votação por parte de todos(as) os(as) servidores/as (vide Art. 30 do Regimento Eleitoral do Sintsep-GO). “Aquele filiado(a) que quiser votar e não tiver urna em seu município, tem a opção de votar em municípios vizinhos, com maior densidade eleitoral (confira a íntegra do Edital com os locais de votação no quadro abaixo). Caso o(a) servidor(a) chegue em seu local de votação e seu nome não estiver na lista, ele/ela deverá votar em separado, tendo em mãos contra cheque atualizado, comprovando a consignação sindical (Art. 38 do Regimento Eleitoral).

É importante dizer que os documentos válidos para identificação de todos(as) os(as) servidores(as) votantes são a carteira de identidade, carteira funcional, carteira social do Sintsep-GO ou documento de habilitação. Os(as) mesários(as) já estarão instruídos para essa situação e poderão orientar com clareza àqueles(as) que estiverem nesta situação. Os votos em separado serão conferidos pela comissão eleitoral, que verificará se os(as) referidos(as) servidores(as) estavam aptos a votar e, posteriormente, terão seus votos misturados aos demais – sem identificação do voto, claro”, finaliza Leonel.

Mais informações ou questionamentos podem ser feitos diretamente à Comissão Eleitoral, ligando no Sintsep-GO: 0800-642-2010 e/ou (62) 3213-2000.

:: Confira aqui o JORNAL DO SINTSEP-GO (Edição de número 100), sobre as Eleições para o Triênio 2016/2019.

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
Para as Eleições SINTSEP-GO, Triênio 2016/2019

A Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Goiás (SINTSEP-GO), com base no Estatuto e no Regimento Eleitoral da Entidade e atendendo ao deliberado na Assembleia Geral Ordinária realizada dia 11 de dezembro de 2015, CONVOCA as eleições para renovação da Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e suplentes para o dia 7º de março de 2016 (segunda-feira), em primeira convocação, e, caso necessário, dia 04 de abril de 2016 (segunda-feira), em segunda convocação.

A votação ocorrerá no período compreendido entre 8 (oito) horas e 17 (dezessete) horas, em conformidade com o disposto no Regimento Eleitoral do Sintsep-GO. A respectiva apuração, tanto no primeiro quanto no segundo turno – caso este venha a ocorrer – se dará na primeira quarta-feira após o dia da eleição, a partir das 18 horas, na sede administrativa do Sintsep-GO, situada à Av. Olinto Manso Pereira, 910, Setor Sul, na cidade de Goiânia, Estado de Goiás.

Os integrantes eleitos da Comissão Eleitoral são: Leonel Mateus Lúcio (MS); Edivaldo Bernardo de Lima (MS); Dimas Franco de Oliveira (MS); Raimundo Rodrigues Pereira (MS): Maria Leci Ribeiro de Oliveira (Pensionista); Francisco Ferreira de Sousa (MS); Vitalina de Fátima Lopes e Dilson de Almeida Serra – eleita em ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA da categoria, realizada no dia 11 de dezembro de 2015, das 10h10 às 11h10 horas, no auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás – (alameda dos Buritis, nº 231 – Setor Oeste, Goiânia-GO).

Os LOCAIS/ÓRGÃOS NOS QUAIS HAVERÁ URNAS PARA VOTAÇÃO são: Funasa (1ª Regional de Saúde); Sintsep-GO (sede administrativa); Ibama; DFA Praça Cívica; DFA Laboratório; DNPM/DMME; 7ª CSM; Conab; DAMF Praça Cívica; Receita Federal; SRTE (Av. 85); Dnit; MD/PRF; Incra; Inmetro; Sesai (antiga Casa de Saúde Indígena); Funasa (sede); Funasa (Central de UBV); Funasa (Anápolis); SRTE (Anápolis); Base Aérea (Anápolis); Inmetro (Anápolis); Receita Federal (Anápolis); Cnen (Abadia de Goiás); Senador Canedo; Aparecida de Goiânia; Santa Helena; Quirinópolis; São Simão; Itumbiara; Goiatuba; Pontalina; Piracanjuba; Morrinhos; Caldas Novas; Pires do Rio; Catalão; Luziânia; Formosa; Simolândia; Posse; São Domingos; Campos Belos; Jaraguá; Goianésia; Rialma; Ceres; Nova Glória; Rubiataba; Uruaçu; Niquelândia; Mara Rosa; Porangatu; Goianira; Inhumas; Itapuranga; Goiás; Itapirapuã; Jussara; Iporá; Caiapônia; Piranhas; Aragarças; Trindade; São Luís de Montes Belos; Funasa (Rio Verde); Jataí e Mineiros.

As mesas coletoras de votos serão instaladas na sede do Sindicato, nas sedes de cada órgão e/ou local de trabalho na Capital e nas Cidades do Interior do Estado, onde houver no mínimo 10 (dez) servidores (as) filiados (as) ao SINTSEP-GO. O período para registro de Chapas será o compreendido entre os dias 1º (primeiro) e 10 (dez) do mês de fevereiro de 2016, nos termos do artigo 12 do Regimento Eleitoral.

Os interessados devem procurar a Secretaria da Comissão Eleitoral, que funcionará na sede do Sindicato, sito a Rua Dr. Olinto Manso Pereira (antiga Rua 94), nº 910, Setor Sul, Goiânia – GO, nos dias úteis, das 8 (oito) horas às 18 (dezoito) horas.

Em caso da necessidade de segundo turno, observar-se-ão os mesmos locais de votação previstos para o primeiro turno.

Goiânia – Goiás, 26 de janeiro de 2016.
Vicente Gonçalves Ribeiro
Presidente

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sintsep go entra na justi a contra aumento da geap

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Ação corre na dependência de outra, já impetrada pela Anasps na 22ª Vara Federal do DF e pede – em caráter liminar – que seja desconstituído o reajuste, cancelada a resolução nº 99 e que sejam restituídos os valores que por ventura já tenham sido descontados dos servidores

Nesta última semana, o Sintsep-GO impetrou ação na Justiça Federal, na 13ª Vara Federal, em Brasília, contra o aumento de 37,55% promovido pelo Grupo Executivo de Assistência Patronal (Geap), determinado no final de 2015, por meio da resolução n. 99. A ação será julgada pela juíza Edna Márcia Silva Medeiros Ramos.

De acordo com a assessoria Jurídica do Sintsep-GO, a ação corre na dependência de outra ação já impetrada pela Anasps na 22ª Vara Federal do DF e pede – em caráter liminar – que seja desconstituído o reajuste, cancelada a resolução nº 99 e que sejam restituídos os valores que por ventura já tenham sido descontados dos servidores.

Com o reajuste da Geap, a relação de manuteção do plano de Saúde entre governo e servidores ficaria alterada de 75% x 25%, em vez dos atuais 80% x 20%. “Na verdade, o aumento recairá somente nas costas dos servidores”, explica o tesoureiro do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues. “E isso é algo que não iremos aceitar”, complementa.

:: Número do Processo: 0010986-71.2016.4.01.3400

Suspensão
Para os filiados a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e Seguridade Social (Anasps) o percentual de 37,55% de acréscimo já está suspenso. A ordem de suspensão partiu do juiz Bruno Anderson Santos, da 22ª Vara do Distrito Federal (DF), que considerou o aumento abusivo, entendendo que o reajuste poderia prejudicar os segurados. Foi expedida uma liminar suspendendo a cobrança, até o fim do julgamento do processo movido pela Anasps. O problema é que a decisão se estende apenas aos filiados pela Anasps. No Brasil, esta ação de suspensão beneficiaria cerca de 55 mil servidores.

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) vinha tentando diálogo com a direção da Geap para buscar alternativas a essa decisão. A entidade continua reivindicando reuniões com representantes da Geap e do Ministério do Planejamento. Hoje, apesar da recente reposição de inflação publicada em portaria, a contrapartida paga pelo governo chega a ser inferior a 30%.

Para a Condsef, é urgente rediscutir os planos de autogestão. Não só a Geap como outros planos, como a Capsaúde, vem há tempos sofrendo com problemas administrativos chegando a receber advertência e mesmo intervenções da ANS. Hoje, quem detém maioria nos assentos dos conselhos de administração e finanças desses planos, de acordo com a Condsef, são indicações do governo. O governo, no entanto, é agente minoritário já que são os servidores, portanto, os trabalhadores, aqueles que arcam com maior parcela na manutenção dos planos. Portanto, nada mais justo que os servidores tenham prerrogativa de definir seus representantes para administração desse patrimônio.

A pressão em torno dos planos de autogestão não é recente. Há muito tempo, a Condsef defende a sustentação e o fortalecimento desse modelo já que historicamente atende servidores e seus dependentes com os preços mais competitivos do mercado de planos de saúde. A maioria dos assistidos é composta por pessoas acima dos 50 anos. A confederação diz que é importante assegurar o pagamento de valores justos e a segurança de assistência médica aos servidores e seus dependentes naturais, até que o Sistema Único de Saúde (SUS) ganhe a atenção fundamental por parte do governo e possa assumir integralmente sua missão de suprir a demanda por saúde da população brasileira.

Para a confederação, a decisão de suspender os reajustes foi importante para os servidores que terão seus salários reajustados em 5,5% só a partir de agosto deste ano. A Condsef continua defendendo o diálogo entre representantes dos servidores, do governo e da Geap com o objetivo de debater estratégias e soluções para que o plano continue prestando serviços levando em conta a realidade financeira de seus principais assistidos.

Sintsep-GO com informações da Condsef e do Sindsprev-PE

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servidores foco inclui discutir organiza o sindical e planos de sa de



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Condsef promove seminários sobre organização sindical e planos de autogestão ainda este semestre

As reuniões da Direção Nacional (DN) e do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Condsef, que aconteceram nos dias 18 e 19, referendaram um calendário de atividades para os próximos meses. Entidades de Goiás e de 18 estados (MT, SC, RJ, MS, RS, PE, TO, SE, CE, MG, AM, RO, PA, PI, BA, PR, SP, PB) e o Distrito Federal participaram das reuniões. Entre as resoluções está a promoção de seminários para debater em profundidade temas como organização sindical e planos de saúde de autogestão. Essas atividades estão sem data definida, mas vão acontecer ainda neste semestre. No bojo da discussão sobre planos de autogestão, o CDE também determinou uma consulta à assessoria jurídica da Condsef sobre o ingresso de uma Ação Civil Pública referente ao reajuste considerado abusivo proposto pela Geap.

Ainda no campo dos planos de autogestão, foi aprovada também a participação da Condsef e suas filiadas no processo eleitoral da Capesesp que vai acontecer em maio deste ano. Uma comissão já foi constituída para discutir o processo. No seminário sobre organização sindical a Condsef também debate as solicitações que vem recebendo de entidades interessadas em se filiar. O CDE deve tomar uma decisão a respeito desses pedidos após os debates que esse seminário vai possibilitar.

Encontros setoriais
Ainda neste primeiro semestre, a Condsef vai organizar e promover encontros com os setores de sua base. Os representantes dos departamentos devem ser convocados para esses encontros nos meses de abril e maio. Extraordinariamente, o encontro nacional dos servidores administrativos da AGU vai acontecer já neste próximo mês de março.

Para debater outras atividades unificadas com o conjunto dos federais, a Condsef e suas filiadas também participam da reunião ampliada do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) nos dias 27 e 28 de fevereiro. O fórum deve seguir discutindo os eixos que serão priorizados na defesa dos servidores e serviços públicos ao longo deste ano. Ainda no calendário de atividades, a Condsef participa nesta terça-feira, dia 23, de uma reunião da Auditoria Cidadã da Dívida que acontece em Brasília, às 9 horas.

O CDE aprovou também a participação da Condsef em um ato nacional no dia 31 de março contra os ajustes fiscais e as tentativas insistentes de retirar direitos dos trabalhadores. Na pauta desse ato está a luta contra uma nova reforma da Previdência, pela suspensão do pagamento da dívida, pelo fim do superávit primário e outros componentes apontados por muitos especialistas como prejudicais e que travam o desenvolvimento social e econômico do país.

Sintsep-GO com informações da Condsef

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dn e cde v o debater a es em defesa de servidores e contra redu o de direitos

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Nos próximos dias 18 e 19, Sintsep-GO participa, na sede da Condsef, em Brasília, de reunião da Direção Nacional (DN) e do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Confederação

Nos próximos dias 18 e 19, o Sintsep-GO participa, na sede da Condsef, em Brasília, de reunião da Direção Nacional (DN) e do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Confederação. Na pauta serão discutidas as próximas ações para combater a redução de direitos dos trabalhadores e para fortalecer a defesa dos servidores e serviços públicos. A Condsef deve levar sugestões levantadas nessas reuniões para o próximo encontro do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef). Nos dias 27 e 28 desse mês o fórum debate ações de resistência a novas intenções anunciadas pelo governo em propor uma nova Reforma da Previdência, entre outros temas.

Há uma intenção de promover seminários que envolvam este debate contra uma nova Reforma da Previdência e outros como planos de saúde de autogestão que atendem servidores e suas famílias e têm passado por crises administrativas. O objetivo é fortalecer esses planos e debater outros temas que preocupam e precisam ser encarados. Nesse contexto estão projetos que tramitam no Congresso Nacional e afetam diretamente a categoria. Com a retomada dos trabalhos no Congresso, o objetivo é promover trabalhos permanentes de força tarefa para garantir o debate em torno desses projetos.

A Condsef já se prepara para continuar trabalhando para que projetos que tramitam na Casa sejam avaliados garantindo que nenhum direito seja atingido. Nessa perspectiva, a entidade entrou em contato com o gabinete do deputado federal André Fufuca que está nomeado como relator da PEC 139/2015. Esta é a PEC que propõe o fim do abono de permanência. O objetivo é buscar uma reunião com o relator para apresentar argumentos e debater os impactos negativos da aprovação dessa proposta.

Outro projeto apontado como prejudicial é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 555 de 2015. O PLS tramita em regime de urgência e prevê a transformação de empresas públicas, nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal, em sociedades anônimas de economia mista. Na prática, a medida fomenta a privatização colocando patrimônios públicos a serviço do mercado. É preciso garantir o amplo debate com a sociedade, interessada direta no patrimônio que o PLS visa transmutar.

Entre os projetos que devem ter sua aprovação defendida estão a PEC 555/2006 que prevê o fim da cobrança de contribuição a servidores aposentados e pensionistas, imposta desde a reforma da Previdência de 2003, e a PEC 17/2014 que prevê a concessão de indenização a servidores intoxicados da ex-Sucam e já foi considerada uma questão humanitária por membros do próprio governo.

A Condsef também estará atenta aos projetos que são fruto dos processos de negociação que ocorreram ao longo de 2015. Citamos ainda a busca pela regulamentação definitiva da negociação coletiva no setor público. Um projeto (PLS 397/2015), de autoria do senador Antônio Anastasia, já está no Congresso Nacional e merece atenção. É importante reforçar que todos os esforços e a unidade em torno dessa agenda política vão continuar sendo essenciais para a consolidação de avanços nesse cenário de crise que ainda se mostra incerto.

Para muitos especialistas existem opções capazes de contornar o momento de crise que não passam pelo ataque a direitos e conquistas trabalhistas. É urgente debater essas alternativas e cobrar do governo ações que efetivamente corrijam os rumos e promovam aquecimento da economia sem afetar aqueles que promovem efetivamente seu crescimento. Encarar o problema da dívida pública é, sem dúvidas, um desses caminhos. O combate à sonegação sistêmica que só no ano passado fez com que o orçamento da União ficasse menor em quase R$ 500 bilhões é outra ação fundamental. Esses e outros pontos também devem ser tratados pelos servidores federais. A unidade e mobilização de todos vão continuar sendo determinantes para evitar que, mais uma vez, a classe trabalhadora arque com o ônus de uma crise que não foi criada por ela.

Sintsep-GO com Condsef

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sintsep go e servidores debatem poss vel reforma da previd ncia

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Fórum promove debate sobre Previdência e servidores devem se unir em combate à nova reforma pretendida pelo governo

Em anúncios recentes, a presidente Dilma Rousseff deixou clara a intenção do governo em priorizar, além da retomada da CPMF e aumento de outros impostos, uma nova Reforma da Previdência. É consenso entre a maioria que não se pode permitir a retirada de mais direitos da classe trabalhadora para aplacar uma crise que não foi criada pela categoria. Para garantir unidade em torno de uma resistência a mais essa tentativa de atingir os trabalhadores, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) deve promover debates e atividades contra mais essa tentativa de ataque aos nossos direitos. Nos dias 27 e 28 desse mês o fórum vai se reunir em mais uma reunião ampliada para debater ações de resistência e em defesa da ampliação de direitos dos trabalhadores.

Para muitos especialistas existem opções capazes de contornar o momento de crise que não passam pelo ataque a direitos e conquistas trabalhistas. É urgente debater essas alternativas e cobrar do governo ações que efetivamente corrijam os rumos e promovam aquecimento da economia sem afetar aqueles que promovem efetivamente seu crescimento. Encarar o problema da dívida pública é, sem dúvidas, um desses caminhos. O combate à sonegação sistêmica que só no ano passado fez com que o orçamento da União ficasse menor em quase R$ 500 bilhões é outra ação fundamental. Esses e outros pontos devem ser tratados nesse próximo encontro do fórum.

Após o carnaval, nos dias 18 e 19, a Condsef vai promover reuniões da sua Direção Nacional e do seu Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) – que contará com a presença do Sintsep-GO. Nesse momento, a maioria dos servidores federais também deve discutir e apontar estratégias para combater o avanço dessas tentativas de reduzir mais direitos dos trabalhadores. É importante que todos participem desse processo. A unidade e mobilização de todos serão determinantes para evitar que, mais uma vez, a classe trabalhadora arque com o ônus de uma crise que não foi criada por ela.

Sintsep-GO com Condsef

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condsef busca reuni o com relator de pec que prop e fim do abono de perman ncia

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Caso o Congresso aprove o fim do abono de permanência, só na esfera federal mais de 101 mil servidores qualificados podem deixar de atender a população brasileira

Foram retomados, na terça-feira, dia 2, os trabalhos no Congresso Nacional. Esse ano legislativo promete ser intenso e traz debates importantes e que devem chamar atenção dos servidores federais. A Condsef se prepara para continuar trabalhando para que projetos que tramitam na Casa sejam avaliados garantindo que nenhum direito seja atingido. Nessa perspectiva, a entidade já entrou em contato com o gabinete do deputado federal André Fufuca que está nomeado como relator da PEC 139/2015. Esta é a PEC que propõe o fim do abono de permanência. O objetivo é buscar uma reunião com o relator para apresentar argumentos e debater os impactos negativos da aprovação da proposta.

Caso o Congresso aprove o fim do abono de permanência mais de 101 mil servidores qualificados podem deixar de atender a população brasileira, isso só na esfera federal. Por se tratar de uma emenda constitucional, a PEC também pode impactar negativamente o atendimento nos Estados e Municípios. Para que o atendimento já precário à população não se torne ainda pior, a derrubada dessa PEC é considerada tão importante. Outro projeto apontado como prejudicial é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 555 de 2015. O PLS tramita em regime de urgência e prevê a transformação de empresas públicas, nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal, em sociedades anônimas de economia mista. Na prática, a medida fomenta a privatização colocando patrimônios públicos a serviço do mercado. É preciso garantir o amplo debate com a sociedade, interessada direta no patrimônio que o PLS visa transmutar.

Entre os projetos que devem ter sua aprovação defendida estão a PEC 555/2006 que prevê o fim da cobrança de contribuição a servidores aposentados e pensionistas, imposta desde a reforma da Previdência de 2003, e a PEC 17/2014 que prevê a concessão de indenização a servidores intoxicados da ex-Sucam e já foi considerada uma questão humanitária por membros do próprio governo. Sobre a famigerada reforma da Previdência de 2003, há no cenário também o risco de uma nova reforma, intenção anunciada pelo novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Devemos estar atentos.

A Condsef também estará atenta aos projetos que são fruto dos processos de negociação que ocorreram ao longo de 2015. Confira aqui os links desses PLs. A entidade já solicitação avaliação técnica dos projetos a suas assessorias jurídica e econômica. O objetivo é verificar se os conteúdos trazem correspondência total com o que foi firmado nos termos assinados durante o processo de negociações que deu origem aos PL´s. Devido ao volume de informações esses estudos devem demandar tempo. Só o PL 4250/15 tem 370 páginas.

Nesse cenário de propostas citamos ainda a busca pela regulamentação definitiva da negociação coletiva no setor público. Um projeto (PLS 397/2015) de autoria do senador Antônio Anastasia já está no Congresso Nacional e merece nossa máxima atenção. É importante reforçar que todos os esforços e a unidade em torno dessa agenda política vão continuar sendo essenciais para a consolidação de avanços nesse cenário de crise que ainda se mostra incerto.

Sintsep-GO com Condsef

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justi a suspende aumento na geap para previd ncia e seguridade social

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Confederação quer reunião com o governo para discutir planos de autogestão

Está suspenso o aumento de 37,55% que passaria a ser cobrado aos segurados da Geap a partir desta segunda-feira, dia 1º. A ordem de suspensão partiu do juiz Bruno Anderson Santos, da 22ª Vara do Distrito Federal, que considerou o aumento abusivo, entendendo que o reajuste poderia prejudicar os segurados. Foi expedida uma liminar suspendendo a cobrança, até o fim do julgamento do processo movido pela Anasps (Associação Nacional dos Servidores da Previdência e Seguridade Social). De fato, em muitos casos, a depender da faixa etária do segurado, o reajuste poderia até mesmo inviabilizar a permanência no plano. A Condsef vinha tentando diálogo com a direção da Geap para buscar alternativas a essa decisão. A entidade continua querendo reuniões com representantes da Geap e do Ministério do Planejamento. Hoje, apesar da recente reposição de inflação publicada em Portaria (veja aqui), a contrapartida paga pelo governo chega a ser inferior a 30%.

Para a Condsef, é urgente rediscutir os planos de autogestão. Não só a Geap como outros planos, como a Capsaúde, vem há tempos sofrendo com problemas administrativos chegando a receber advertência e mesmo intervenções da ANS (Agência Nacional de Saúde). Hoje, quem detém maioria nos assentos dos conselhos de administração e finanças desses planos são indicações do governo. O governo, no entanto, é agente minoritário já que são os servidores, portanto, os trabalhadores, aqueles que arcam com maior parcela na manutenção dos planos. Portanto, nada mais justo que os servidores tenham prerrogativa de definir seus representantes para administração desse patrimônio.

A pressão em torno dos planos de autogestão não é recente. A Condsef, desde sempre, defende a sustentação e o fortalecimento desse modelo já que historicamente atende servidores e seus dependentes com os preços mais competitivos do mercado de planos de saúde. A maioria dos assistidos é composta por pessoas acima dos 50 anos. Faz-se urgente continuar discutindo a situação dos planos de autogestão e buscar soluções definitivas para melhorá-los. É importante assegurar o pagamento de valores justos e a segurança de assistência médica aos servidores e seus dependentes naturais; isso até que o SUS (Sistema Único de Saúde) ganhe a atenção fundamental por parte do governo e possa assumir integralmente sua missão de suprir a demanda por saúde da população brasileira.

A decisão de suspender os reajustes foi importante para os servidores que terão seus salários reajustados em 5,5% só a partir de agosto deste ano. A Condsef continua defendendo o diálogo entre representantes dos servidores, do governo e da Geap com o objetivo de debater estratégias e soluções para que o plano continue prestando serviços levando em conta a realidade financeira de seus principais assistidos. Garantir o debate para ampliar a representatividade dos trabalhadores nas decisões centrais de gestão desses planos também se faz urgente.

Sintsep-GO com Condsef

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