maioria do executivo rejeita novamente proposta de 21 3 em 4 anos

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Servidores buscam fim de impasse com intenso calendário de atividades e mobilizações

Com a participação do Sintsep-GO, a plenária nacional da Condsef, realizada nesta sexta-feira, dia 28, em Brasília, confirmou o que já era esperado. A maioria absoluta dos representantes de 80% dos servidores do Executivo Federal reafirmou que não aceita o índice de 21,3% dividido em 4 anos, reapresentado pelo governo na quarta-feira a noite. Na proposta (veja aqui) encaminhada pela Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento há ainda o reajuste em benefícios como auxílio-alimentação, assistência à saúde e pré-escolar e mudanças na média dos pontos da gratificação de desempenho para fins de aposentadoria que sofreriam alterações também ao longo de 4 anos. No entanto, a condição para que sejam encaminhados é a de que todos os itens da pauta devem ser considerados. Ou seja, para garantir um é preciso aceitar o outro. Analisando todo o cenário, a maioria dos servidores decidiu permanecer mobilizada buscando o fim deste impasse no processo de negociações. Uma nova plenária nacional da categoria está agendada para o dia 10 de setembro.

Uma das dúvidas centrais apresentadas pelos servidores diz respeito aos prazos legais para envio de projetos ao Congresso Nacional com previsão orçamentária para 2015. O Executivo tem até o dia 31 de agosto para encaminhar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) ao Congresso. Mas, pode encaminhar propostas envolvendo as demandas dos servidores depois desse prazo. Portanto, a categoria pode seguir defendendo o fim do impasse instalado no processo de negociações e cobrar alternativas ao índice que o governo tem insistido em manter. Um dos principais apelos dos servidores é garantir que perdas inflacionárias passadas sejam consideradas nesse cenário. Incluindo a inflação de 2015 que já supera os 9% e não está sendo considerada na proposta reapresentada.

Além de mais uma plenária agendada para o dia 10 de setembro, a plenária nacional da Condsef apontou uma nova marcha a Brasília para o dia 9 de setembro. Todos os esforços serão feitos na direção de fortalecer as mobilizações nos estados que já alcançam todas as regiões do País. Além dos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Planejamento servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Incra, Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Cultura, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros.

Para pressionar o governo e alterar o cenário que empurra esse índice de 21,3% em 4 anos que não trás qualquer garantia de reposição de perdas já acumuladas pela categoria, o processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil precisa se intensificar. A ofensiva de mobilização em todo o Brasil deve ser máxima. A Condsef segue recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora. A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento.

Sintsep-GO com Condsef

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plen ria nacional da condsef delibera sobre proposta do governo

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Além de rediscutir a proposta reapresentada, a plenária deve apontar rumos e diretrizes para o processo de mobilizações já em curso

Representantes de 80% dos servidores do Executivo Federal de todo o Brasil participam nesta sexta-feira, dia 28, de plenária nacional da Condsef que acontece em Brasília. A entidade que registra paralisações de atividades em 21 estados e no Distrito Federal de uma série de categorias coloca em discussão a proposta reapresentada ontem no final do dia pela Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento (confira aqui). A proposta manteve o índice de 21,3%, dividido em 4 anos; reajustou os benefícios (auxílio-alimentação para 458,00; assistência à saúde de 117,00 para 145,00 e assistência pré-escolar de 73,00 para 321,00) e garantiu a média dos pontos da gratificação de desempenho para efeito de aposentadoria dos servidores que atenderem a referente legislação, exercendo a vantagem por no mínimo 60 meses antes da aposentadoria, nos termos de 20% em 2017, 40% em 2018 e 40% em 2019, chegando aos 100%. Além de rediscutir a proposta reapresentada, a plenária deve apontar rumos e diretrizes para o processo de mobilizações já em curso.

Em Goiás, conforme deliberado em Assembleia Geral Extraordinária ocorrida nesta quinta-feira, dia 27, no auditório da coordenação da Funasa/GO, os servidores (com exceção da PFN) deliberaram o posicionamento de negociar a proposta do Executivo, com as seguintes ressalvas: 1) Que o período de vigência do acordo seja de dois anos (2016 e 2017); 2) Que a média dos pontos seja aplicada 100% de uma vez, ou que após os índices de 20, 40 e 40 sejam pagas as diferenças de forma retroativa; 3) Auxílio alimentação de R$ 600,00; 5)Que os reajustes salariais sejam tratados pela Mesa de forma contínua; 6) Vale Alimentação tenha seu valor equiparado ao da Justiça; 7) Que o índice de reajuste da assistência à saúde (per capita) seja o mesmo do auxílio creche; 8) Aumento de forma linear, para todos, conforme 2012; 9) Inclusão da inflação do período nos índices dos reajustes dos próximos anos; 10) Inclusão de todos os aposentados – inclusive os que antecedem de 2004 na nova medida de incorporação da gratificação pela média dos últimos cinco anos; 11) Como dia 31 é o último dia de discussão, faremos paralisação nacional. Este posicionamento foi repassado à Plenária Nacional da Condsef.

Ato
Nesta quinta, somando esforços na tentativa de tirar o processo de negociações do impasse que se instalou, milhares de servidores participaram de ato em frente ao Planejamento. Representantes da categoria conseguiram reunião com o secretário da SRT, Sérgio Mendonça, e sua equipe. Na reunião as entidades reforçaram a necessidade de atender a pauta unificada do serviço público. Uma reunião com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) ficou agendada para a próxima segunda, 31, às 10 horas. A reunião de hoje teve que acontecer na sede do Dnit, pois em protesto pelo tratamento considerado de descaso, servidores ocuparam as entradas e saídas de acesso ao Planejamento.

Além dos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Incra, Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Cultura, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros.

Até agora o governo tem ignorado os apelos que pediam para que fossem consideradas as perdas inflacionárias já acumuladas pelos trabalhadores do setor público. Incluindo a inflação deste ano que já supera os 9% e não está sendo considerada na proposta reapresentada. A Condsef segue defendendo a ampliação da pressão para alterar esse cenário que empurra índice de 21,3% em 4 anos e que não trás qualquer garantia de reposição de perdas já acumuladas pela categoria. Para isso, o processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil precisa se intensificar. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora. A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento.

Sintsep-GO com Condsef

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semana termina com marcha dos servidores e plen ria da condsef

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Servidores se unem em marcha nesta quinta-feira, dia 27, para cobrar saída do impasse instalado no processo de negociações com governo

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) que reúne 22 entidades representativas do conjunto de servidores das três esferas se une nesta quinta-feira, dia 27, em torno de uma marcha a Brasília. O objetivo é cobra do governo uma saída para o impasse instalado no processo de negociações com a categoria. Nesse momento, os servidores federais esperam que o governo apresente uma proposta alternativa ao índice de 21,3% dividido em 4 anos que a maioria absoluta da categoria rejeitou. Uma das intenções do movimento é fazer com que sejam levadas em conta perdas salariais concretas, incluindo a inflação desse ano, que já está na casa dos 9% e o governo não está considerando em sua proposta para os servidores. Com diversas categorias com registro de paralisações e mobilizações em 21 estados e no Distrito Federal, a Condsef convocou para esta sexta, dia 28, uma plenária nacional de sua base.

Para a entidade, o governo está fazendo uso da mesma tática adotada no processo de negociações de 2012, mantendo um cenário incerto para o processo até o limite do prazo para envio de propostas ao Congresso Nacional. Este prazo, pela lei orçamentária, se esgota no próximo dia 31 de agosto. O descontentamento com esses impasses no processo de negociação estão fazendo crescer as mobilizações em todo o Brasil. Resultados de assembleias promovidas nos estados apontam que movimento vai continuar aumentando ao longo dessa semana. Unidos aos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Ministério do Planejamento servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Incra, Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Iphan, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros em todas as regiões do País.

Para pressionar o governo e alterar o cenário que empurra esse índice de 21,3% em 4 anos que não trás qualquer garantia de reposição de perdas já acumuladas pela categoria, diversas categorias seguem em processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil. Com o processo de negociações cada vez mais comprometido também pelos prazos legais a ofensiva de mobilização em todo o Brasil deve ser máxima essa semana. A Condsef segue recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora. A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento.

Sintsep-GO com Condsef

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servidores devem refor ar mobiliza o em todo o pa s

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Governo empurra para esta semana resposta a servidores sobre proposta alternativa a índice de 21,3% em quatro anos

O governo voltou a frustrar os servidores federais que aguardavam, na última semana, resposta sobre proposta alternativa ao índice de 21,3% dividido em quatro anos, que cristalizou o processo de negociações na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento. Alegando dificuldades em conciliar as agendas entre o Planejamento e a presidente Dilma Rousseff, a SRT informou que possivelmente uma resposta deve ser apresentada nesta segunda, dia 24. Com o processo de negociações cada vez mais comprometido também pelos prazos legais para envio de propostas ao Congresso Nacional – proposta com previsão orçamentária para 2016 devem ser enviadas até o dia 31 deste mês – a ofensiva de mobilização em todo o Brasil deve ser máxima nesta semana. A Condsef está convocando uma plenária nacional de sua base para sexta-feira, dia 28.

Diversas categorias da base da Condsef, maioria do Executivo Federal, estão em processo intenso de mobilizações e paralisações para garantir proposta que considere perdas acumuladas pelos trabalhadores nos últimos anos; incluindo 2015 que já tem previsão inflacionária próxima dos 10%. Para pressionar o governo e alterar o cenário que empurra o índice que não trás qualquer garantia de reposição de perdas já acumuladas pela categoria, diversas categorias seguem em processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil. A Condsef já registra paralisação de atividades de diversos setores de sua base em 18 estados e no Distrito Federal.

Unidos aos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Ministério do Planejamento servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Iphan, Incra, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros em todas as regiões do País. A Condsef segue recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. “Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora”, reforçou o secretário-geral da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva. “A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento”, diz.

Esse cenário desfavorável exige que os servidores intensifiquem o processo de mobilizações se quiserem conquistar avanços e destravar os impasses instalados no processo de negociações. Com o tempo limitando cada vez mais o processo de negociações, somente um intenso movimento de unidade e pressão poderá mudar essa lógica imposta pelo governo.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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servidores seguem ampliando mobiliza o em todo o brasil

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Ainda sem respostas do governo, servidores do Executivo se unem ao Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somando forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Ministério do Planejamento

A Condsef tem recebido informações diárias que mostram o aumento dos movimentos de mobilização e paralisação de atividades de diversas categorias de servidores federais em todo o Brasil. A entidade, que representa 80% dos servidores do Executivo Federal, já registra paralisações em 18 estados e no Distrito Federal. Confira também imagens dos movimentos pelo Brasil que estão sendo enviadas pelas entidades filiadas e também por servidores mobilizados nos estados e que são postadas frequentemente na página institucional da Condsef no Facebook. Unidos aos servidores do Judiciário, INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados na mesa de negociações no Ministério do Planejamento – servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Saúde Indígena, Funasa, INPI, Agricultura, Funai, Ibama, Iphan, Incra, Instituto Evandro Chagas, administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e outros em todas as regiões do País.

A Condsef aguarda ainda uma resposta da Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento alternativa ao índice de 21,3% dividido em quatro anos, já rejeitado pela categoria. O governo cristalizou a aceitação desta proposta ao avanço de outros itens que interessam a categoria como a discussão de reajuste de benefícios (auxílio-alimentação, creche, plano de saúde) e debate sobre novas regras que considerem a média de pontos de gratificação para fins de aposentadoria. A insatisfação dos servidores do Executivo aumenta na medida em que o governo também dá sinais de que oferece tratamento diferenciado a outros setores. Essa semana foi anunciada proposta alternativa aos 21,3% em quatro anos para servidores do Judiciário. Essa alternativa teria sido fruto de um entendimento entre Planejamento e Supremo Tribunal Federal (STF) que traria índices superiores a 40%.

Os servidores do Judiciário seguem lutando para garantir atendimento de uma demanda específica do setor que representa, inclusive, índices acima de 40% necessários para repor perdas que a categoria acumulou ao longo dos anos. É legítimo que os servidores do Judiciário reivindiquem questões específicas, mas os servidores do Executivo, que enfrentam problemas estruturais, inclusive mais graves, não vão aceitar de forma passiva ser tratados pelo governo com diferenças mantendo e aprofundando distorções brutais entre os trabalhadores.

A Condsef segue recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. “Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora”, reforçou o secretário-geral da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva. “A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento”, diz.

Esse cenário desfavorável exige que os servidores intensifiquem o processo de mobilizações se quiserem conquistar avanços e destravar os impasses instalados no processo de negociações. Com o tempo limitando cada vez mais o processo de negociações, somente um intenso movimento de unidade e pressão poderá mudar essa lógica imposta pelo governo.

Sintsep-GO com Condsef

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servidores da sa de em goi s conseguem manter gratifica o por produtividade



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Depois de uma intensa mobilização – com protestos, vigílias e conversações – o Sindsaúde/GO, com apoio da CUT-GO e de companheiros do Sintsep-GO conseguiram, na manhã desta terça-feira, dia 18), barrar mais uma investida do governo de Goiás contra direitos dos trabalhadores da saúde. Eles conseguiram garantir a permanência da gratificação por produtividade. O Sintsep-GO tem a grata satisfação de militar ao lado de companheiros como o presidente da CUT-GO, Mauro Rubem, que não fogem à luta.

Com isso, os servidores federais que estão à disposição da SES/GO, e têm direito ao recebimento do bônus por produtividade, continuarão recebendo o benefício.

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condsef tem nove reuni es setoriais agendadas com o governo nesta semana

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Esta semana promete ser bastante movimentada para os servidores. De terça a quinta, a Condsef tem nove reuniões agendadas com a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento para tratar de questões setoriais.

No dia 19 estarão em pauta as demandas dos servidores das Agências Reguladoras, da Carreira de Ciência e Tecnologia (C&T) e da Asmetro. No dia seguinte serão discutidas as reivindicações específicas da Defesa e do Inpi. Para fechar a semana, na quinta-feira, em pauta o INEP/FNDE, Dnit, Ibama e Abin.

Além das reuniões da próxima semana, entre os dias 25 e 26 de maio, a Condsef tem outros cinco encontros já agendados com a SRT/MPOG. Dessa vez estarão em pauta os setores do Incra, Cultura, Suframa, IEC/Primatas e anistiados.

Campanha Salarial
Paralelo às discussões das questões setoriais, a Condsef está negociando com o Ministério do Planejamento a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2015. Na última quinta-feira, dia 14, a entidade se reuniu com a SRT para tratar do reajuste dos benefícios e da regulamentação da negociação coletiva no setor público (Convenção 151 da OIT – Organização Internacional do Trabalho).

O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, Manoel Messias, participou da reunião com a Condsef e o Planejamento. Ele explicou que a Convenção 151 da OIT tem sido discutida num fórum junto com as centrais sindicais.

Messias explicou também que a situação ainda não foi resolvida por questões políticas. Apesar de o governo federal já ter entrado em consenso, ainda faltam os estados e municípios fecharem a proposta. Lembrando que a regulamentação será comum às três esferas (União, Estado e Município).

Benefícios
Sobre o reajuste dos benefícios, o governo apresentou uma proposta. Ele ofereceu R$ 455,00 para o auxílio alimentação e R$ 321,39 para auxílio creche, que estão em R$ 373 e R$ 73,07, atualmente. O governo fez uma simulação sobre os valores da saúde suplementar. O menor valor, que hoje é R$ 82, passaria para R$ 110. Já o maior sairia de R$ 167 para R$ 204,49.

A Condsef discorda da proposta do governo. A luta é pela equiparação com os valores pagos no Legislativo e no Judiciário, já que todos saem da mesma fonte, a União. A confederação também discorda do prazo para implantação dos reajustes. O Planejamento fala em janeiro de 2016, mas a entidade quer em junho de 2015, já que não depende de previsão orçamentária. Como não houve entendimento, o Planejamento se comprometeu em marcar uma nova reunião para tratar desses assuntos.

Sintsep-GO com Condsef

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incerteza faz crescer protestos no executivo



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Em Goiânia, servidores públicos federais fecharam a BR-153 no perímetro urbano, em protesto à posição unilateral do governo nas negociações com a categoria. Planejamento promete para esta semana resposta sobre alternativa a índice de 21,3% em 4 anos

Ao longo da última semana a Condsef participou de inúmeras reuniões que debateriam reivindicações específicas de setores de sua base. Acompanhada de representantes de categorias, entre elas, Imprensa Nacional, INPI, Dnit, FNDE/Inep, Pecfaz, Tecnologia Militar, Incra, HFA, Arquivo Nacional, IEC/CNP, Area Ambiental, Funai, Abin, Cultura, além de AGU e reintegrados, a Condsef participou de todos esses encontros onde o discurso do governo se repetiu. A Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento reafirmou aos setores a proposta do governo já rejeitada pela maioria dos servidores que prevê um índice de 21,3% divido em 4 anos. O secretário, Sérgio Mendonça, reforçou que não estava autorizado a negociar nenhuma proposta específica, incluindo a reestruturação de carreiras. Disse que nesta semana espera ter uma resposta sobre se é possível uma proposta alternativa ao que já foi apresentado. Os relatos de todas as reuniões que a Condsef participou essa semana podem ser vistos na íntegra clicando aqui. Com a manutenção das incertezas, a paralisação de atividades de servidores cresceu essa semana em todo o Brasil e tende a continuar caso o governo insista em manter proposta já rejeitada.

Em Goiás, o Sintsep-GO, Sintfesp GO/TO e SintIFESgo fecharam, das 9 às 10 horas, uma pista do perímetro urbano da BR-153, em protesto à posição unilateral do governo nas negociações com a categoria. O ato repercutiu na mídia local (Jornal Opção / G1 / CBN / O Hoje), chamando a atenção do governo e da sociedade para a insatisfação dos servidores (confira aqui as fotos da atividade). Os trabalhadores protestaram também contra os cortes na saúde e na educação feitos pelo governo federal, além da apresentação de uma proposta satisfatória para negociação com as categorias. Veja o quadro de greves e mobilizações nos estados.

A insatisfação dos servidores do Executivo aumenta na medida em que o governo também dá sinais de que oferece tratamento diferenciado a outros setores. Essa semana foi anunciada proposta alternativa aos 21,3% em quatro anos para servidores do Judiciário. Essa alternativa teria sido fruto de um entendimento entre Planejamento e Supremo Tribunal Federal (STF) que traria índices superiores a 40%. Os servidores do Judiciário seguem lutando para garantir atendimento de uma demanda específica do setor que representa, inclusive, índices acima de 40% necessários para repor perdas que a categoria acumulou ao longo dos anos. É legítimo que os servidores do Judiciário reivindiquem questões específicas, mas os servidores do Executivo, que enfrentam problemas estruturais, inclusive mais graves, não vão aceitar de forma passiva ser tratados pelo governo com diferenças mantendo e aprofundando distorções brutais entre os trabalhadores.

Protestos diante de Dilma
Essa semana a Condsef também participou do encontro com a presidente Dilma Rousseff num diálogo com movimentos sociais. Na oportunidade, a Condsef e o Sindsep-DF promoveram um proposta em frente a presidente erguendo cartaz que dizia: Dilma, defenda o mandato: Atenda os servidores. Abaixo o Plano Levy-Renan. Os dizeres fazem alusão ao projeto de ajuste defendido pelo ministro da Fazenda que junto com a Agenda Brasil, proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, impõe derrotas a classe trabalhadora e podem manter o país mergulhado na crise por muito mais tempo.

A Agenda Brasil é uma ameaça a direitos. Entre as propostas da agenda está a regulamentação dos trabalhadores terceirizados, fala sobre revisão dos marcos jurídicos que regulam áreas indígenas, propõe flexibilizar licenças ambientais, sugere mudanças no funcionamento do SUS e da Previdência Social, propondo de forma genérica “ampliar a idade mínima para aposentadoria“. A lista de medidas propostas pela agenda – consideradas temerárias – pode ser consultada no site do Senado.

Enquanto não ouvir a voz daqueles que foram determinante na condução ao seu segundo mandato, a presidente Dilma terá dificuldades em atravessar essa crise que se mostra também e é, principalmente, uma crise política. Não se pode aceitar que absolutamente todas as medidas de ajuste e políticas de austeridade que estão sendo propostas recaiam sobre a classe trabalhadora. É impossível que os trabalhadores, incluídos aí os trabalhadores do setor público, admitam que um retrocesso em suas conquistas seja imposto nesse cenário de austeridades de uma crise que não foi provocada pela classe trabalhadora.

A Condsef vai seguir recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. “Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora”, reforçou o secretário-geral da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva. “A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento”, diz.

Esse cenário desfavorável exige que os servidores intensifiquem o processo de mobilizações se quiserem conquistar avanços e destravar os impasses instalados no processo de negociações. Com o tempo limitando cada vez mais o processo de negociações, somente um intenso movimento de unidade e pressão poderá mudar essa lógica imposta pelo governo.

Fonte: Sintsep-GO Condsef

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sintsep go promove curso sobre obra o capital de karl marx

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O curso, que é gratuito, será ministrado nos dias 22 e 24 de agosto, pelos professores Doutores Davi Maciel (UFG) e Gilson Dantas (UNB). Haverá certificado de participação de 12 horas

O Sintsep-GO, em parceria com os professores doutores Davi Maciel (UFG) e Gilson Dantas (UNB), oferece aos filiados, familiares e interessados o curso introdutório e popular da obra “O capital”, obra estruturante do pensamento marxista de Karl Marx. O curso é gratuito e será ministrado nos dias 22 e 24 de agosto. No sábado, as atividades vão das 8h30 às 17 horas e, na segunda-feira, têm início às 19 horas (apresentação de filme). Todo o curso será realizado na sede do Sintsep-GO (Rua Olinto Manso Pereira, 910, St. Sul).

De acordo com o professor Gilson Dantas, “o objetivo do curso é despertar o interesse do público para o qual esse livro foi escrito (a classe trabalhadora e estudantes) através de um resumo sucinto dos seus pontos fundamentais, mostrando de onde vem a riqueza no capitalismo, como o sistema funciona e a exploração e tormenta da classe trabalhadora a única com força para mudar tudo isso. O curso pretende mostrar como O capital é a desconstrução de um castelo de mentiras e como ele expõe o lugar do trabalhador como escravo moderno, alienado, mas ao mesmo tempo sua potência como classe que tudo produz e tudo pode”, explica.

Questões como “De onde vem a riqueza na nossa sociedade?”, “De onde vem e como funciona o capitalismo?” e aspectos ligados à concentração da riqueza e as crises econômicas, bem como à exploração do trabalho e o lugar do proletariado no capitalismo serão abordadas de forma dinâmica, numa visão abrangente e não academicista, com um didatismo que desperte o interesse de vários perfis de público com debates e construção de conceitos a partir de situações práticas.

Serão fornecidos certificados aos participantes. Como as vagas são limitadas, é necessário que se faça reserva com antecedência pelos telefones (62) 3213-2000 / 0800 642 2010.

Confira a ementa do curso:
Aula 1 – Mercadoria: importância do conceito. Como funciona a produção capitalista (através de 3 perguntas) = De onde surgem as primeiras grandes fortunas capitalistas, isto é, o próprio sistema? [ Por que o capitalismo surge naquele momento e naquele lugar se desde antes já existia capital e também o trabalho?] Se a produção no capitalismo não obedece a nenhum plano, por que o sistema não se desintegra? [Se o sistema não obedece à vontade de nenhum capitalista individual, o que mantem o sistema funcionando e impede o caos?] Por que a troca de equivalentes (mercadorias que são trocadas porque possuem valor igual) gera a desigualdade? [De onde vem a riqueza? Qual o mecanismo fundamental de funcionamento do capitalismo?]

Aula 2 – Como funciona a produção e o capitalismo de conjunto. Uma pergunta: Por que o capitalismo fica mais moderno e mais produtivo, e nem por isso se torna mais lucrativo (maior taxa de lucro médio)?

Aula 3 – Tendência do capitalismo à crise, estagnação secular, oligopólios e a saída proletária da planificação democrática. Uma pergunta: Por que a prosperidade não gera mais prosperidade e sim, em certo momento, crise, estagnação? [De onde vem a tendência recorrente do sistema à estagnação e crise?]

 

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minist rio rompe com entidades

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Ministério do Planejamento informou ontem que vai rescindir o contrato assinado com o Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em função de denúncias da Operação Lava Jato

O Ministério do Planejamento informou ontem que vai rescindir o contrato assinado com o Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC). O rompimento ocorre em função das denúncias apresentadas 17ª e 18ª fases da Operação Lava Jato.

De acordo com a PF, a Consist Software, empresa envolvida na Lava Jato, ficou responsável pela gestão de empréstimos consignados concedidos a servidores federais, que foram acordados entre o Ministério do Planejamento, a ABBC e o Sinapp.

O ministério diz que também abriu sindicância para investigar possíveis irregularidades. A expectativa é que esse processo dure 30 dias, com a possibilidade de prorrogação por mais 30, se necessário.

A autarquia explica que, até 2008, o modelo de gestão de consignações na folha de pagamento era descentralizado, ou seja, cada órgão de governo realizava os lançamentos dos descontos nos contracheques dos servidores e pensionistas.

Os contratos passaram a ser operados pelo Planejamento a partir de fevereiro de 2008 para tornar o processo mais barato e para diminuir a possibilidade de descontos indevidos.

Em 2009, o órgão assinou um acordo de cooperação com a Sinapp e com a ABBC, entidades que representavam as principais empresas que forneciam crédito consignado aos servidores. O objetivo era controlar a margem consignável dos servidores em tempo real, por meio de um sistema. A operação desse sistema era feita por uma empresa contratada pelas entidades, a Consist, que repassava 40% do valor que recebia do negócio a empresas indicadas por Alexandre Romano, advogado e ex-vereador do PT em Americana (SP) preso ontem, e pelo lobista Milton Pascowitch.

Fonte: Folhapress

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