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Com poucas categorias ainda aguardando agenda no Planejamento, processo de negociações caminha para desfecho

Mais de sete meses se passaram desde a primeira reunião com a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento, que aconteceu em março deste ano e deu início ao processo de negociações envolvendo reivindicações de mais de um milhão de servidores ativos, aposentados e pensionistas das Três Esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário). Pautado por um cenário político e econômico conturbado, o processo de negociações com servidores federais de 2015 foi marcado por muitas dificuldades. Próximo da conclusão das negociações para a maioria dos servidores do Executivo, a Condsef traça um retrospecto desse processo.

Nesta quarta-feira a expectativa é de que servidores da Area Ambiental firmem seu termo de acordo. Servidores do INPI, Inmetro e Agências Reguladoras seguem aguardando reunião que, segundo a SRT, deve acontecer apenas depois do feriado de 2 de novembro. Servidores do Dnit ainda não autorizaram a Condsef a firmar acordo, enquanto Incra e Cultura, que rejeitaram a proposta, também esperam uma oportunidade de se reunir e debater com o governo o que ainda não é consenso.

No começo dessa jornada, defendendo que esta não é uma crise da classe trabalhadora, os servidores federais buscaram por diversas vezes argumentar com o governo e garantir o atendimento de suas demandas mais urgentes. O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) apresentou um índice linear de reajuste de 27,3% como proposta. Considerado bastante razoável, o percentual envolve reposição de perdas acumuladas pelos federais e calculadas por estudo feito pelo Dieese a partir do IPCA de agosto de 2010 a julho de 2016, já descontados os 15,8% negociados com o governo em três parcelas (2013 a 2015), e um ganho real de 2%. Na contraproposta do governo, sempre alegando momento de crise, o índice apresentado foi o de 21,3%, dividido em quatro anos (2016 a 2019).

Este foi um enorme balde de água fria na categoria. Irredutível, com uma postura de que só negociaria outros itens da pauta de reivindicações dos servidores se a categoria concordasse em aceitar o índice proposto, o governo não deu outra saída aos servidores. Diversas categorias começaram a se organizar e deram início a movimentos de paralisação que no seu auge atingiu vários setores em todos os estados brasileiros. Unidos aos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somaram forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Planejamento servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Incra, Desenvolvimento Agrário, Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Iphan, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros.

Redução do prazo da proposta do governo
Depois de fazer com que a categoria esperasse dias por respostas, o Planejamento chegou a reapresentar a mesmíssima proposta rejeitada pela maioria dos servidores (21,3% em 4 anos). Isso terminou por ampliar movimentos de pressão já em andamento. Diante do aumento das mobilizações pelo Brasil, o governo concordou então em reduzir o prazo de sua proposta. O percentual oferecido passou a ser o de 10,8% em 2 anos. Ao longo desse processo, o cenário foi avaliado pela maioria do Executivo em diversas plenárias nacionais promovidas pela Condsef. O percentual virá incidindo sobre a remuneração total dos servidores, composta por Vencimento Básico e Gratificação, tanto dos ativos, como aposentados e pensionistas.

Apesar de bastante aquém da expectativa, a redução de prazo foi considerada importante já que não amarrará a categoria até 2020 que pode voltar a se mobilizar e buscar um novo processo de negociações com o governo em 2018. Além disso, no contexto haviam outras reivindicações consideradas importantes como a alteração na regra da contagem de pontos da gratificação para fins de aposentadoria. Essa nova regra será implantada em três etapas, entre 2017 e 2019. Também entre as propostas, o reajuste em benefícios como auxílio-alimentação, creche e plano de saúde.

Novo recuo do governo
Para complicar ainda mais o cenário já difícil, quando tudo parecia consolidado, no dia 14 de setembro, o governo, por meio dos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, anuncia um pacote de ajuste fiscal atingindo diretamente os servidores. Ao anunciar cortes no orçamento de 2015, o governo recua e aponta a reposição dos servidores, antes prevista para janeiro de 2016, somente para agosto do mesmo ano. Novo balde de água fria. Sob protestos, diante de todas as dificuldades, e ponderando todo o cenário, a maioria dos servidores decide firmar acordos dentro de propostas que contemplam outros itens considerados importantes.

Questões específicas
Os termos firmados com o governo até aqui, e que abrangem mais de 780 mil servidores, também contam com cláusulas que asseguram discussões específicas consideradas cruciais para as categorias envolvidas nas negociações. Essas cláusulas garantem que as pautas específicas das muitas carreiras da administração pública sigam sendo negociadas na busca de consenso com o governo de itens fundamentais. Os detalhes de cada termo e impactos nas tabelas salariais já firmados dos setores da base da Condsef, que representa a maioria do Executivo, podem ser consultados clicando aqui.

Vale lembrar que todos os servidores devem manter-se mobilizados e participando constantemente dos debates que envolvem o setor público. Ainda que muitas reivindicações não tenham sido atendidas, é importante considerar que este foi um processo de negociações que garantiu avanços importantes. A Condsef e todas as suas filiadas vão continuar buscando o atendimento das reivindicações que ainda ficaram pendentes e seguir cobrando o cumprimento do que foi firmado. Todos os esforços devem ser na direção de consolidar direitos e garantir novas e importantes conquistas no que diz respeito ao fortalecimento do setor público.

Fonte: Condsef

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mesmo com crise alguns servidores ainda veem vantagens no servi o p blico

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Mulheres são responsáveis pela queda na idade dos servidores federais e pela melhor formação, apesar de continuarem em menor número nos ministérios. População reclama do atendimento, e funcionários se queixam do salário

Os servidores estão mais jovens e escolarizados, mas as desigualdades continuam no serviço público federal. A presidente Dilma, primeira mulher a ocupar o Palácio do Planalto, não foi capaz de elevar a presença feminina na Esplanada, uma de suas promessas de campanha. Até o fim do ano passado, dos quase 600 mil servidores ativos, apenas 263 mil eram mulheres, 46%. Em apenas seis ministérios elas eram maioria: Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (60%), Saúde (58%), Previdência Social (55%), Turismo (54%) e Cultura (51%), segundo pesquisa da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Mesmo em quantidade reduzida, foram elas que derrubaram a idade média dos servidores.

Em 2005, de acordo com o Ministério do Planejamento, a idade média total entre os ativos era de 46 anos (resultado de 46 anos entre os homens e 45 anos entre as mulheres). Em 2015, caiu para 45 anos, porque o público feminino entrou mais jovem e baixou a média específica para 44 anos (o masculino se manteve). Outro dado oficial interessante é o de que não há mais analfabetos no serviço público. Há 10 anos, havia 34 analfabetos, 8.141 alfabetizados em cursos regulares e 32.196 com ensino fundamental incompleto. Hoje, o nível de escolaridade começa no ensino básico (30.182 pessoas). Apesar dos resultados favoráveis ao longo da gestão petista, a presidente vem perdendo o apoio do funcionalismo.

Embate
No Dia do Servidor Público, comemorado hoje, há pouco a festejar, destacam os trabalhadores que, insatisfeitos, travam um embate com o Executivo por reposição das perdas inflacionárias e valorização de carreira, entre outras pautas históricas. Várias categorias estão em greve. Cresce a cada dia o número de manifestações e atos de protesto. “As coisas não saíram como esperávamos. Continuaremos atentos para não perder direitos. Mas também não podemos dizer que não houve avanços, embora insuficientes. Conseguimos um espaço de diálogo e algumas concessões que antes sequer eram cogitadas”, lembrou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).

Fonte: Correio Braziliense – 28/10 (por Vera Batista e Mariana Areias)

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agu carreira dos administrativos ser tema de debate

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Condsef pede reunião no Planejamento e AGU para debater carreira de servidores administrativos

A Condsef encaminhou ofícios solicitando reuniões com o secretário de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. O objetivo é pautar e debater informações sobre o anúncio de um pacote para carreiras jurídicas e administrativas da AGU que deve ser feito por Adams e também pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Nesse anúncio estaria a criação de carreira administrativa específica dos administrativos da AGU, reivindicação histórica da categoria e que já conta com um acúmulo de debate. Essa notícia repercutiu na semana passada em diversos veículos de comunicação, no entanto, o anúncio formal ainda não foi feito. A Condsef espera que esse debate não seja feito sem a participação de representantes da categoria, uma vez que é um tema de interesse direto dos servidores.

Além da carreira para os administrativos com um plano de cargos e salários próprio, este pacote também deve incluir o pagamento de honorários de sucumbência aos advogados públicos, a regulamentação do exercício de advocacia particular para membros da AGU e a unificação das carreiras jurídicas da Casa. Ainda conforme a notícia, integrantes do governo afirmaram que a AGU e o Planejamento receberam o aval da presidente Dilma Rousseff para construir esse pacote de medidas.

Confira aqui a íntegra dessa notícia.

Sintsep-GO com Condsef

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dnpm e iec firmam acordo no planejamento

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Da base da Condsef, apenas três categorias ainda aguardam confirmação de reuniões: INPI, Inmetro e Agências Reguladoras

Na sexta-feira, dia 23, foram firmados acordos que garantem reposição de 10,8% em dois anos (ago/2016 e jan/2017) aos servidores do DNPM e Instituto Evandro Chagas (IEC/Primatas). Confira aqui os termos e tabelas. Mais de 780 mil servidores já firmaram acordo na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento. Da base da Condsef, apenas três categorias ainda aguardam confirmação de reuniões que devem acontecer na próxima semana. São elas: INPI, Inmetro e Agências Reguladoras. Servidores da Area Ambiental e do Dnit já tiveram reunião, mas ainda não autorizaram a Condsef que assine o termo com o governo e também precisam definir essa decisão nos próximos dias. Para os servidores do Incra e da Cultura, que já reportaram a rejeição da proposta do governo, a Condsef segue buscando uma agenda para debater as pendências que ainda persistem.

A SRT informou que como são categorias que já definiram em suas instâncias pela rejeição do que o governo apresentou, elas devem continuar aguardando um calendário de reuniões. Nas diversas reuniões ocorridas na SRT, ao longo desse processo de negociações, foi informado que nenhuma categoria deve receber tratamento diferenciado por parte do governo em relação aos percentuais de reposição apresentados.

A Condsef também busca alguns ajustes necessários e já confirmados pelo Planejamento. Entre eles está a inclusão de tabelas em termo do HFA referentes a servidores administrativos dos níveis auxiliar e intermediário. Foi detectada ainda a necessidade de ajuste em tabela remuneratória dos servidores de nível intermediário da Funai. Além disso, há um aditivo a ser incluído no termo dos servidores da Abin e tabela que assegura reposição de 10,8% em dois anos (ago/2016 e jan/2016) a servidores anistiados ainda não contemplados em termo de acordo. Todos esses ajustes já acordados devem ser feitos logo.

Também devem ser formalizados termos de acordo para reposição de dias parados de setores da base da Condsef que promoveram paralisações legítimas para buscar dissolução de conflitos nesse processo de negociações. Para servidores que tiveram ponto cortado ocasionado por esse motivo, a SRT alegou que não há possibilidade técnica para reverter os descontos já lançados em folha e se comprometeu a devolver valores descontados no próximo contracheque.

Sintsep-GO com Condsef

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ebserh remunera es com reajustes retroativos devem ser pagas em dezembro

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ACT firmado beneficia cerca de 17 mil empregados da Ebserh em todo o Brasil. Confira abaixo o termo de acordo assinado:

A Condsef tem recebido dúvidas de alguns empregados da Ebserh a respeito da prévia dos contracheques que não estão com valores atualizados a partir do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2015/2016 firmado no início deste mês. O ACT assegura reajuste de 7,7% nas remunerações e benefícios, retroativo a março deste ano. Sobre isso, a Ebserh informou que não foi possível promover a atualização dos valores a que cada empregado terá direito. Por isso, a nova previsão dada pela empresa é de que o pagamento será feito a todos no contracheque de novembro, pago no início de dezembro. O ACT firmado beneficia cerca de 17 mil empregados da Ebserh em todo o Brasil. Confira aqui termo de acordo assinado.

Ainda com relação ao ACT dos empregados da Ebserh, também foi assinado um protocolo e regimento (confira aqui) para instalação de uma mesa nacional permanente de negociações da Ebserh. A mesa deve ser instalada até o final deste mês para que demandas da categoria que ficaram pendentes já comecem a ser pautadas. Além do reajuste de 7,7% nas remunerações e benefícios, o ACT 2015/2016 dos empregados da Ebserh garantiu outros avanços e conquistas importantes e deve ser considerada uma vitória da categoria e sua capacidade de organização e mobilização.

ACT 2016/2017
A Condsef convoca a categoria a participar dos debates que devem acontecer nos estados para construção da pauta do ACT 2016/2017. A Confederação tem até o final de dezembro para apresentar a pauta que será defendida pelos empregados da Ebserh. O prazo para entrega do novo ACT deve ser de 60 dias antes da data base da categoria que é o mês de março. A Condsef reforça a importância de participação cada vez maior dos empregados nos processos de decisão envolvendo a categoria. É importante que os empregados procurem os sindicatos filiados à Condsef nos estados, tirem dúvidas e procurem participar dos processos para construir novas conquistas nas próximas negociações. Com unidade cada vez maior da categoria é possível continuar conduzindo os processos de debate com a empresa e conseguido novas e importantes conquistas funcionais.

Sintsep-GO com Condsef

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mais duas categorias devem fechar acordo com o governo nesta sexta

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Outras duas categorias da base da Condsef têm reunião confirmada no Planejamento: Instituto Evandro Chagas e DNPM

A Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento confirmou outras duas reuniões de categorias da base da Condsef para sexta-feira, dia 23. A próxima reunião confirmada para às 11 horas de sexta busca fechamento de acordo para servidores do Instituto Evandro Chagas (IEC/Primatas). Em seguida, às 12 horas, é a vez dos servidores do DNPM. Seguem aguardando a confirmação de agenda os servidores do INPI, Inmetro e Agências Reguladoras. A Condsef também busca alguns ajustes necessários e já confirmados pelo Planejamento. Entre eles está a inclusão de tabelas em termo do HFA referentes a servidores administrativos dos níveis auxiliar e intermediário. Foi detectada ainda a necessidade de um ajustes em tabelam remuneratória dos servidores de nível intermediário da Funai. Além disso, há um aditivo a ser incluído no termo dos servidores da Abin e tabela que assegura reposição de 10,8% em dois anos (ago/2016 e jan/2016) a servidores anistiados ainda não contemplados em termo de acordo. Todos esses ajustes já acordados devem ser feitos nos próximos dias.

Também nos próximos dias devem ser formalizados termos de acordo para reposição de dias parados de setores da base da Condsef que promoveram paralisações legítimas para buscar dissolução de conflitos nesse processo de negociações. A entidade reportou ao Planejamento que, por enquanto, recebeu informações de que servidores administrativos do Ministério da Fazenda em Roraima e no Rio Grande do Norte e servidores da Cultura em Minas Gerais detectaram desconto em seus contracheques de dias que devem repor. Como a paralisação foi suspensa desde o início de setembro, a Condsef não vê sentido em o governo promover esse desconto. No entanto, a SRT alegou que não há possibilidade técnica para reverter os descontos já lançados em folha e se comprometeu a devolver valores descontados no próximo contracheque.

Além dos que aguardam reuniões no Planejamento, dos setores da base da Condsef, servidores da Area Ambiental e do Dnit já tiveram reuniões, mas ainda devem informar à Condsef se vão autorizar a assinatura de termo com o governo ou não. Para os servidores do Incra e da Cultura, que já reportaram a rejeição da proposta do governo, a Condsef segue buscando uma agenda para debater as pendências que ainda persistem. A SRT informou que como são categorias que já definiram em suas instâncias pela rejeição do que o governo apresentou, elas devem continuar aguardando um calendário de reuniões.

O Planejamento deve primeiro receber as categorias que sinalizaram com a intenção de firmar acordo para debater o desfecho desse cenário de negociações. Tão logo esse ciclo se feche, a partir de então é que a SRT deve confirmar reuniões com esses setores. A Condsef vai continuar cobrando abertura de diálogo para a solução de pendências ainda existentes. Nas diversas reuniões ocorridas na SRT, ao longo desse processo de negociações, foi informado que nenhuma categoria deve receber tratamento diferenciado por parte do governo em relação aos percentuais de reposição apresentados.

Sintsep-GO com Condsef

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12 concut defende abono de perman ncia direito de greve e conven o 151



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Sintsep-GO participou da atividade e foi autor da proposta de luta contra o fim do abono de permanência

O Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (12º CONCUT) terminou na última sexta-feira, com a ampliação da representação da Condsef na direção da Central. Além de voltar a ocupar um cargo na direção nacional da CUT, a Condsef conta ainda com outros representantes de sua base da composição da direção formada com paridade de gênero. O 12º CONCUT aconteceu entre os dias 13 e 17 com o tema “Trabalho, Educação e Democracia”. Nas resoluções do congresso foi aprovado apoio a pautas urgentes dos servidores federais. Será priorizada pela Central e suas entidades a luta contra o fim do abono de permanência (proposta levada à mesa pelo tesoureiro do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues), pela regulamentação definitiva da negociação coletiva no setor público e em defesa do direito de greve.

Além disso, a CUT vai encampar um trabalho de força tarefa por uma frente em defesa do setor público no Congresso Nacional. Uma carta será direcionada ainda à presidente Dilma Rousseff detalhando e reforçando os eixos considerados fundamentais na consolidação e fortalecimento do setor público. A cobrança de itens que constam de uma agenda propositiva firmada por Dilma durante a campanha que culminou em sua reeleição também está entre ações que serão encaminhadas por esta nova direção da CUT que reconduziu Vagner Freitas à presidência da Central.

Agendas pendentes
Essa semana a Condsef continua cobrando da Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento a confirmação de um calendário de reuniões para setores de sua base que ainda buscam firmar acordo com o governo. Nessa lista de espera estão servidores do INPI, DNPM, Inmetro, Instituto Evandro Chagas (IEC/Primatas) e Agências Reguladoras. Servidores da Area Ambiental e do Dnit tiveram reuniões e devem informar à Condsef se vão autorizar a assinatura de termo com o governo. Para os servidores do Incra e da Cultura, que já reportaram a rejeição da proposta do governo, a Condsef segue buscando uma agenda para debater as pendências que ainda persistem. A SRT informou que como são categorias que já definiram em suas instâncias pela rejeição do que o governo apresentou, elas devem continuar aguardando um calendário de reuniões.

O Planejamento deve primeiro receber as categorias que sinalizaram com a intenção de firmar acordo para debater o desfecho desse cenário de negociações. Tão logo esse ciclo se feche, a partir de então é que a SRT deve confirmar reuniões com esses setores. A Condsef vai continuar cobrando abertura de diálogo para a solução de pendências ainda existentes. Nas diversas reuniões ocorridas na SRT, ao longo desse processo de negociações, foi informado que nenhuma categoria deve receber tratamento diferenciado por parte do governo em relação aos percentuais de reposição apresentados.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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Outros cinco setores da base da Condsef aguardam agenda na SRT

A Condsef firmou mais um acordo na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento. Dessa vez o termo envolve servidores da área de Ciência e Tecnologia (C&T) da administração direta, fundações e autarquias. O acordo segue os mesmos moldes dos já assinados anteriormente e garante reposição de 10,8% em dois anos (ago/2016 e jan/2017). Reajustes nos benefícios (alimentação, creche e saúde) também estão assegurados a partir de janeiro do ano que vem. No termo, o Ministério do Planejamento se compromete a viabilizar reunião com o Ministério de Ciência e Tecnologia, a Condsef e o fórum dos servidores da C&T para discutir a composição e funcionamento de um conselho e debater o aprimoramento do Plano de Carreira de Ciência e Tecnologia. Confira aqui a íntegra do termo e tabelas do acordo da C&T.

Outras cinco categorias da base da Condsef aguardam a confirmação de agenda de reunião na SRT para debater seus termos de acordo. Nessa lista de espera estão servidores do INPI, DNPM, Inmetro, Instituto Evandro Chagas (IEC/Primatas) e Agências Reguladoras. Servidores da Area Ambiental e do Dnit tiveram reuniões e devem informar à Condsef se vão autorizar a assinatura de termo com o governo. Para os servidores do Incra e da Cultura, que já reportaram a rejeição da proposta do governo, a Condsef segue buscando uma agenda para debater as pendências que ainda persistem. A SRT informou que como são categorias que já definiram em suas instâncias pela rejeição do que o governo apresentou, elas devem continuar aguardando um calendário de reuniões.

O Planejamento deve primeiro receber as categorias que sinalizaram com a intenção de firmar acordo para debater o desfecho desse cenário de negociações. Tão logo esse ciclo se feche, a partir de então é que a SRT deve confirmar reuniões com esses setores. A Condsef vai continuar cobrando abertura de diálogo para a solução de pendências ainda existentes. Nas diversas reuniões ocorridas na SRT, ao longo desse processo de negociações, foi informado que nenhuma categoria deve receber tratamento diferenciado por parte do governo em relação aos percentuais de reposição apresentados.

Acordo sobre dias parados
A Condsef também cobrou da SRT a formalização de termos de acordo para reposição de dias parados de setores que promoveram paralisações legítimas para buscar dissolução de conflitos nesse processo de negociações. A entidade reportou ao Planejamento que, por enquanto, recebeu informações de que servidores administrativos do Ministério da Fazenda em Roraima e no Rio Grande do Norte detectaram desconto em seus contracheques de dias que devem repor. Como a paralisação foi suspensa desde o início de setembro, a Condsef não vê sentido em o governo promover esse desconto. No entanto, a SRT alegou que não há possibilidade técnica para reverter os descontos já lançados em folha e se comprometeu a devolver valores descontados no próximo contracheque. Os acordos tratando dos dias parados ainda segundo a SRT também devem estar prontos para serem assinados na semana que vem.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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planejamento entrega tabelas de acordos firmados na semana passada

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As tabelas de cada categoria podem ser acessadas clicando, ao final da matéria, no campo correspondente

A Condsef foi até o Ministério do Planejamento buscar as tabelas de acordos que foram firmados na semana passada envolvendo servidores do PGPE e outras 15 carreiras. Além do PGPE, estão contempladas pelo termo (clique aqui) os administrativos da AGU, administrativos fazendários (Pecfaz), HFA, Imprensa Nacional, Embratur, administrativos da Polícia Rodoviária Federal, Funai, Arquivo Nacional, Agentes de Combate a Endemias, SPU, anistiados, médicos do PGPE, cargos criados pela Lei 12.277/10, Denasus e carreiras de leis específicas que podem ser conferidas no termo. As tabelas de cada categoria podem ser acessadas clicando ao final da matéria. O Planejamento também informou a Condsef que estão confirmadas reuniões para buscar fechamento de acordos com outras categorias da base da Confederação. Serão firmados acordos específicos daqueles que autorizarem a entidade a assinar termos.

Nesta quarta, 7, reuniões vão ter como pauta central temas das seguintes categorias: PCCTM, Fnde, Inep, Abin, Area Ambiental. Na quinta, 8, é a vez do Dnit e do Instituto Evandro Chagas (IEC/Primatas). As demais categorias devem aguardar a confirmação de reuniões para a semana que vem. Da base da Condsef apenas Incra e Cultura já determinaram em fóruns específicos que vão rejeitar proposta do governo e seguir buscando atendimento de pauta específica. O espaço de diálogo vai continuar sendo buscado pela Condsef. No entanto, nas diversas reuniões ocorridas na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT), ao longo desse processo de negociações, foi informado que nenhuma categoria deve receber tratamento diferenciado por parte do governo em relação aos percentuais de reposição apresentados (10,8% em 2 anos).

CONFIRA A SEGUIR AS TABELAS RELACIONADAS AO PGPE E DEMAIS CARREIRAS:

PGPE
PST
Administrativos AGU 
PecFaz
HFA
Imprensa Nacional
PCC
Embratur
Funai
SPU
Anistiados
DPRF
Agente Combate Endemias
Lei 12.277/10
Denasus
Ceplac
Inmet
Médicos PGPE

Confira ainda os novos valores dos benefícios (alimentação, creche, assistência saúde).

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