mte negocia pauta espec fica com planejamento

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Servidores do MTE promovem assembleias em todo o Brasil para discutir pauta que começou a ser negociada no Planejamento

Entidades filiadas a Condsef devem promover em todo o Brasil assembleias com os servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As entidades têm até o dia 12 de maio para encaminhar o resultado das assembleias que será apresentado pela Condsef ao MTE no dia 15 de maio. O objetivo é debater com a categoria o conteúdo que já começou a ser negociado no Ministério do Planejamento com reuniões na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) que ocorreram nos últimos dias 23 e 24. Na reunião do dia 23, com presença do fórum de entidades nacionais dos servidores federais, entre elas a Condsef, destaques para o debate sobre reajuste de benefícios, como auxílio-alimentação, plano de saúde e outros. As reuniões que negociam a pauta unificada dos federais devem ocorrer em intervalos de 15 em 15 dias.

No dia 24 a Condsef deu início ao processo de negociações com a SRT que envolvem pautas específicas da maioria dos servidores federais. Neste primeiro encontro com o governo já foram pautados os temas que também farão parte dos debates das assembleias com os trabalhadores do MTE: mudanças na contagem da média dos últimos 5 anos da avaliação de desempenho para fins de aposentadoria, além da discussão envolvendo a busca pela equiparação salarial baseada na tabela criada para cinco cargos de nível superior através da Lei 12.277/10. É importante lembrar que todos os debates que envolvem previsão orçamentária são de responsabilidade do Ministério do Planejamento que conduz os processos de negociação que podem levar ao encaminhamento de propostas ao Congresso Nacional.

A avaliação da Condsef sobre as primeiras reuniões com o governo foi positiva. A disposição para o diálogo parece recíproca também por parte da SRT que se comprometeu a analisar todas as demandas específicas da maioria dos servidores. Numa reunião agendada para o dia 20 de maio a expectativa é de que consensos sejam identificados tanto na avaliação de regras de gratificação para fins de aposentadoria, quanto na proposta que tem a Lei 12.277/10 como base. Frente as dificuldades já apresentadas e do cenário envolvendo políticas de ajuste fiscal, é fundamental garantir o reforço na luta em defesa de avanços e pelo atendimento das demandas mais urgentes dos federais.

Sintsep-GO com Condsef

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pl 4330 ter discuss o criteriosa no senado afirma renan

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Em dia que marca memória das vítimas por acidente de trabalho vem do Senado notícia de que PL da terceirização terá discussão criteriosa na Casa

Em audiência feita nesta terça-feira, dia 28, com a CUT, CTB, NCST e UGT, o presidente do Senado, Renan Calheiros, assegurou que o PL 4330 que trata da terceirização e precariza condições de trabalho, não irá tramitar de forma acelerada na Casa. Renan disse que o debate no Senado deve ser feito de forma criteriosa e acrescentou que está convicto de que o PL 4330 não regulamenta a situação dos mais de 12 milhões de terceirizados do Brasil. Na audiência o presidente da CUT, Vagner Freitas, reforçou a importância de se garantir um debate amplo sobre o tema. Não por acaso, a discussão sobre a necessidade de ampliar esse debate em torno do PL 4330 aconteceu no Senado no dia que marca a memória das vítimas por acidente de trabalho. Os números mostram que a maioria dos trabalhadores vitimados por acidente de trabalho é, justamente, de terceirizados.

O presidente da CUT ainda solicitou ao presidente do Senado que promovesse um diálogo de coalizão com os partidos em torno da proposta e pediu que fossem garantidas galerias abertas para que a população possa participar da discussão. Na Câmara dos Deputados houve embate entre trabalhadores e a polícia legislativa que recebeu ordens de proibir o acesso de cidadãos às dependências da Casa. Vagner reforçou e Renan concordou com a afirmativa de que o PL, além de não resolver diversas questões ligadas aos terceirizados, ainda coloca em risco os direitos de quase 40 milhões de trabalhadores que possuem vínculo direto com empresas. Na audiência com as centrais ficou assegurado que no Senado a discussão em torno do PL 4330 contará com debates públicos, quantos forem necessários.

No âmbito do setor público a Condsef defende a realização de concursos e o fim das terceirizações. A necessidade de reposição da força de trabalho no setor público por meio de concursos é um dos itens prioritários da pauta de reivindicações da maioria dos servidores tanto do Executivo, Legislativo como do Judiciário. Para a Condsef, esse é um momento extremamente importante no que diz respeito à consolidação de direitos dos trabalhadores. Tanto propostas que tramitam no Congresso como ações que podem fragilizar ainda mais a classe trabalhadora devem ser duramente combatidas.

O combate à fragilização de direitos trabalhistas precisa ser permanente. Por isso, a Condsef estará na linha de frente, junto com a CUT, as demais centrais e entidades representativas da classe trabalhadora, seja do setor público ou privado, apoiando todos os movimentos que vão em direção ao fortalecimento dos vínculos e das relações entre patrões e empregados.

Com informações da CUT Nacional

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primeira reuni o com governo tem avalia o positiva

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Condsef inicia com SRT do Planejamento debate de pautas específicas da maioria dos servidores do Executivo

Uma reunião entre representantes da Condsef e da Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento iniciou, na sexta-feira, dia 24, o processo de negociações que debateu a pauta de reivindicações específicas da maioria dos servidores do Executivo. Neste primeiro encontro foram pautadas mudanças na avaliação de desempenho para fins de aposentadoria, além da discussão envolvendo a busca pela equiparação salarial baseada na tabela criada para cinco cargos de nível superior através da Lei 12.277/10. Foram apresentados dados e feitos esclarecimentos envolvendo os temas que interessam servidores da CPST (Carreira da Previdência, Saúde e Trabalho), o PGPE (Plano Geral de Cargos do Poder Executivo) e carreiras correlatas que juntas reúnem cerca de 500 mil servidores entre ativos, aposentados e pensionistas. O secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, concordou em analisar os estudos feitos com auxílio da subseção do Dieese na Condsef, e confirmou uma nova reunião para o dia 20 de maio quando o debate das demandas apresentadas deve continuar Planejamento.

Sobre a busca pela equiparação de tabelas baseada na Lei 12.277/10, a SRT demonstrou entender e ser simpática ao debate. O objetivo é corrigir um erro que gerou distorções ainda mais profundas do que as já existentes. O Planejamento deve analisar estudos sobre a proposta da maioria do Executivo, além de consultar outras áreas do governo para aprofundar o debate. É importante que a mobilização e unidade dos servidores da base da Condsef que defendem a proposta cresçam em torno da demanda para que a possibilidade de atendimento da reivindicação avance neste processo de negociação com o governo. A SRT levantou dúvidas sobre a proposta e pediu esclarecimentos. A Condsef destacou que a proposta não visa reajuste linear e sim busca uma correção da grade remuneratória no Executivo. O objetivo principal é reorganizar a estrutura remuneratória garantindo a correção de distorções. Estudos feitos pela subseção do Dieese que incluem impactos orçamentários foram colocados à disposição pela Condsef para que o Planejamento avalie.

A avaliação da Condsef sobre essa primeira reunião com o governo foi positiva. A disposição para o diálogo parece recíproca também por parte da SRT que se comprometeu a analisar todas as demandas específicas da maioria dos servidores. Na reunião agendada para o dia 20 de maio a expectativa é de que consensos sejam identificados tanto na avaliação de regras de gratificação para fins de aposentadoria, quanto na proposta que tem a Lei 12.277/10 como base. No início de maio a SRT deve começar a apresentar um calendário de reuniões para tratar pautas específicas de outros setores da base da Condsef como Area Ambiental, Tecnologia Militar, e outros.

Frente às dificuldades já apresentadas e do cenário envolvendo políticas de ajuste fiscal, é fundamental garantir o reforço na luta em defesa de avanços e pelo atendimento das demandas mais urgentes dos federais. “Precisamos de unidade para garantir negociações de fato e assegurar que servidores não sejam iludidos com o discurso do diálogo permanente”, pontuou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef. “Precisamos dar uma resposta efetiva ao governo de que não vamos aceitar a imposição da culpa pela crise que não criamos e estamos lutando para combater”, acrescentou.

Sintsep-GO com Condsef

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reuni es entre governo e servidores ser o a cada 15 dias

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Reuniões para debater pauta unificada dos federais devem ocorrer em intervalos de até 15 dias

Nesta quinta-feira, dia 23, aconteceu a primeira reunião entre representantes do fórum de entidades nacionais dos servidores federais e da Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento. Neste primeiro encontro foram estabelecidas algumas normas que devem nortear o processo de negociações envolvendo a pauta da campanha salarial unificada da categoria. As entidades do fórum ratificaram a proposta enviada ao Planejamento para análise e sugerida pela Condsef de metodologia para nortear o processo de negociações enquanto a negociação coletiva no setor público não é regulamentada. A princípio a SRT sugeriu que as reuniões para tratar a pauta dos federais ocorressem de 30 em 30 dias, mas frente aos argumentos dos servidores houve entendimento de que em até 15 dias novas reuniões ocorram. O processo será dividido essencialmente em duas etapas.

Uma primeira etapa, que tem uma reunião já confirmada para o dia 14 de maio, vai tratar de temas como data-base, Convenção 151 e reajuste em benefícios como auxílio-alimentação, plano de saúde, creche, e outros. Os representantes do fórum dos federais defendem que pautas que não necessitam de previsão orçamentária sejam negociadas em busca de consensos para atendimento dessas reivindicações ainda esse ano – os benefícios também entram nesses itens uma vez que não sofrem imposição legal para valores aprovisionados na lei orçamentária. Outra etapa inclui a negociação de pautas econômicas que incluem a demanda de índice de reajuste de 27,3%, paridade, discussões ligadas a distorções salariais, e outros.

Esse percentual de 27,3% tem como ponto de partida o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de agosto de 2010 a julho de 2016 que gira em torno de 44%, já descontados os 15,8% concedidos pelo governo em três parcelas (2013, 2014, 2015). Para estabelecer o índice solicitado, os servidores levaram em conta que entre 2010 e 2012 o governo da presidente Dilma Rousseff não concedeu reajustes. Somente em agosto de 2012, após uma forte greve geral, foi conquistado o reajuste de 15,8%, considerados e descontados no cálculo. A partir daí foram incluídos percentuais levantados por estudos que consideraram a previsão de inflação para este ano (6,6%) e para o 1º semestre de 2016 (2,8%), acrescidos de um pedido de ganho real de 2%. As entidades defendem que as propostas sejam firmadas por processo de negociação enquanto o governo pretende seguir insistindo no formato de propostas plurianuais, como a firmada em 2012 que foi dividida em parcelas (2013, 2014, 2015), concluídas em janeiro deste ano.

A reunião para tratar esses temas ainda não tem data específica para ocorrer e deve acontecer no final de maio. Em todos esses encontros fica também estabelecido que a representação do fórum dos federais apontará os nomes daqueles que vão conduzir o processo de negociações com o governo.

Pautas específicas
A partir dessa sexta, 24, a SRT também começa reuniões para discutir demandas específicas das categorias. Para tratar a pauta da maioria dos servidores do Executivo, a Condsef volta ao Planejamento amanhã às 10 horas. Em todos esses casos é preciso atenção, mobilização e unidade para garantir que o processo de negociações estabeleça os avanços esperados pelos servidores. Chama a atenção o recado dado pelo ministro Nelson Barbosa através da mídia que aponta para a intenção do governo de limitar investimentos com pessoal. A Condsef adianta que a categoria não vai tolerar ser mais uma vez penalizada com efeitos de um ajuste fiscal.

Enquanto tratar os trabalhadores como problema e não encarar os reais responsáveis pelos agora necessários ajustes, o governo não encontrará saída para esta crise anunciada. Até agora, as vítimas desses sucessivos esforços de contenção de despesas e criação de novas receitas foram os trabalhadores tanto do setor público como privado. Uma política voltada para o desenvolvimento econômico e social não se sustenta penalizando aqueles que são os principais responsáveis pelo crescimento de um país: a classe trabalhadora.

Aposta no diálogo com mobilização e unidade
Ainda que apostando no caminho do diálogo e depositando confiança num processo de negociações que busque consensos entre itens da pauta de reivindicações dos servidores federias, a Condsef alerta toda a categoria que a mobilização em torno de suas principais demandas se faz essencial. A necessidade de deflagração de uma greve deve permear todos os debates feitos junto aos servidores já que estes recados que vem sendo dados pelo governo levam a crer que o avanço no processo de negociações pode ser comprometido pela intenção do governo de reduzir aquilo que parece sequer existir: previsão orçamentária para investir no setor público.

Com todas as demandas colocadas, e pontuações feitas pelo ministro Nelson Barbosa e representantes de sua equipe, que sinalizam para a intenção de se reduzir investimentos de pessoal em relação ao PIB, hoje já bastante baixa (4,3%), os servidores devem seguir travando batalhas importantes para garantir investimentos adequados no setor público. Outros temas devem ser considerados nessa discussão como o grande problema provocado pelo superávit primário e uma dívida pública que merece ser auditada, além do debate sobre o combate a corrupção, taxação de grandes fortunas e a sonegação que, só no ano passado, ultrapassou R$ 500 bilhões que poderiam ter sido arrecadados com parte sendo investidos em serviços públicos de qualidade para a população.

Frente às dificuldades já apresentadas, é fundamental garantir o reforço na luta em defesa de avanços e pelo atendimento das demandas mais urgentes dos federais. “Precisamos de unidade para garantir negociações de fato e assegurar que servidores não sejam iludidos com o discurso do diálogo permanente”, pontuou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef. “Precisamos dar uma resposta efetiva ao governo de que não vamos aceitar a imposição da culpa pela crise que não criamos e estamos lutando para combater”, acrescentou.

Sintsep-GO com Condsef

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c mara vira as costas ao trabalhador e aprova terceiriza o em atividade fim

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CUT, demais Centrais e entidades continuarão nas ruas, preparando um 1º de maio forte e, “se necessário, uma greve geral”

Na noite desta quarta-feira, dia 22, a Câmara dos Deputados, sob o comando de seu presidente, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apunhalou os trabalhadores e suas conquistas históricas aprovando a emenda que autoria a terceirização em atividade-fim nas empresas do País. 

Ao todo, 230 deputados votaram favoráveis à emenda e 203 contra. A proposta foi apresentada pelo relator do projeto, o deputado federal Arthur Maia (SD-BA). O PT apresentou um proposta que contrariava essa emenda, mas ela não foi apreciada.

Além da terceirização em atividade-fim, a Câmara também aprovou a emenda que reduz de 24 para 12 meses, a quarentena que o ex-funcionário de uma empresa deve cumprir para que possa prestar serviços por meio de uma terceirizada.

“A luta não acaba com a votação na Câmara, o projeto ainda passará no Senado. Nós estaremos na rua e teremos um 1º de maio de luta. Vamos ampliar as mobilizações, fazer novos dias de paralisações e, se necessário, uma greve geral para barrar esse ataque nefasto e criminoso aos direitos da classe trabalhadora brasileira”, declarou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Para a secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, o caminho deve ser uma greve geral para contestar a aprovação do PL 4330 na Câmara dos Deputados.

“Nós nos deparamos com uma aberração no Parlamento. Não tem espaço para o debate e não tem acesso dos trabalhadores para discutir com os parlamentares. Se discute a matéria e no outro dia se volta tudo atrás. A partir de amanhã, vamos intensificar as mobilizações. Vamos fazer um 1º de maio forte e aglutinar forças para uma greve geral”, afirmou Graça.

Para o presidente do Sintsep-GO, Vicente Ribeiro, o projeto – mesmo que passe no Senado, deve ser obrigatoriamente vetado pela presidenta Dilma Rousseff. Confira aqui a entrevista dele ao programa Rádio em Movimento, da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias em Goiás (Abraço-GO), realizada na semana passada, quando parte do projeto havia sido aprovado na Câmara.

O povo fora da Casa
Desde às 14h desta quarta-feira (22), trabalhadores concentraram à frente do Anexo 2 da Câmara dos Deputados, aguardando uma liberação para que acompanhassem a votação do PL 4330. Porém, autoritariamente e sem qualquer motivo, o presidente da Casa proibiu que o povo estivesse no local.

“Isso aqui é a Casa do povo, não é a Casa do Cunha”, discursava Vagner Freitas, após a última de inúmeras tentativas de acessar as galerias da Câmara. “É um absurdo o que está sendo feito, isso me lembra a ditadura militar, Eduardo Cunha é um ditador”, afirmou a deputada federal Moema Gramacho (PT-BA).

Veja quais deputados votaram a favor da terceirização
A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira 22, por 230 votos a favor e 203 contra, emenda aglutinativa alterando alguns pontos do projeto que regulamenta a terceirização, o PL 4.330/04. A emenda manteve no texto-base a possibilidade de terceirizar a atividade-fim, o que permite que empresas possam subcontratar para todos seus setores de atividade.

A emenda foi aprovada com apoio de partidos como, por exemplo, PSDB, PMDB, DEM, PSD e Solidariedade, entre outros, enquanto que PT, PCdoB, PSB, PV, PDT, Pros e Psol ficaram contrários à proposta.

Confira como votou cada deputado, conforme lista disponível no site da Câmara dos Deputados.

Sintsep-GO com CUT

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atividades de mobiliza o marcam t rmino de semana dos servidores

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Semana tem reuniões no Planejamento, encontro de Comunicação da Condsef e luta contra PL das terceirizações

Após esta terça-feira, 21, que marca o feriado da Inconfidência Mineira e o aniversário de Brasília, a Condsef se prepara para reuniões na Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento na quinta, 23, e na sexta, 24. Na pauta das reuniões vão estar os eixos da campanha salarial unificada dos federais, além de demandas da maioria dos servidores do Executivo. As reuniões acontecem logo em seguida a declarações do ministro Nelson Barbosa sobre a intenção de limitar investimentos com servidores que não foram bem recebidas pela categoria. Esclarecimentos devem ser cobrados com relação a esta situação que envolve o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016. Na quinta, a Condsef também participa de reunião com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananinas.

Nos dias 23, 24 e 25 a Condsef recebe representantes das diretorias e assessorias de imprensa para seu IV Encontro de Comunicação. Também essa semana a Condsef participa de atos de mobilização contra o PL 4330/04 que propõe a fragilização das relações de trabalho por meio da terceirização. O projeto deve entrar na pauta no Plenário da Câmara dos Deputados e pode ter pontos polêmicos votados nesta quarta, 22. A Condsef e filiadas também participam de um dia de mobilização pela auditoria cidadã da dívida no dia 29 de abril em frente às sedes do Banco Central em todo o Brasil, além de fazer parte das atividades nacionais de protesto e em defesa de direitos que vão acontecer no dia 1º de maio, dia do trabalhador.

No calendário de mobilização aprovado por unanimidade pela base da Condsef está a realização de assembleias nos locais de trabalho em todo o Brasil. Uma nova plenária já está agendada para o dia 30 de maio quando o indicativo de greve da 1ª quinzena de junho será votado. O objetivo é manter a categoria mobilizada e atenta caso as negociações ao longo dos próximos meses não rendam os avanços esperados. Ainda que apostando no caminho do diálogo e depositando confiança num processo de negociações que busque consensos entre itens da pauta de reivindicações dos servidores federias, a Condsef alerta toda a categoria que a mobilização em torno de suas principais demandas se faz essencial.

A necessidade de deflagração de uma greve deve permear todos os debates feitos junto aos servidores já que estes recados que vem sendo dados pelo governo levam a crer que o avanço no processo de negociações pode ser comprometido pela intenção do governo de reduzir aquilo que parece sequer existir: previsão orçamentária para investir no setor público.

Frente às dificuldades já apresentadas, é fundamental garantir o reforço na luta em defesa de avanços e pelo atendimento das demandas mais urgentes dos federais. “Precisamos de unidade para garantir negociações de fato e assegurar que servidores não sejam iludidos com o discurso do diálogo permanente”, pontuou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef. “Precisamos dar uma resposta efetiva ao governo de que não vamos aceitar a imposição da culpa pela crise que não criamos e estamos lutando para combater”, acrescentou.

Sintsep-GO com Condsef

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governo n o enviar mais contracheques aos servidores



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Governo Federal vai deixar de emitir contracheques em papel para servidores ativos, aposentados e pensionistas. Servidores que não possuem acesso ao SIGEPE devem cadastrar seu email no RH de seu respectivo órgão de lotação

O governo Federal vai deixar de emitir contracheques em papel para os servidores ativos a partir do mês de referência maio. Para os aposentados e pensionistas, a regra passa a valer a partir de junho. De agora em diante, servidores federais (ativos, aposentados e pensionistas) que quiserem ver ou imprimir seu holerite deverão acessar o Portal Serviços do Servidor (o SIGEPE), clicando aqui ou digitando o endereço: https://servicosdoservidor.planejamento.gov.br.

Isso significa que, para ter acesso ao contracheque a partir da mudança, todo servidor (ativo, aposentado ou pensionista) deverá ter seu email cadastrado no departamento de Recursos Humanos de seu órgão de lotação, para receber a primeira senha de acesso ao SIGEPE.

Quem já possui acesso ao sistema para checar, por exemplo, a prévia do contracheque é porque já está cadastrado. O cadastro é necessário apenas àqueles que nunca acessaram o SIGEPE (antigo Siape).

A ação é regulamentada pela Portaria n. 73, de 6 de abril de 2015, que pode ser conferida na íntegra aqui.

Mais informações podem ser obtidas pelos servidores em seus órgãos de lotação.

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governo n o enviar mais contracheques aos servidores

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Governo Federal vai deixar de emitir contracheques em papel para servidores ativos, aposentados e pensionistas

O governo Federal vai deixar de emitir contracheques em papel para os servidores ativos a partir do mês de referência maio. Para os aposentados e pensionistas, a regra passa a valer a partir de junho.

De agora em diante, servidores federais (ativos, aposentados e pensionistas) que quiserem ver ou imprimir seu holerite deverão acessar o Portal Serviços do Servidor, clicando aqui ou digitando o endereço: https://servicosdoservidor.planejamento.gov.br.

Mais informações podem ser obtidas pelos servidores em seus órgãos de lotação.

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em goi nia trabalhadores goianos v o pras ruas contra o pl 4330



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Numa demonstração de unidade entre as centrais sindicais, ruas do centro de Goiânia foram tomadas pela classe trabalhadora, que disse não à terceirização

Pela estimativa do vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores no Estado de Goiás (CUT-GO), Ademar Rodrigues de Souza, que é também diretor de Finanças do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de Goiás (Sintsep-GO), cerca de 2 mil pessoas participaram na manhã desta quarta-feira, dia 15, do ato de protesto convocado pelas centrais sindicais contra o Projeto de Lei (PL) 4330, o da terceirização.

Os manifestantes começaram se concentrando na Praça do Bandeirante no Centro de Goiânia e as lideranças foram se revezando ao microfone. Muitas vozes e um só mote: a classe trabalhadora não aceita a terceirização sem limites e repudia o voto dos 16 deputados da bancada goiana que votaram a favor do PL 4330. E deram o nome de todos eles em alto e bom som. Do PSDB, Alexandre Baldy, Célio Silveira, Delegado Waldir, Fábio Sousa, Giuseppe Vecchi e João Campos. Do PP, Sandes Júnior e Roberto Baçestra. Do PMDB, Daniel Vilela e Pedro Chaves. Do PDT, Dlávia Morais; Heuler Cruvinel do PSD; Jovair Arantes do PTB; Lucas Vergílio do SD; Magda Mofatto, do PR; e Marcos Abrão do PPS.

“Terceirização representa arrocho salarial, condições de trabalho insalubres, adoecimento e trabalho análogo à escravidão”, pontuou a presidenta da CUT-GO, Bia de Lima, que chegou ao ato conduzindo uma grande carreata do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego), entidade também presidida por ela. A sindicalista relatou os dados apurados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese):o trabalhador terceirizados permanece três anos a menos no emprego; recebe salário 25% menor; está mais exposto a acidentes de trabalho (nada menos que oito em cada dez mortes); e 90% dos trabalhadores resgatados em condições análogas à esccravidão são terceirizados.

Esta e outras questões pertinentes aos problemas que surgem atrelados ao PL 4330 foram expostas a todos os veículos da mídia que estiveram na cobertura do evento. Diante da maciça concentração de trabalhadores e trabalhadoras no ato de protesto, que foi engrossado pela chegada dos servidores da Saúde municipal, em greve para garantir seus direitos, decidiu-se fazer uma passeata, que percorreu a Avenida Anhanguera da Praça do Bandeirante até o Palácio da Indústria, na Avenida Tocantins, onde as lideranças sindicais novamente deixaram claro as mazelas embutidas no PL 4330.

Do Palácio da Justiça, novamente os manifestantes se puseram em marcha, até o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, sede administrativa do governo de Goiás, na Praça Cívica, onde deixaram claro que não será aceita a terceirização que vem patrocinada, nos órgãos do Estado, pelo governador Marconi Perillo.

Fonte: CUT-GO

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