sintsep go e servidores do mte go repudiam corrup o no rg o

.

Desde o in�cio do m�s de setembro, a popula��o brasileira tem assistido, estarrecida, os desdobramentos das Opera��es Pronto Emprego e Esopo, protagonizadas pela Pol�cia Federal, que investiga den�ncias de desvio de verba a partir de conv�nios com suspeita de irregularidades entre ONGs e o Minist�rio do Trabalho e Emprego (MTE).

Investiga��es estas que j� resultaram na demiss�o de servidores comissionados da Pasta, como o secret�rio de Pol�ticas P�blicas de Emprego, S�rgio Vidigal e a assessora Gleide Santos Costa (lotada na referida secretaria, que teve sua pris�o preventiva decretada pela PF). Al�m disso, sete gestores da ONG Centro de Atendimento ao Trabalhador (Ceat) tamb�m foram presos preventivamente. Desde 2009, a ONG recebe do MTE repasses que somam R$ 47,5 milh�es. Pelo menos R$ 18 milh�es desse montante, segundo a PF, teriam sido desviados pela organiza��o por meio de contratos fraudulentos com oito empresas prestadoras de servi�os cujos s�cios fazem parte do quadro de gestores da Ceat.

Diante deste cen�rio, o Sintsep-GO, juntamente com todos os servidores efetivos da Superintend�ncia Regional do Trabalho e Emprego em Goi�s (SRTE-GO), de forma profundamente indignada, repudia com veem�ncia todos os esquemas de corrup��o existentes no �mbito da administra��o p�blica brasileira e, neste caso em espec�fico, na Pasta que cuida das pol�ticas de fomento ao trabalho e emprego em todo o pa�s.

Os servidores efetivos da SRTE-GO, incans�veis no empenho de servir � popula��o de forma �tica e honesta, sentem-se envergonhados ao constatar que o MTE, na m�dia brasileira, migrou nos �ltimos dias das p�ginas de Economia e Pol�tica para as p�ginas policiais.

O n�vel de indigna��o dos trabalhadores do �rg�o aumenta mais ainda quando recordam que as situa��es de corrup��o descritas est�o vinculadas a servidores comissionados, cujas atitudes acabam maculando todo o Minist�rio perante a popula��o e a opini�o p�blica, e cujos sal�rios s�o, normalmente, mais elevados que os vencimentos dos servidores de carreira.

Buscando resguardar a integridade dos servidores efetivos do MTE, bem como de toda a popula��o brasileira, o Sintsep-GO exige que o governo adote atitudes imediatas no sentido de investigar os crimes em toda sua extens�o, punir os respons�veis, ressarcir os cofres p�blicos e criar mecanismos de coagir e inibir a corrup��o.

Dire��o do Sintsep-GO

VEJA MAIS

sintsep go e geap promovem dia d do idoso

.

O Sintsep-GO promove em parceria com a Geap, no pr�ximo dia 01 de outubro, das 9 �s 11 horas, no Centro de Forma��o M�rcia Jorge (Casa de Apoio Jos� Genu�no) a campanha do dia D do Idoso.

Entre as atividades previstas est�o: massoterapia com educador F�sico Diego Campina; palestra sobre Autoestima com a neuropsic�loga Deijone do Vale; lanche saud�vel e apresenta��o do Coral da Geap da maturidade.

A participa��o � aberta a filiados e familiares. N�o perca!

Mais informa��es: (62) 4008-4354

VEJA MAIS

condsef convoca reuni es do cde e com servidores da spu

.

A Condsef enviou convocat�rias a suas entidades filiadas para atividades que v�o acontecer na pr�xima semana. No dia 25, quarta-feira, a Confedera��o realiza uma reuni�o em sua sede para discutir e atualizar a proposta de plano de carreira dos servidores da SPU (Secretaria do Patrim�nio da Uni�o). O objetivo � buscar uma proposta de consenso entre a categoria e em seguida buscar uma audi�ncia para que sua implanta��o seja cobrada junto ao Minist�rio do Planejamento. A Condsef tamb�m convocou uma reuni�o do seu Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) para a pr�xima sexta, dia 27. A reuni�o deve tratar especialmente quest�es ligadas ao Congresso da Condsef que acontece no final do ano em Beberibe (CE).

O CDE tamb�m deve discutir quais devem ser as pr�ximas a��es da Condsef em busca da cobran�a e consolida��o de agendas de reuni�es para tratar pautas pendentes dos setores de sua base. A Confedera��o vem cobrando sistematicamente da Secretaria de Rela��es do Trabalho (SRT) a retomada dos debates sobre temas que, inclusive, est�o contidos em termos de acordo firmados no processo de negocia��es do ano passado.

Nunca � demais refor�ar que para auxiliar na busca pelo atendimento de suas principais demandas os servidores devem permanecer atentos e refor�ar sua mobiliza��o. Para isso uma grande greve em 2014 n�o est� descartada. A press�o junto ao governo � um elemento essencial para garantir que pontos urgentes e necess�rios que fazem parte da pauta de reivindica��o das categorias possam alcan�ar os avan�os esperados.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS

cut go e sintsep go refor am mobiliza o contra pl 4330



.

Vicente Ribeiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Servi�o Publico Federal em Goi�s (Sintsep-GO), o vice-presidente da Central �nica dos Trabalhadores no Estado de Goi�s (CUT-GO), Ademar Rodrigues de Souza e a secret�ria pela Igualdade Racial e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educa��o no Estado de Goi�s (Sintego), I�da Leal, estavam entre as lideran�as sindicais que foram a Bras�lia (DF) nesta quarta-feira, dia 18, para pressionar o Congresso a engavetar o Projeto de Lei (PL) 4330, do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), que na pr�tica representa um golpe contra a classe trabalhadora brasileira.

O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, falou da tribuna da C�mara dos Deputados, onde era realizada a audi�ncia p�blica sobre o PL 4330, da terceiriza��o. Apesar do esquema da seguran�a legislativa, que impediu o livre acesso dos trabalhadores e da milit�ncia cutista �s galerias para acompanhar o debate, a fala de Vagner foi acompanhada por aplausos e um coro un�ssono de “Central / �nica / dos Trabalhadores”. Durante quase nove minutos, ele falou sobre o quanto o projeto � nocivo e prejudicial � classe trabalhadora e ao Pa�s.

O presidente da Central abriu seu discurso criticando a C�mara por barrar o acesso ao plen�rio. �Se � verdade que esta casa � do povo, a pol�cia n�o pode bater nesse povo na porta dessa casa; se essa casa � do povo, as galerias deveriam estar lotadas de trabalhadores para acompanhar a audi�ncia; se essa casa � do povo, n�o devia privilegiar os empres�rios�, disse o dirigente nacional da CUT.

Sobre o PL 4330, que aguarda vota��o na Comiss�o de Constitui��o, Justi�a e Cidadania da C�mara, Vagner Freitas afirmou: �trabalhadores e trabalhadoras que est�o me ouvindo agora, a aprova��o desse projeto significa que voc�s v�o ser demitidos para que um terceirizado seja contratado, ganhando menos e trabalhando mais�, explicou. E prosseguiu: �� mentirosa a fala de que terceiriza��o � para contratar m�o de obra especializada”.

Normas
Dirigindo-se diretamente ao deputado Arthur Maia (PMDB-BA), que relatou o PL 4330, o cutista afirmou que a melhor forma de estabelecer normas para o trabalho terceirizado, em uma democracia moderna como � a do Brasil, � a negocia��o. “O Brasil oferece condi��es para os atores sentarem � mesa e negociarem at� atingir um consenso, mas a CUT n�o vai negociar com a faca no pesco�o. Estamos dispostos a negociar com os empres�rios para normatizar o trabalho terceirizado, mas para fazer isso, esse projeto ter� de ser retirado da vota��o�, afirmou Vagner Freitas.

“Esse projeto”, prosseguiu, “j� est� defenestrado pela sociedade brasileira. N�o vai passar assim como est�, porque os deputados n�o t�m de ter compromisso com seus financiadores de campanha, mas sim com o/a trabalhador/a, que votar� nas elei��es do ano que vem.

Segundo disse Vagner em seu discurso, o PL 4330 �n�o fala em melhorar as condi��es de trabalho dos estimados 12 milh�es de trabalhadores terceirizados, mas fala sim em precarizar o trabalho dos outros 45 milh�es de brasileiros e brasileiras que t�m contrato formal”. �Esse projeto � nefasto e se for votado assim e passar, n�s iremos � presidenta Dilma. E ela j� disse que � contra e n�o vai permitir qualquer tipo de precariza��o do trabalho no Brasil. E n�o h� nada pior que esse PL 4330�, disse.

Para o Pa�s, esse projeto tamb�m n�o � bom, de acordo com o dirigente. �Precarizar a m�o de obra para pagar menos e fazer trabalhar mais n�o � algo competitivo. Isso tamb�m precariza o Brasil e n�s n�o vamos permitir isso. Em cada rinc�o deste Pa�s vai ter um militante da CUT para n�o permitir esse desrespeito aos trabalhadores. Vamos ter como profiss�o de f� impedir o 4330�, finalizou Vagner, sob a aclama��o dos militantes que conseguiram entrar no Plen�rio da C�mara para acompanhar a audi�ncia.

Fonte: CUT-GO

VEJA MAIS

nota de falecimento do sr jos genu no da costa

.

O Sintsep-GO comunica, com pesar, a morte do companheiro e filiado Jos� Genu�no da Costa. Tendo chegado j� aos 98 anos de idade, o senhor Genu�no havia se tornado um s�mbolo entre a categoria, por ainda participar ativamente das atividades sindicais, inclusive das manifesta��es e idas � Bras�lia. Por conta de sua trajet�ria e de seu empenho na luta, o Sintsep-GO homenageou o militante, no final de 2010, colocando seu nome – Jos� Genu�no da Costa – na Casa de Apoio fundada pelo sindicato para receber os filiados do interior em tratamento m�dico na capital.

Jos� Genu�no da Costa est� sendo velado na Igreja Assembleia de Deus (Rua Maria Mestra Precate) em Senador Canedo – GO. O enterro est� marcado para esta quinta-feira, dia 19, �s 15 horas, tamb�m no Cemit�rio de Senador Canedo, pr�ximo ao Frigor�fico Friboi (Goi�s Carnes).

VEJA MAIS

condsef nenhum servidor do dnit deve sofrer puni o por participar de greve

.

Na semana passada servidores do Dnit de todo o Brasil participaram de um encontro nacional da categoria, na sede da Condsef em Bras�lia, onde foi feita uma avalia��o da greve que terminou sem que o impasse com o governo fosse resolvido. Apesar de n�o terem acatado a proposta colocada pelo Minist�rio do Planejamento de reajuste de 15,8%, os servidores avaliaram que a greve deste ano fortaleceu a organiza��o da categoria que vai seguir lutando pelo atendimento de suas demandas mais urgentes. Trabalhos de for�a tarefa v�o continuar sendo feitos com intuito de buscar apoio importante de parlamentares para o necess�rio fortalecimento do Dnit. Al�m disso, a Condsef segue cobrando uma reuni�o na Secretaria de Rela��es do Trabalho (SRT) onde vai buscar garantias de que nenhum servidor do Dnit sofra puni��es de qualquer natureza por ter participado de uma greve leg�tima. A expectativa � de que a reuni�o seja confirmada ainda para essa semana.

Ao todo, os servidores do Dnit permaneceram 74 dias em greve. Apesar de todos os esfor�os para buscar um consenso no processo de negocia��es, o governo optou por manter inalterada a proposta apresentada que concedia 15,8% de reajuste para o setor, algo que ficou muito distante das necessidades apresentadas pela categoria. No encontro nacional do setor, os servidores concordaram com a manuten��o de comiss�es para garantir que o debate de mobiliza��o e a constru��o da unidade permane�am. Mesmo com o fim da greve a luta dos servidores deve permanecer intensa.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS

reuni o entre condsef e casa civil deve acontecer em outubro

.

A Condsef recebeu nesta ter�a-feiram, dia 17, a informa��o de que uma reuni�o entre a entidade e a Casa Civil que est� sendo intermediada pelo senador Lindbergh Farias deve acontecer entre o final deste m�s e o in�cio de outubro. A assessoria do senador informou que o secret�rio-executivo da Casa Civil que ir� receber a Confedera��o est� de licen�a e assim que retornar a reuni�o dever� ser confirmada. Na oportunidade a Condsef vai solicitar interven��o da Casa Civil em busca de solu��o para uma s�rie de demandas urgentes que permanecem pendentes.

Ser�o abordados temas como: a inclus�o de servidores anistiados no Regime Jur�dico �nico (RJU), o n�mero excessivo de processos administrativos (PAD�s) que podem caracterizar persegui��o injusta a servidores, a busca pela equipara��o de tabelas salariais da maioria das categorias do Executivo com a tabela criada pela Lei 12.277/12, a antecipa��o de parcela de reajuste referente a 2015, baseada em estudo feito pelo Dieese, entre outros assuntos.

A Condsef tamb�m segue cobrando do Minist�rio do Planejamento uma agenda de reuni�es para continuar buscando avan�os em itens de uma s�rie de termos de acordo firmados no ano passado. Alegando priorizar setores que n�o haviam firmado acordo com o governo o Planejamento postergou todas as negocia��es em curso para setembro. No entanto, nenhuma agenda oficial de reuni�es ainda foi confirmada. A entidade tamb�m aguarda confirma��o de reuni�es essa semana na Secretaria de Rela��es do Trabalho para tratar quest�es pendentes referentes ao fim das greves no Dnit e HFA.

Condsef e Sintsep-GO v�o continuar acompanhando os desdobramentos do fim da greve. As entidades seguem tamb�m lutando e trabalhando para que as reivindica��es e acordos ainda n�o cumpridos de setores de sua base sejam atendidos. As entidades voltam a refor�ar que para auxiliar na busca pelo atendimento de suas principais demandas os servidores devem permanecer atentos e refor�ar sua mobiliza��o. Para isso uma grande greve em 2014 n�o est� descartada. A press�o junto ao governo � um elemento essencial para garantir que pontos urgentes e necess�rios que fazem parte da pauta de reivindica��o das categorias possam alcan�ar os avan�os esperados.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS

pl que traz reajustes e corrige erros em tabela do hfa aguarda vota o na c mara

.

J� est� na C�mara dos Deputados o projeto de lei (PL) 6.245/13 que traz reajustes negociados com servidores do DNPM, empregados p�blicos, al�m da corre��o de erro em tabela salarial do HFA e no n�vel auxiliar dos servidores da Funai. Outros itens est�o embutidos no projeto, por isso a Condsef encomendou uma an�lise detalhada do PL a suas assessorias jur�dica e econ�mica. O objetivo � verificar se h� alguma incoer�ncia entre o que foi negociado entre servidores e governo e o texto que seguiu para o Congresso Nacional. O processo que levou a consolida��o do PL 6.245/13 foi permeado por muitas dificuldades. A Condsef segue destacando negativamente a inabilidade do governo em conduzir um processo de negocia��es eficaz com os servidores p�blicos.

A entidade continua cobrando agenda para setores de sua base que possuem termo de acordo firmado, a exemplo do termo de acordo n� 11. Os debates foram empurrados pelo Minist�rio do Planejamento para setembro, mas nenhum calend�rio de reuni�es ainda foi formalizado. Para a Confedera��o, muitas pend�ncias contidas nos termos de acordo assinados ano passado deveriam ter seguido neste novo PL que aguarda vota��o no Congresso.

Entre as principais demandas aprovadas pelos setores da base da Condsef est� a busca pela equipara��o das tabelas salariais do Executivo com a tabela criada pela Lei 12.277/10. Racionaliza��o de cargos, regulamenta��o e cria��o de gratifica��o de qualifica��o para carreiras que ainda n�o possuem, al�m da incorpora��o na aposentadoria do valor da m�dia de gratifica��o de desempenho recebida nos �ltimos cinco anos, tamb�m est�o entre os pontos de destaque da pauta de reivindica��es da maioria dos servidores da base da Condsef e que teve a retomada de seus debates empurrada para setembro pelo governo.

Mobiliza��o contra contingenciamento
Al�m da sinaliza��o clara de que n�o ir� considerar a pauta pendente da maioria dos servidores no or�amento de 2014, os sucessivos contingenciamentos que j� retiraram das �reas sociais mais de R$ 150 bilh�es nos �ltimos anos mostram que a luta da categoria n�o ser� f�cil e precisa ser fortalecida com unidade. A Condsef vai continuar mobilizando os setores de sua base e n�o vai abrir m�o de colocar na ordem do dia o que foi conquistado com as mobiliza��es do ano passado. Para driblar as v�rias armadilhas e obst�culos impostos aos servidores, unidade e mobiliza��o precisam continuar sendo nossos maiores aliados.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS

press o de trabalhadores volta a suspender vota o do pl da terceiriza o

.

A CUT (Central �nica dos Trabalhadores), entidade da qual a Condsef � filiada, promoveu uma mobiliza��o de trabalhadores nesta quarta-feira, dia 4, e conseguiu interromper novamente a sess�o na C�mara dos Deputados que votaria o projeto de lei (PL) 4330/04, conhecido como PL da terceiriza��o. A entidade promete organizar uma mobiliza��o ainda maior na pr�xima semana na Comiss�o de Constitui��o e Justi�a (CCJ), onde o PL aguarda para ser votado. O objetivo � barrar de vez o projeto que amplia a precariza��o e amea�a direitos de milhares de trabalhadores de carteira assinada. Alguns parlamentares chegaram a deixar o Congresso Nacional e se juntaram aos trabalhadores que protestavam do lado de fora da Casa.

O cancelamento da vota��o foi comemorado pelos manifestantes. Ao que tudo indica, um acordo entre l�deres partid�rios pode determinar que o PL deixe a comiss�o e siga direto para vota��o no plen�rio da C�mara na pr�xima ter�a-feira, 10. A luta contra o PL 4330/04 tem respaldo, inclusive, em estudos promovidos pela CUT e o Dieese. Tais estudos mostram que um trabalhador terceirizado fica em m�dia 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de trabalho maior e ganha 27% menos que um trabalhador de carteira assinada. Al�m disso, um levantamento mostra que a cada 10 acidentes de trabalho, 8 acontecem entre terceirizados que, sem v�nculos empregat�cios, costumam ficar sem qualquer dos direitos assegurados por lei.

Outras centrais tamb�m est�o unidas na luta contra o PL da terceiriza��o que est� pronto para ser votado desde maio. A press�o dos trabalhadores vem sendo fundamental para garantir que o projeto n�o seja aprovado, aprofundando ainda mais a precariza��o das condi��es de trabalho e rela��es entre empregados e empresas. Outro dado divulgado pelo Tribunal Superior do Trabalho mostra que das empresas que formam um ranking com maior n�mero de processos julgados nos tribunais trabalhistas no Brasil, seis s�o do setor de terceiriza��o.

Terceiriza��o no setor p�blico
Na mesma medida em que � prejudicial ao setor privado, a terceiriza��o � fortemente combatida no setor p�blico pela Condsef e outras entidades representativas dos servidores. O pr�prio Tribunal de Contas da Uni�o (TCU) j� determinou in�meras vezes a substitui��o de trabalhadores terceirizados por concursados na administra��o p�blica. Um problema que agrava as distor��es no setor p�blico e prejudica diretamente a popula��o que necessita de atendimento. Portanto, toda luta contra a terceiriza��o � uma luta da qual todos os trabalhadores, seja do setor p�blico ou privado, devem participar.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS

servidores cobram mesa permanente no mte

.

A Condsef esteve no Minist�rio do Trabalho e Emprego (MTE) nesta ter�a-feira, dia 3, participando de uma reuni�o que deveria ter contado com a presen�a do ministro Manoel Dias. No entanto, o ministro n�o participou alegando incompatibilidade na agenda. Representaram o MTE o chefe de Gabinete, Rodrigo Minotto, o assessor especial, Nilton Fraiberg e o coordenar-geral de Recursos Humanos, Luis Eduardo Lemos. Al�m da Condsef estiveram presentes representantes dos servidores do MTE em Bras�lia, o Sindsep-DF e a CUT.

A Confedera��o cobrou retorno sobre a pauta de reivindica��es que foi protocolada no MTE em julho. Na ocasi�o os representantes do governo disseram que dariam retorno aos trabalhadores no dia 16 de agosto, o que n�o aconteceu. Foi informado que o minist�rio ainda n�o tem posi��o oficial sobre nenhuma das quest�es contidas no of�cio. A Condsef ent�o prop�s que uma mesa permanente no formato da existente na Sa�de aconte�a tamb�m no MTE para buscar solu��es para quest�es espec�ficas da categoria.

Os representantes do minist�rio disseram que o ministro est� aberto ao di�logo e que concordam que ele deve ser permanente. A Condsef acrescentou que entende que n�o h� vontade pol�tica para resolver quest�es internas no MTE uma vez que muitos problemas se arrastam por anos e a pauta de reivindica��es � antiga. O MTE ent�o sugeriu que um representante dos trabalhadores fosse indicado para que acompanhe o andamento da pauta j� apresentada enquanto n�o � formalmente criada uma mesa permanente de negocia��es. Foi acordado entre os presentes o nome do diretor da Condsef, Rog�rio Expedito, para acompanhar essa pauta at� a cria��o de uma mesa permanente.

Na reuni�o os servidores do DF cobram ainda solu��o para uma situa��o que tem prejudicado as condi��es de trabalho de muitos. Uma reforma em alguns setores do minist�rio est� trazendo problemas de sa�de e dificuldades de perman�ncia no local a muitos trabalhadores. Os representantes do MTE se comprometeram a avaliar a situa��o e buscar uma solu��o at� a pr�xima semana para amenizar a situa��o nos setores mais atingidos.

Fonte: Condsef

VEJA MAIS
  • 1
  • 2