federais lan am campanha em 16 de fevereiro

.

Cerca de vinte entidades nacionais que representam a totalidade dos trabalhadores do Executivo Federal uniram for�as para lan�ar uma grande campanha em defesa dos servidores e servi�os p�blicos brasileiros. No pr�ximo dia 16 de fevereiro, Bras�lia ter� sua primeira grande marcha na Esplanada dos Minist�rios. Servidores e servidoras de todo o pa�s, ativos, aposentados e pensionistas est�o se organizando para participar dessa jornada por melhores condi��es de trabalho e servi�os p�blicos de qualidade para a popula��o. A data foi definida em reuni�o na �ltima quarta-feira (26) com presen�a de onze entidades (CUT, Condsef, CNTSS, CSP-Conlutas, ASSIBGE, Sintbacen, Fenasps, Fasubra, Andes e Fenajufe). Tamb�m foram definidos os eixos de luta que unificam os servidores federais.

A��es
Al�m do ato p�blico que acontece em Bras�lia no dia 16 de fevereiro as entidades representativas dos servidores tamb�m v�o realizar um trabalho de press�o no Congresso Nacional do dia 17 de fevereiro at� o dia 20 de mar�o. Uma grande for�a tarefa ser� montada neste per�odo para garantir apoio de parlamentares para derrubada de projetos prejudiciais aos servidores e servi�os p�blicos e aprova��o de propostas que fortalecem o setor.

O lan�amento da campanha salarial dos servidores tamb�m ser� feito em todos os estados brasileiros no mesmo dia, 16 de fevereiro. No dia 17 acontecem plen�rias setoriais das entidades que participam da campanha dos servidores federais. A Condsef, que representa 80% do total de servidores do Executivo, j� encaminhou uma convocat�ria a suas entidades filiadas para realiza��o de uma grande plen�ria. No dia 18 de fevereiro as entidades nacionais se re�nem para avaliar o lan�amento da campanha e discutir o desdobramento e continuidade do calend�rio de atividades da categoria.

Mar�o j� tem agenda � No dia 24 de mar�o as entidades nacionais agendaram um novo ato p�blico. O objetivo � tentar uma audi�ncia p�blica em Bras�lia com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para discutir a pauta de reivindica��o dos servidores federais e or�amento 2011. Antes, por�m, as entidades seguem buscando esta reuni�o j� pedida oficialmente pela Condsef. No dia 25 de mar�o devem acontecer novas plen�rias setoriais e no dia 26 mais uma reuni�o ampliada das entidades nacionais para avaliar a luta da categoria e projetar novas atividades em defesa do setor.

VEJA MAIS

sintsep go convoca assembleia dos servidores da srte go

.

Atendendo � solicita��o da Condsef, o Sintsep-GO promove nesta sexta-feira, dia 28 de janeiro, reuni�o com servidores do Minist�rio do Trabalho e Emprego (MTE) em Goi�s, para deliberar sobre a proposta do governo referente � recupera��o dos dias parados durante a greve nacional da categoria. O termo trata da devolu��o de descontos feitos em contracheques da categoria antes de decis�o judicial que deu parecer favor�vel � greve do setor. A reuni�o tem in�cio �s 14 horas, e ser� realizada no audit�rio da SRTE/GO. Confira aqui a �ntegra da proposta.

Na proposta apresentada pelo governo h� defini��o de compensa��o dos dias parados, ocasionados pela greve no MTE. O plano de compensa��o se dar� por meio de mutir�es, campanhas e outras a��es e engloba 100% dos dias parados. A proposta desconsiderou a dispensa de 1/3 dos dias. A Condsef informou ao governo que a categoria entendeu que 1/3 do total de dias descontados seriam desprezados na reposi��o, contando apenas 2/3 dos dias.

O Planejamento informou todos os setores que assinaram acordo concordaram em repor 100% dos dias parados. A �nica exce��o ficou com o Inep. Os gestores do �rg�o comprovaram que houve mutir�o de toda a institui��o durante o processo de aplica��o das provas do ENEM.

Em n�vel nacional, uma nova reuni�o foi agendada para a pr�xima ter�a-feira, dia 1� de fevereiro, quando a Condsef vai levar a decis�o da categoria ao Planejamento.

VEJA MAIS

governos lula e dilma aprovam medidas que ampliam desmonte p blico

.

A publica��o de decretos e medidas provis�rias sem qualquer discuss�o ou di�logo com servidores tem deixado apreensivos aqueles que atuam na administra��o p�blica. Segundo a Condsef, ao contr�rio de sua voca��o trabalhista, os governos Lula e Dilma v�m aprovando propostas que colocam em risco e tornam vulner�veis os j� fr�geis servi�os prestados � popula��o brasileira, previstos na Constitui��o como deveres do Estado.

Tr�s exemplos recentes que tem deixado servidores inconformados e colocam em risco a reestrutura��o t�o necess�ria no setor. Dois decretos (7.395/10 e 7.430/11) e uma MP (520/10) est�o sendo consideradas verdadeiras afrontas � administra��o p�blica. Sem qualquer chance para rea��o ou debate a simples assinatura desses projetos promove um verdadeiro rolo compressor e promete enterrar o que resta para salvar no servi�o p�blico.

Decreto 7.395/10
Nos �ltimos dias de 2010, pouco antes de deixar seu mandando, o presidente Lula deixou aprovadas duas propostas que s� foram ser conhecidas pelos servidores federais depois que j� n�o havia tempo para negocia��es. O decreto 7.395/10 foi um deles. O projeto estabeleceu remunera��o diferenciada para contrata��es tempor�rias na rec�m criada Secretaria da Sa�de Ind�gena, ligada ao Minist�rio da Sa�de. Para a Condsef n�o resta d�vida de que o decreto � uma falta de respeito a servidores efetivos que tem dedicados at� 35 anos de trabalho � administra��o p�blica.

Numa s� canetada foi aprovada tabela diferenciada para trabalhadores tempor�rios que entram no setor p�blico realizando mesmas fun��es de servidores experientes com uma diferen�a: recebem at� tr�s vezes mais que funcion�rios de carreira. O problema n�o se limita a esta nova secretaria e se espalha por diversos setores da administra��o p�blica. No final de 2009 os servidores da Funai experimentaram a mesma situa��o desfavor�vel quando foi publicado decreto que extinguiu diversos cargos e promoveu um verdadeiro desmonte. �ndios contr�rios ao projeto chegaram a realizar manifesta��es intensas, inclusive acamparam por diversos meses em frente ao Minist�rio da Justi�a para que o decreto fosse revogado.

Lei 12.277/10
A lei criou tabelas salariais diferenciadas apenas para cinco cargos de n�vel superior da administra��o p�blica: engenheiros, arquitetos, economistas, estat�sticos e ge�logos. Foram atendidos cerca de 2 mil servidores. Ficaram de fora mais de 88 mil que tamb�m possuem n�vel superior, passaram pelos mesmos concursos, executam fun��es semelhantes na administra��o p�blica, mas passaram a receber a metade dos contemplados com a nova tabela remunerat�ria. O pr�prio Minist�rio do Planejamento chegou a informar que promoveria a equaliza��o dessas tabelas, situa��o que permanece pendente e prejudicando os servidores. Tal pend�ncia consta do memorial assinado entre Condsef, CUT e SRH. A entidade solicitou, inclusive, audi�ncia com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para buscar solu��o para este e mais outros 30 itens pendentes em negocia��es realizadas nos �ltimos anos.

Rejeitado, PL 92 passa como MP 520
No �ltimo dia de 2010, em 31 de dezembro, o governo Lula publicou o que promete ser uma das mais catastr�ficas medidas provis�rias dos �ltimos tempos. A MP 520/10 criou a Empresa Brasileira de Servi�os Hospitalares (EBSERH). A empresa vai trabalhar sob forma de sociedade an�nima com personalidade jur�dica de direito privado. No apagar das luzes de 2010 o governo Lula deu um jeito, portanto, de aprovar uma proposta nos moldes do Projeto de Lei (PL) 92, fortemente combatido por entidades de classe e toda a sociedade. O PL propunha a cria��o de empresas estatais de direito privado. A MP 520 parece ser ainda mais perversa e permite contratos tempor�rios, dispensa licita��es e contrata��es por concurso p�blico. Isto mexe com toda a estrutura de sa�de p�blica. Al�m de burlar a lei a MP 520 discrimina trabalhadores que lutam h� muito tempo por melhores condi��es de trabalho, remunera��o digna e melhoria do atendimento � sa�de da popula��o.

Decreto 7.430/11
As �ltimas a��es do governo Lula parece n�o ter sido suficientes e logo no in�cio do ano, no dia 17 de janeiro, novamente sem di�logo com entidades e trabalhadores, o governo Dilma publicou o decreto 7.430/11. Com ele o Arquivo Nacional foi transferido da estrutura da Casa Civil para o Minist�rio da Justi�a. Nenhuma justificativa para os motivos da a��o foi dada aos trabalhadores do �rg�o. A a��o autorit�ria deixou servidores indignados.

Somadas, as a��es est�o promovendo uma onda de desconfian�a dos servidores do Executivo Federal com seu futuro institucional. As mudan�as seguem o mesmo padr�o e acontecem de forma intempestiva, sem di�logo e trazendo problemas para as estruturas j� fr�geis do servi�o p�blico. Para enfrentar esse cen�rio desfavor�vel a Condsef refor�a que s� a unidade e forte press�o de todos os servidores do Executivo poder�o alterar este quadro.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

VEJA MAIS

reuni o debate situa o da funai go



.

Minist�rio P�blico Federal vai apurar situa��o de postos ind�genas em Goi�s

O Minist�rio P�blico Federal, na pessoa do Procurador da Rep�blica em Goi�s, Adrian Pereira Ziemba (foto), se comprometeu a analisar a situa��o dos postos ind�genas goianos, ap�s um dossi� de den�ncias apresentado pelo Sintsep-GO e por servidores da Funai/GO, durante uma reuni�o, promovida pela entidade, na qual compareceram o MPF/GO, a Controladoria-Geral da Uni�o (CGU), a Advocacia-Geral da Uni�o (AGU), o deputado Estadual Mauro Rubem (PT-GO), al�m de servidores do �rg�o.

As den�ncias levantadas pelos servidores s�o consequ�ncia da extin��o da coordena��o regional do �rg�o no estado, que levou ao desmantelamento das a��es e servi�os da Funda��o Nacional do �ndio em territ�rio goiano. Desde a promulga��o do Decreto Presidencial 7.056/09, a coordena��o regional da Funai/GO – localizada em Goi�nia – foi extinta. A partir disso, as popula��es ind�genas dos tr�s postos existentes no estado (Rubiataba, Aruan� e Mina�u) ficaram desamparadas, sendo v�timas do ass�dio de madeireiros, agricultores e contrabandistas.

Al�m disso, projetos ligados � sobreviv�ncia dos �ndios, como as lavouras comunit�rias, ficaram paralisados pela falta de insumos, equipamentos e manuten��o. O Sintsep-GO, juntamente com os servidores, reivindica a manuten��o de uma coordena��o regional da Funai em Goi�nia, ou a continuidade de seu funcionamento normal, enquanto Coordena��o T�cnica Local (CTL) – o que est� previsto no decreto mas, em rela��o � Goi�s, ainda n�o foi efetivado. “Com isso, al�m da inseguran�a das popula��es ind�genas, existe tamb�m a inseguran�a dos servidores, que nem sequer sabem onde ser�o lotados”, afirma o presidente do sindicato, Ademar Rodrigues.

Entre os encaminhamentos da reuni�o, ap�s as visitas �s unidades ind�genas, MPF e CGU devem firmar – junto com a Funai – um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), solicitando o funcionamento imediato da CTL de Goi�nia, no sentido de dar continuidade �s pol�ticas e a��es indigen�stas realizadas no estado – muitas delas em parceria com outros �rg�os, com administra��es municipais, universidades e com o governo Estadual.

VEJA MAIS

gdara e gdapa

.

Minuta de Portaria sobre gratifica��es vai ser conclu�da em videoconfer�ncia, no dia 27 de janeiro

Uma videoconfer�ncia ser� realizada, na tarde do dia 27 de janeiro, com servidores do Incra em todo o Brasil objetivando concluir a proposta de Portaria do Minist�rio do Desenvolvimento Agr�rio (MDA) que regulamenta os crit�rios e procedimentos de concess�o da Gratifica��o de Desempenho de Atividade de Reforma Agr�ria (Gdara) e da Gratifica��o de Desempenho de Atividade de Perito Federal Agr�rio � Gdapa.

Em cada sala de videoconfer�ncia nos Estados ter� a participa��o de dois a cinco servidores, escolhidos em assembleia, para se posicionarem em rela��o aos termos da minuta de Portaria, expondo os pontos de vista e entendimentos dos profissionais da superintend�ncia regional da qual faz parte.

Portanto, as associa��es de servidores do Incra em todo o Brasil devem realizar, antes da videoconfer�ncia, assembleias locais para avaliarem a minuta e definirem posicionamentos � aceita��o, recusa, acr�scimo de elementos, etc.

Nas duas �ltimas semanas um grupo de servidores da Sede do Incra, em Bras�lia, esteve reunido por diversas vezes para avaliar a minuta e apresentar termos que alterem o documentos. A conjuntura atual; a possibilidade do Minist�rio do Planejamento, Or�amento e Gest�o (MPOG) definir ele mesmo as regras de avalia��es caso n�o seja editada a Portaria pelo MDA; o preju�zo de centenas de servidores do Incra que recebem apenas 80 porcento da gratifica��o; entre outros aspectos, foram extensamente debatidos nessas reuni�es.

O resultado destes encontros de servidores � que representavam a Confedera��o Nacional das Associa��es dos Servidores do Incra (Cnasi), Assinagro e dire��o do Incra �, foi de fazer algumas altera��es na minuta, encaminhar para avalia��o nos Estados e repassar ainda em janeiro o documento ao MDA.

Independentemente da assinatura da Portaria pelo ministro do MDA, um Grupo de Trabalho vai discutir os termos para compor a portaria que definir� as metas a serem cumpridas pelo Incra nas superintend�ncias regionais e na Sede. Esta segunda portaria ser� assinada pela Presid�ncia do Incra at� mar�o deste ano de 2011. Em abril come�a o efeito financeiro para os servidores.

O primeiro ciclo de avalia��o ser� curto, apenas o m�s de mar�o pr�ximo, e ter� efeito financeiro por 12 meses. O segundo ciclo de avalia��o come�a em abril de 2011 e vai durar 12 meses.

Fonte: Cnasi

VEJA MAIS

sintsep go realiza planejamento 2011

.

Nesta sexta-feira e s�bado, dias 28 e 29 de janeiro, a dire��o do Sintsep-GO realiza reuni�o de planejamento para organizar as a��es do ano de 2011. A reuni�o, com dura��o de dois dias, ter� in�cio na tarde de sexta, logo ap�s a realiza��o da Plen�ria Sindical de Base – que ocorre no per�odo da manh�, no audit�rio do Col�gio Emmanuel.

Segundo o presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues, algumas a��es j� est�o na lista de prioridades para serem executadas neste ano, em cumprimento aos compromissos assumidos pela atual dire��o durante a �ltima campanha eleitoral da entidade. “Entre elas est�o a implanta��o e estrutura��o das delegacias sindicais de Ceres e Morrinhos; implanta��o dos cursos de inclus�o digital e escola de forma��o pol�tica e sindical – agora ministrados com toda infraestrutura necess�ria, no Centro de Forma��o M�rcia Jorge; cumprimento do calend�rio de lutas definido pela dire��o nacional da categoria (Condsef) e realiza��o do Congresso do Sintsep-GO”, cita Ademar.

Al�m de definir prioridades para este ano, a dire��o far� tamb�m uma minuciosa avalia��o das realiza��es de 2010, detectando pontos de acerto e pontos que devem ser aperfei�oados na gest�o sindical. “� preciso referendar os grandes avan�os que fizemos no �ltimo ano. A quita��o do novo im�vel, sua reforma, estrutura��o e inaugura��o foi um ganho muito grande para a categoria. Sem contar que, com a transfer�ncia do alojamento para a outra casa, a sede administrativa do sindicato fica “maior”, permitindo melhores ambientes de trabalho para diretores e funcion�rios”, considera o presidente.

VEJA MAIS

novo modelo de gest o

.

Funasa ser� primeiro �rg�o da administra��o a ser reestruturado segundo os padr�es do governo Dilma Rousseff

A Funda��o Nacional de Sa�de (Funasa) ser� o primeiro �rg�o da administra��o p�blica a ser reestruturado, segundo o novo padr�o de gest�o estabelecido pelo governo Dilma Rousseff. Para tratar da reestrutura��o no �rg�o foi realizada nesta quarta, dia 19, a primeira reuni�o entre integrantes do Minist�rio da Sa�de e do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), que tem o empres�rio Jorge Gerdau como um de seus idealizadores.

Acelerar a execu��o de obras de saneamento do PAC que est�o sob responsabilidade da Funasa � um dos objetivos imediatos dentro do novo modelo de gest�o. Reduzir possibilidade de fraudes e de desvios de recursos, principalmente na �rea de compra e aquisi��o de medicamentos, � outro desafio.

A parceria foi acertada pelo ministro da Sa�de, Alexandre Padilha, e Gerdau nos primeiros dias de governo, por determina��o da presidente Dilma Rousseff. Na primeira reuni�o ministerial, semana passada, Dilma reafirmou o compromisso com melhoria de gest�o do governo e confirmou a cria��o do Conselho de Gest�o Competitiva, que ter� Gerdau como um de seus executivos.

Na reuni�o entre t�cnicos do INDG e o ministro Padilha ficou acertado que no prazo de um m�s ser� entregue um plano de gest�o e moderniza��o administrativa da Funasa. Segundo o pr�prio Padilha, � preciso acelerar as obras de saneamento pelo PAC, que representam 94% das a��es da Funasa. Em valores totais, o investimento em saneamento pela Funasa soma R$ 1 bilh�o.

Padilha explicou que a parceria com o instituto de Gerdau ser� tamb�m em outras tr�s �reas do Minist�rio da Sa�de: na Diretoria Log�stica, para compra e aquisi��o de medicamentos, insumos e equipamentos, com o objetivo de acelerar os processos e reduzir custos; na Anvisa, para a redu��o de prazo e registro de medicamentos, outros produtos e equipamentos; al�m de manter a consultoria nos hospitais federais do Rio de Janeiro para implementar um modelo de governan�a e de melhoria no atendimento ao p�blico.

Fonte: Sintsep-GO com Ag�ncia Brasil

VEJA MAIS

entidades nacionais se unem em defesa de servidores e servi os p blicos

.

Dieese e Diap afirmam que governo est� patrocinando a aprova��o de pautas prejudiciais aos servi�os p�blicos como os PLP”s 549, 248, 92, al�m da previd�ncia complementar no setor p�blico

Onze entidades nacionais (Andes, CNTSS, Condsef, CUT, Conlutas, Fasubra, Proifes, Sinal, Sindfisco Nacional, Sintbacen, Unacom Sindical) se reuniram nesta ter�a-feira, 18 de janeiro, para discutir a unidade em torno de bandeiras de luta essenciais aos servidores federais. Todas afirmaram que a uni�o de for�as � essencial para derrotar projetos prejudiciais aos trabalhadores e servi�os p�blicos.

Alexandre Ferraz (Dieese) e Ant�nio Augusto Queiroz (Diap) fizeram exposi��o sobre o atual cen�rio pol�tico. O recado foi dado: o governo quer aprovar pautas perigosas e desfavor�veis ao pa�s. Portanto, a categoria precisa estar preparada para virar o jogo. Os eixos de campanha apresentados pela Condsef foram bem recebidos e, nos pr�ximos dias, ser�o discutidos pelas bases das demais entidades. Na pr�xima quarta, dia 26, haver� nova reuni�o que define a pauta unificada dos federais. Ser� agendada ainda a data para o lan�amento da Campanha Salarial 2011 apontada para a 2� quinzena de fevereiro.

Tr�s foram as amea�as centrais indicadas por Diap e Dieese: os PLP”s 549, 248 e a tentativa de aprova��o de uma previd�ncia complementar para o setor p�blico. Juntos, eles prop�em limites aos investimentos p�blicos – que na pr�tica devem significar congelamento de sal�rios – e amea�am os servidores os deixando vulner�veis e afastados do interesse maior do Estado que � atender a sociedade com servi�os p�blicos de qualidade. Outros projetos, como o PL 92 que pretende criar funda��es estatais de direito privado, continuam interessando a uma minoria e amea�ando os servi�os p�blicos.

Press�o � fundamental
O Dieese alertou que as novas rodadas de negocia��o no Minist�rio do Planejamento devem ser mais dif�ceis e criteriosas. O or�amento para este ano prev� apenas o que j� est� tramitando ou j� foi aprovado pelo Congresso Nacional. Ant�nio Augusto, do Diap, avalia que para alterar o quadro os servidores v�o precisar investir forte na press�o junto aos parlamentares e tamb�m junto � Secretaria Geral da Rep�blica, mediadora de processos de conflito no Executivo.

Confira os eixos de luta propostos pela Condsef:

1) Nenhuma reforma que retire diretos dos trabalhadores;
2) Regulamenta��o da Negocia��o Coletiva;
3) Retomada da luta dos PL�s 549, 248, 92;
4) Reabertura das negocia��es e cumprimento de memorial assinado com SRH, Condsef e CUT;
5) Tratamento ison�mico entre ativos, aposentados e pensionistas;
6) Data base para servidores em 01/05.

VEJA MAIS

servidores definem eixos centrais da campanha salarial 2011

.

Luta contra a retirada de quaisquer direitos trabalhistas, regulamenta��o da negocia��o coletiva, tratamento igual entre ativos e aposentados e abertura imediata das negocia��es est�o entre as prioridades

Na primeira reuni�o da nova dire��o eleita da Condsef para o tri�nio 2011/2014, ocorrida na �ltima sexta-feira (14), foram definidos os eixos centrais da Campanha Salarial 2011, que ser�o defendidos pelo Sintsep-GO e demais servidores da base da Confedera��o.

Seis foram as principais bandeiras de luta listadas:

1) Nenhuma reforma que retire direitos dos trabalhadores;
2) Regulamenta��o da Negocia��o Coletiva;
3) Retomada da luta contra os PL”s 549, 248, 92;
4) Abertura imediata das negocia��es/Cumprimento memorial assinado entre SRH, Condsef e CUT;
5) Tratamento ison�mico entre ativos, aposentados e pensionistas;
6) Data base para servidores em 01/05.

Nesta ter�a-feira, dia 18, a Confedera��o espera se reunir com entidades nacionais que representam o conjunto dos servidores federais. Na ocasi�o, Diap e Dieese v�o expor a atual situa��o pol�tica, bem como os desafios que a categoria vai enfrentar ao longo dos pr�ximos quatro anos, durante o governo Dilma Rousseff.

Grupo de Trabalho
Os diretores da Condsef discutiram ainda cria��o de um grupo de trabalho (GT) para elaborar uma nova concep��o de Estado – com um semin�rio sobre o tema – a ser realizado em breve.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

VEJA MAIS

sintsep go participa de audi ncia p blica sobre reforma administrativa

.

Presidente da entidade, Ademar Rodrigues, representou o sindicato na audi�ncia desta quinta-feira (13), que discutiu o projeto do governo de Goi�s de Reforma Administrativa

O Sintsep-GO participou nesta quinta-feira, 13 de janeiro, de Audi�ncia P�blica na Assembleia Legislativa, que debateu o projeto enviado pelo governo do Estado de Goi�s ao Legislativo, conhecido como “Reforma Administrativa”.

A possibilidade de privatiza��o de �rg�os e empresas p�blicas como a Ind�stria Qu�mica de Goi�s (Iquego), da Central de Abastecimento (Ceasa) e da Celg Telecom foi o principal foco dos discursos de representantes de entidades e de deputados na audi�ncia.

No entanto, segundo afirmou o interlocutor do Governo na ocasi�o – o secret�rio de Gest�o e Planejamento, Giuseppe Vecci – nenhum �rg�o estatal ser� privatizado. Embora tenha afirmado que todas as estatais goianas est�o “quebradas”, com exce��o da Ag�ncia de Fomento, Vecci apontou que o governo buscar� outras sa�das.

Celg Telecom
O secret�rio explicou que o governo tem interesse em fortalecer a Celg Telecom, mas, por recomenda��o da Eletrobras e da Anatel, afastar� a companhia da Celg. Segundo Vecci, a inten��o � transform�-la em Goi�s Telecom ou criar outra estrutura.

Ceasa
Quanto � Ceasa, o secret�rio afirmou que a tend�ncia � que seja criada uma organiza��o social (OS) para gerir a central. A ideia partiu, segundo ele, de funcion�rios e produtores que atendem a estatal. O interlocutor do governo disse que foi criado um grupo de trabalho com a miss�o de apresentar uma proposta em 30 dias.

Iquego
J� no caso da Iquego – que tem R$ 67 milh�es de d�vidas, de acordo com o presidente da empresa, Olier Alves, tamb�m presente na audi�ncia -, deve ser buscada uma parceria para a gest�o da empresa.

Em rela��o � Iquego, o presidente do Sintsep-GO cobrou uma auditoria “para descobrir quem roubou a Iquego”. Segundo Ademar, � obriga��o do governo sanear as contas e mant�-la como estatal.

Fonte: Sintsep-GO com Jornal O Popular

VEJA MAIS