sintsep go abre vagas para cursos de inform tica



.

Matrículas estão abertas do dia 3 ao dia 7 de agosto, com aulas iniciando no dia 15/08

O Sintsep-GO informa que, do dia 3 ao dia 7 de agosto, estarão abertas as matrículas para os cursos de Informática no Centro Cultural Márcia Jorge.

As vagas são direcionadas aos filiados/as – especialmente àqueles que já estão aposentados, pelo caráter de inclusão digital do curso – são para os módulos de Iniciação à Informática e Avançado. As aulas são ministradas às segundas e quartas e terças e quintas-feiras. Os cursos terão início no dia 15 de agosto.

Mais informações e inscrições podem ser obtidas com Irinéia, na Casa de Apoio José Genuíno, pelos telefones (62) 3932-4203 / 0800 604 2010.

VEJA MAIS

palavra final sobre acordo com governo ser da base define sintsep go



.

Servidores discutem cenários de acordos com o governo e decidem que, independente do índice a ser negociado, palavra final em Goiás virá da Base, após assembleias setoriais nos órgãos

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada na manhã desta quinta-feira, dia 30, no auditório da coordenação da Funasa-GO, servidores da base do Sintsep-GO de diversos órgãos ouviram do secretário-geral do Sintsep-GO e também diretor da Condsef, Gilberto Jorge, as diversas alternativas de negociação com o governo que estão sendo estudadas e debatidas pelo Fórum Nacional das Entidades do Serviço Público Federal.

A proposta inicial do governo foi um reajuste de 21,3% em quatro anos (contra 27,3% dos servidores em uma vez), com possibilidade de revisão dos índices se a inflação do período for maior que o previsto. “Caso seja aprovada esta forma, o governo se comprometeu a negociar as demandas específicas que são a média dos 5 anos para cálculo de gratificações na aposentadoria, reajuste de benefícios, equalização das carreiras tendo por referência a Lei 12.277/2010, Convenção 151, bem como a reestruturação e criação das diversas carreiras setoriais”, apontou Gilberto.

Como contraproposta, após o Fórum dos servidores reiterar a proposição de 27,3% em parcela única, o governo respondeu dizendo da possibilidade de discutir em duas vezes, reduzindo porém o índice para 10,5% (2016 e 2017).

Por fim, foi relatado que o Fórum dos servidores lançou uma nova contraproposta, de 19,7% em parcela única, ou no máximo duas de 9,4% (2016/2017), mantendo a discussão das demandas específicas dos setores.

Diante deste impasse, o Sintsep-GO vai participar de Ato Nacional e do próximo encontro do CDE da Condsef, ambos em Brasília, nos dias 6 e 7 de agosto, quando haverá então uma maior definição no processo de negociação com o governo. Na terça-feira, dia 28, o Sintsep-GO integrou ainda caravana de servidores de Goiás no ato da CUT, que marchou, na Esplanada dos Ministérios, contra o ajuste fiscal apresentado pelo governo (confira aqui as fotos da atividade).

“O mais importante é que a palavra final sobre o acordo com o governo – independente do índice – virá da Base, a partir de assembleias setoriais nos órgãos”, reiterou o tesoureiro da entidade, Ademar Rodrigues. “Em Goiás, quem vai dizer se aceita acordo, ou não, serão os servidores”, finalizou Ademar.

VEJA MAIS

sintsep go convoca assembleia geral extraordin ria

.

Atividade ocorre nesta quinta-feira, dia 30, às 9 horas, no auditório da coordenação da Funasa/GO

O Presidente do SINTSEP-GO, na forma prevista no Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Goiás – SINTSEP/GO CONVOCA todos os/as seus/suas filiados/as a participarem de Assembleia Geral Extraordinária nesta quinta-feira, dia 30 de julho, às 9 horas em primeira chamada e às 10 horas em segunda chamada, no auditório da coordenação da Funasa/GO, situado à Rua 82, 179, Setor Sul, Goiânia-GO, para discutir e deliberar sobre os seguintes pontos de pauta:

1) Informes;
2) Deliberação sobre indicativo de greve em Goiás;
3) Encaminhamentos.

A participação de todos é fundamental!

Goiânia-GO, 29 de julho de 2015.
Vicente Gonçalves Ribeiro
Presidente do SINTSEP-GO

VEJA MAIS

governo marca duas novas reuni es com servidores

.

Em meio a impasses nos processos de negociação, Planejamento confirma duas novas reuniões com Condsef nesta quarta-feira, dia 29

Em um processo de negociações com o governo mergulhado em incertezas, servidores federais da base da Condsef, que representa 80% do Executivo Federal, partem para a construção de um processo de greve geral a partir desta segunda-feira, dia 27. No início desta semana, a Condsef enviou ofício informando a decisão da maioria da categoria a todos os ministros. Muitas categorias já iniciaram um movimento de greve como é o caso dos servidores do INSS, professores e técnicos administrativos das universidades, servidores do Judiciário e outros. A decisão de promover um aprofundamento do processo de mobilização veio das últimas conversas com a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento que condicionou avanços nos processos de negociação a aceitação de um índice de reposição da previsão inflacionária de 21,3% dividido em 4 anos. Na sexta-feira, a Condsef recebeu a confirmação de duas novas reuniões na SRT nesta quarta-feira, dia 29.

A primeira reunião acontece às 15 horas (veja ofício) e deve dar continuidade ao processo de negociações envolvendo demandas específicas de cerca de 500 mil servidores, entre ativos, aposentados e pensionistas que compõem carreiras como PGPE (Plano Geral de Cargos do Poder Executivo), CPST (Carreira da Previdência, Saúde e Trabalho, incluindo Funasa), PECFAZ (Plano de Cargos dos Administrativos Fazendários), e similares. A segunda (veja ofício) está prevista para as 17 horas e vai tratar a pauta específica dos servidores do Inmetro. Na oportunidade a Condsef irá cobrar agenda de reuniões com os demais setores de sua base.

Intensificar mobilizações
Para a Condsef, o cenário exige que os servidores intensifiquem o processo de mobilizações se quiserem conquistar avanços e destravar o impasse que se instalou. A categoria não deve permitir que o atendimento de reivindicações urgentes fique condicionado a aceitação de uma proposta já rejeitada e extremamente prejudicial. Com o tempo limitando cada vez mais o processo de negociações, somente um intenso movimento de unidade e pressão poderá mudar essa lógica imposta pelo governo.

Nesta terça, dia 28, a Condsef, além de outras entidades, participa de uma atividade convocada pela CUT em frente ao Ministério da Fazenda. O objetivo é cobrar uma mudança de rumos na política econômica que já se mostrou ineficaz e mergulha cada vez mais o Brasil numa de suas crises mais graves. É preciso reagir. Não se pode aceitar de forma pacifica que essas imposições e políticas de ajuste que só servem para atender interesses de poucos seja o fio condutor de um país com os problemas e complexidades do Brasil.

Sintsep-GO com Condsef

VEJA MAIS

comunicado servidores federais podem entrar em greve a partir desta segunda 27

.

Servidores públicos federais no Estado de Goiás podem entrar em greve a partir desta segunda-feira, dia 27 de julho

O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal em Goiás (Sintsep/GO), entidade sindical legalmente constituída, inscrita sob CNPJ nº 25.107.368/0001-84, com sede na Rua Dr. Olinto Manso Pereira (Antiga 94) n. 910, Setor Sul, Goiânia-GO, neste ato representado por seu presidente, Vicente Gonçalves Ribeiro vem, respeitosamente, informar à população goianiense que:

Durante Plenária Nacional dos Servidores Públicos Federais, realizada no dia 18 de julho do corrente ano, em Brasília, a categoria PODERÁ deflagrar movimento grevista por tempo indeterminado, a partir do dia 27 de julho deste ano, tendo em vista a negativa do Governo Federal em negociar e atender as justas reivindicações salariais, contidas na PAUTA GERAL DE REIVINDICAÇÕES DOS SERVIDORES, estabelecida e negociada nacionalmente pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, conforme seguem: Política salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias; Reajuste linear no índice de 27,3%; Estabelecimento de Data-base em 1º de maio; Direito a negociação coletiva (Convenção 151 da OIT); Paridade salarial entre ativos e aposentados; Retirada dos Projetos do Congresso Nacional que atacam os direitos dos servidores; Aprovação imediata dos Projetos que tramitam no Congresso Nacional de interesse dos servidores; Isonomia salarial e de todos os benefícios entre os poderes.

Cumpre salientar que este Sindicato é entidade sindical de primeiro grau e representa os interesses dos servidores públicos, empregados e trabalhadores vinculados à Administração direta, indireta, fundacional e autárquica dos poderes da União e das empresas públicas federais, sejam eles regidos pelo RJU, pela CLT ou por qualquer outro vínculo jurídico que venha a ser criado no âmbito da Administração Pública Federal, ativos, aposentados e pensionistas, inclusive aqueles provenientes de convênios que têm o objetivo de implementar ações da Administração e do Serviço Público e prestadores de serviço que percebam remuneração de forma direta ou indireta da União Federal.

A presente comunicação visa o cumprimento dos requisitos formais que regem o movimento paredista, na forma da lei. Informa, ainda, que serão mantidos os serviços essenciais, também na forma da Lei.

Atenciosamente,
Vicente Gonçalves Rodrigues
Presidente do SINTSEP-GO

VEJA MAIS

greve geral no setor p blico se torna mais iminente a cada dia



.

Em Goiânia (GO), o Sintsep-GO promoveu atividade que paralisou ruas do centro da Capital, deixando um recado claro ao governo de que os servidores, em Goiás, estão mobilizados e prontos para a luta

Com a determinação do governo em condicionar avanços nos processos de negociação a aceitação de proposta de reajuste de 21,3% dividida em 4 anos e já rejeitada pela maioria, servidores promoveram nesta quarta-feira, dia 22, um dia de mobilização com paralisações em todo o Brasil. Em Goiânia (GO), o Sintsep-GO promoveu atividade que paralisou ruas do centro da Capital, deixando um recado claro ao governo de que os servidores, em Goiás, estão mobilizados e prontos para a luta (confira matéria aqui). Em Brasília, mais de 5 mil servidores de diversas categorias das Três Esferas marcharam pela Esplanada dos Ministérios. A atividade, convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) e que abre caminho para uma greve geral no setor, terminou em frente ao Palácio do Planalto onde uma comissão de representantes das 22 entidades que compõem o fórum foi recebida na Secretaria-Geral da Presidência da República. Assessores do ministro Miguel Rossetto, que estava viajando, se comprometeram a levar a demanda dos federais até seu conhecimento. A categoria pede intervenção junto ao Ministério do Planejamento para que o processo de negociações saia do impasse que se instalou. A expectativa é de que uma nova reunião na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) seja confirmada para tentar encontrar um denominador comum neste processo de diálogo.

Sem propostas concretas, apenas verbais, e num cenário de incertezas, algumas categorias já deram a partida para a greve como é o caso dos servidores do INSS, professores e técnicos das universidades federais, categorias do Judiciário, além de outros setores prontos para adesão ao movimento. Servidores da base da Condsef, 80% do total de servidores do Executivo Federal, aprovaram greve a partir de segunda, 27. Um comunicado informando a decisão da categoria já foi enviado a todos os órgãos competentes, incluindo os ministros de todos os ministérios (veja aqui ofício padrão). A decisão só se reverteria caso o governo apresentasse proposta formal levando em conta o conjunto de demandas apresentadas, sem condicionar o processo de negociações a apenas um item em debate. Os servidores estão dispostos a discutir uma proposta com a redução do prazo de quatro anos que está sendo imposto pelo governo.

Além de continuar contando com a apresentação de propostas concretas para outras pautas urgentes apresentadas, a categoria espera que nesse processo o governo leve em consideração também o índice de inflação apontado para este ano e que já gira em torno de 9%. A preocupação é que a categoria não continue amargando perdas salariais que já foram sentidas no último reajuste de 15,8% concedido ao longo de três anos (2013-2014-2015). Esse percentual, inclusive, já foi descontado pela categoria quando solicitou reajuste de 27,3% para 2016 para repor perdas acumuladas nos últimos anos, com 2% de ganho real.

O debate entre os servidores e também a unidade da categoria são fundamentais nesse momento. É determinante garantir o reforço na luta em defesa de avanços e pelo atendimento das demandas mais urgentes dos federais. Somente a unidade e uma pressão intensa serão capazes de garantir avanços esperados pela maioria. É preciso que a categoria esteja pronta para dar uma resposta efetiva ao governo de que não será aceita a imposição da culpa pela crise que não foi criada pelos trabalhadores.

Sintsep-GO com Condsef

VEJA MAIS

greve servidores em goi s d o recado ao governo federal

.

Com indicativo para o próximo dia 27 de julho, servidores federais de Goiás fizeram coro, nesta manhã, às vozes de trabalhadores de todo o país em prol de uma negociação salarial que seja sinônimo de respeito e valorização ao serviço público federal

Em uma demonstração de força e mobilização, servidores públicos federais em Goiás, organizados pelo Sintsep-GO e pelo SintIFESgo realizaram, na manhã desta quarta-feira, dia 22, Ato em prol das negociações com o governo Federal, relativas à Campanha Salarial 2015. Além dos servidores públicos federais, o Sindsaúde/GO, a CUT e a CTB marcaram presença na marcha, que saiu do Ministério da Saúde, contornou a Praça Cívica, desceu a Avenida Goiás até a Praça do Bandeirante, fazendo mesmo caminho de volta. O Ato, que foi nacional, ocorreu em vários Estados e contou com marcha em Brasília, na Esplanada dos Ministérios – da qual a delegação do Sintsep-GO, de Formosa, também participou. Confira no facebook do Sintsep-GO, as fotos e o vídeo da manifestação.

Durante o protesto, o presidente do Sintsep-GO, Vicente Gonçalves Ribeiro, destacou que o governo não pode mais levar os servidores como tem feito nos últimos anos, nos quais protela as negociações, obrigando-os a aceitar, de última hora, qualquer índice oferecido.

De acordo com o tesoureiro da entidade, Ademar Rodrigues, a forma que o governo tem conduzido as negociações deverá levar, novamente, todo o serviço público federal a uma greve geral, como ocorreu em 2012. “Além de oferecer apenas 21,5%, parcelado em quatro anos – o que não repõe sequer a inflação do período – foi oferecido um reajuste de R$ 85,00 no vale-alimentação. Nós tínhamos uma expectativa favorável, após a eleição da presidenta Dilma. Agora, infelizmente, parece que o Executivo se esqueceu dos compromissos firmados com a categoria no final do ano passado”, afirmou.

“Servidores técnico-administrativos, das Universidades Federais e IF”s já se encontram com greve assinalada para agosto. Servidores do INSS já se encontram paralisados há 15 dias. Seremos mais um segmento a demonstrar ao governo que os trabalhadores, inclusive do setor público, não podem pagar sozinhos a conta do arrocho ao qual a sociedade está sendo submetida”, finalizou Ademar.

]

 

VEJA MAIS

em reuni o negocia es avan am de forma t mida

.

Planejamento verbaliza propostas consideradas tímidas, incluindo acréscimo de R$85 ao auxílio-alimentação do Executivo. Em Goiás, Sintsep-GO promove Ato nesta quarta, dia 22, em frente ao Ministério da Saúde, às 9 horas

A reunião desta segunda-feira, dia 20, na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento trouxe poucas novidades ao processo de negociações com o conjunto de servidores federais. O percentual de reajuste, já rejeitado pela maioria, foi mantido em 21,3% em 4 anos com a diferença de que o governo concordaria em incluir uma cláusula de revisão para daqui há dois anos. Esta cláusula garantiria que nesse período, caso a inflação se mostrar superior ao previsto, servidores e governo poderiam voltar a discutir percentuais. A SRT apresentou verbalmente o que seria uma proposta do governo para os benefícios, considerada tímida pela Condsef. No caso do auxílio-alimentação, seria levada em conta a correção da inflação apenas deste ano, prevista em 9,13%. Assim, o benefício que está em R$ 373,00 há mais de 3 anos, passaria a R$ 458,00 tendo um acréscimo de R$ 85,00. Em plenária nacional neste sábado, 18, servidores da base da Condsef, 80% do Executivo, aprovaram greve a partir do dia 27. Nesta quarta, dia 22, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef) promove um dia nacional de lutas com paralisação em todo o Brasil e marcha a Brasília. Seguindo a mobilização que ocorre em nível nacional, em Goiânia (GO), o Sintsep-GO promove Ato nesta quarta, dia 22, em frente ao Ministério da Saúde, às 9 horas, em prol de uma negociação justa para o setor público.

O auxílio-creche, que nos últimos 20 anos nunca sofreu ajuste, teria uma reposição da inflação desse período, um percentual de 373%. Este benefício, que difere por região, tem valores fixados entre R$ 66,00 e R$ 95,00. Já os planos de saúde teriam um reajuste médio de 22,8%. Reforçando, todas essas informações foram repassadas verbalmente pela SRT que não apresentou um documento formalizando valores e outros detalhes das propostas. Sobre negociação coletiva, a SRT acrescentou que ainda não há uma proposta fechada, mas que a disposição do governo para regulamentação desse direito dos servidores continua. As entidades cobraram resposta a outros itens da pauta que não foram abordados na reunião como data-base, paridade, projetos que tramitam no Congresso Nacional, além do cumprimento de acordos e protocolos de intenção já firmados pelo governo.

Mais de 500 mil atentos a reunião nesta terça
Nesta terça, 21, começam a acontecer reuniões para apresentar respostas de demandas específicas de diversas categorias. Na reunião com a Condsef serão debatidos temas que interessam a quase 500 mil servidores entre ativos, aposentados e pensionistas de carreiras como PGPE (Plano Geral de Cargos do Poder Executivo), CPST (Carreira da Previdência, Saúde e Trabalho, incluindo Funasa), PECFAZ (Plano de Cargos dos Administrativos Fazendários), e similares. Esses servidores acompanham debate que envolve a equiparação salarial que tem como base a Lei 12.277/10. Criada pelo governo em 2010, essa lei estabeleceu uma tabela específica para apenas cinco cargos de nível superior.

Desde então, a Condsef demanda do governo que a maioria dos servidores do Executivo tenha a equalização salarial baseada nesta tabela. A reunião também inclui o debate sobre alterações para cálculo de gratificações de desempenho para aposentadoria, além de alguns temas do Termo de Acordo nº 11, assinado em 2012 (confira aqui). Também nesta reunião a Condsef irá cobrar resposta a respeito de uma agenda de reuniões das demais categorias de sua base que entre maio e junho apresentaram uma série de demandas específicas ao Planejamento.

Caso haja proposta diferente da já rejeitada pelos servidores, a Condsef pode convocar uma plenária extraordinária para debater o cenário. Em até dez dias a expectativa é de que as entidades apresentem um retorno dos servidores a respeito dessa rodada de negociações. Só depois disso deve se confirmar data para outra reunião com a SRT. Essas, portanto, são reuniões fundamentais e decisivas para a maioria dos servidores do Executivo. É importante que a categoria se mantenha alerta e atenta a todos os processos.

Sintsep-GO com Condsef

VEJA MAIS

planejamento retoma negocia o salarial com servidores nesta segunda dia 20

.

Reunião de hoje é decisiva para categoria. Seguindo determinação nacional, Sintsep-GO convoca Ato em Goiás para o próximo dia 22, às 9 horas, em frente ao Ministério da Saúde

O governo convidou as entidades representativas dos servidores públicos federais para nova rodada de negociação da campanha salarial de 2015. Atendendo ao que foi acordado no último dia 7, o encontro será na segunda-feira, 20 de julho, às 16 horas, na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento (MPOG), no Bloco C, da Esplanada dos Ministérios. Nesses 10 dias, a equipe econômica refletiu sobre o percentual de 21,3% – em quatro parcelas – e já admite reduzir o prazo para dois anos. Há também a possibilidade de elevar a oferta em dois pontos percentuais, revelaram sindicalistas.

Já está agendado, para o dia 22, um indicativo de greve geral no setor público. O Fórum Nacional das Entidades do Serviço Público Federal se une para promover uma grande marcha dos federais em Brasília. Até o momento, a previsão é de que pelo menos 3 mil servidores participem da atividade com caravanas de todo o Brasil. Em outras cidades, como Goiânia, haverá mobilização e atos por avanços nos processos de negociação com o governo. “Na capital goiana, vamos realizar um ato, na quarta-feira, às 9 horas, em frente ao prédio do Ministério da Saúde, no centro de Goiânia”, destaca o presidente do Sintsep-GO, Vicente Ribeiro. Além disso, as entidades também solicitaram audiência com o ministro Miguel Rossetto da Secretaria-Geral da Presidência da República. O objetivo é solicitar a intervenção e auxílio do ministro nos diálogos para garantir atendimento das demandas mais urgentes apresentadas pelos federais.

“Conversamos com interlocutores do governo e eles disseram que é viável um acerto para 2016 e 2017”, informou Rudinei Marques, secretário-geral do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate). As mesmas fontes, destacou, sinalizaram um provável aumento no percentual. Em vez dos 21.3% (5,5% em 2016, 5%, em 2017, 4,75%, em 2018, e 4,5%, em 2019), a contraproposta do MPOG seria de 15% (7,5%, em 2016, e 7%, em 2017). “Com a instabilidade econômica em que vivemos, é difícil avalizar um acordo de quatro anos”, assinalou Marques.

Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef, que reúne 80% do funcionalismo), afirmou que é grande a expectativa dos integrantes do Fórum Nacional das Entidades do Serviço Público Federal (composto por 22 entidades). “Há muitos boatos em torno da reunião. Temos esperança de que o retorno do Planejamento seja pelo menos razoável. No dia 7, deixamos claro – e por unanimidade – que não tem negociação por quatro anos”, disse.

A intenção dos líderes sindicais era de que as negociações fossem anualizadas, como acontecem na iniciativa privada. Mas isso talvez não se concretize, no momento, assinalou Silva. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, reiterou em várias ocasiões que o governo precisa levar a cabo um rigoroso ajuste fiscal, com previsão orçamentária predefinida. Silva lembrou, no entanto que, quando o Fórum calculou o reajuste de 27,3% (para 2016), considerou a inflação passada, as projeções inflacionárias até junho de 2016 e mais 2% de ganho real.

“Mas as contas foram feitas quando as projeções para a alta do custo de vida, em 2016, estavam em 6,6%. Hoje, ultrapassamos 9%. O ganho real já foi perdido. O governo só quer olhar daqui para frente. Temos que olhar pelo retrovisor. A qualidade de vida do servidor está caindo”, reforçou Sérgio Ronaldo da Silva. Por meio da assessoria de imprensa, o MPOG confirmou a reunião com o Fórum das entidades. “Sobre as demais questões (redução do prazo e aumento do percentual de reajuste), não é possível se manifestar, visto que se tratam de reivindicações em análise nas negociações”, destacou a nota.

Sintsep-GO com Condsef e Blog do Servidor

VEJA MAIS

projeto que reabre prazo para retorno dos anistiados est nas m os de dilma

.

Projeto de Lei 4.786/2012, que autoriza o Poder Executivo a reabrir o prazo para requerimento de retorno ao serviço dos servidores anistiados, demitidos à época do ex-presidente Fernando Collor de Melo, segue para sanção presidencial

O Projeto de Lei 4.786/2012, que autoriza o Poder Executivo a reabrir o prazo para requerimento de retorno ao serviço dos servidores anistiados, demitidos à época do ex-presidente Fernando Collor de Melo, está nas mãos da presidente Dilma Rousseff. Seu último encaminhamento, rastreado pela internet, se deu no dia 15 de julho, quando foi enviado do Senado para a Presidência da República, por meio do ofício mensagem número 22, de 15/07/2015.

Em tramitação desde dezembro de 2012, o projeto mexe com a expectativa de ex-servidores e funcionários públicos de todo o país, que foram demitidos injustamente e de forma arbitrária por Collor de Melo. De acordo com o Adauto Lúcio, ex-funcionário público da Conab e coordenador da luta dos anistiados pelo Sintsep-GO, “esperamos que a presidenta tenha a sensibilidade de – assim como o Lula – dar continuidade à correção deste erro histórico, que acabou com a vida de milhares de trabalhadores em todo o Brasil. Tanto o Sintsep-GO quanto a Condsef estão lutando diuturnamente pela reabertura do prazo, o que só pode ocorrer a partir da aprovação deste projeto de Lei”, explica.

Mais notícias à qualquer momento, na página do Sintsep-GO.

VEJA MAIS
  • 1
  • 2