sintsep go lamenta falecimento da artista pl stica el pinheiro salles

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� com extremo pesar que a dire��o do Sintsep-GO envia condol�ncias � fam�lia da artista pl�stica El� Pinheiro Salles, que faleceu nesta sexta-feira (28), na UTI do Hospital Anis Rassi. Casada com o jornalista Pinheiro Salles, El� (como era conhecida), estava internada no Anis Rassi desde o dia 19 �ltimo. Seu estado geral era grave; n�vel de consci�ncia, sedada. A artista teve c�ncer de mama, que, ap�s cirurgia, atingiu tamb�m os pulm�es.

Com 54 anos de idade, El� Pinheiro residia em Goi�nia h� 30 anos. Ela e o esposo vieram de S�o Paulo, ap�s a anistia. Aqui, filiada ao Partido dos Trabalhadores, participou de muitos movimentos pol�ticos, com destacado papel nas elei��es de 1982, quando Athos Magno foi candidato a governador, e em todas as demais campanhas do PT, merecendo especial aten��o de Lula.

Em S�o Paulo, onde trabalhava, El� teve relevante participa��o nas lutas dos familiares dos presos pol�ticos. Seus embates com os agentes da ditadura militar levaram o poeta Carlos Drummond de Andrade a publicar, no Jornal do Brasil, a cr�nica A cor diferente do s�bado, abordando a suspens�o da visita ao seu companheiro Pinheiro Salles.

Artista pl�stica, � m�e do advogado Raphael Salles e de Clara de �vila Salles. Diz Pinheiro Salles: �A El� era uma das mulheres mais corajosas que pude conhecer. N�o se intimidou diante dos tiranos. Nunca bajulou ningu�m. E, sobretudo, jamais defendeu interesses pessoais�.

O sepultamento de El� Pinheiro Salles ocorreu nesta sexta-feira, 28 de maio, no Cemit�rio Parque Memorial de Goi�nia.

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agu srh diz n o a contraproposta

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Na quinta-feira (27) a Secretaria de Recursos Humanos (SRH) do Minist�rio do Planejamento informou � Condsef que n�o poderia aceitar a contraproposta apresentada para tabela remunerat�ria de servidores administrativos da AGU (Advocacia-Geral da Uni�o). Segundo a SRH, o governo encontra dificuldades em alterar sua proposta inicial. Alegando estar no limite, a SRH foi lembrada de que a proposta do governo n�o consegue retratar a realidade dos administrativos da AGU. Alguns setores recebem remunera��o superior do que a proposta feita pelo governo. Ap�s coloca��es, a SRH aceitou analisar novamente, ponto a ponto, as particularidades remunerat�rias da categoria. Para auxiliar no processo, a Condsef encaminhar� um estudo detalhando a situa��o. Uma nova reuni�o foi agendada para a pr�xima quarta, 2 de junho, quando a Condsef buscar� novos avan�os.

A entidade vai continuar defendendo a proposta que foi aprovada pelos servidores administrativos da AGU durante plen�ria nacional do setor, realizada este m�s. A SRH se comprometeu a analisar os estudos que ser�o apresentados pela Condsef e dar retorno sobre a quest�o remunerat�ria. Todos os outros itens que tamb�m fazem parte do debate que envolve cria��o de uma carreira para os administrativos da AGU ficaram para a pr�xima reuni�o.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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capesesp justi a garante direito de filiados condsef concorrerem em elei es

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A menos de uma semana das elei��es para escolher parte da nova diretoria da Capesesp (Caixa de Previd�ncia e Assist�ncia dos Servidores da Funasa), a Justi�a do Trabalho garantiu direito de quatro servidores filiados � base da Condsef concorrerem ao pleito com a Chapa 5, �Renovar para avan�ar nas conquistas�. As elei��es da Capesesp, plano de sa�de de autogest�o dos servidores da Funasa, est�o marcadas para a pr�xima segunda-feira, dia 31. Os servidores Jorge Luis Oliveira (RJ), Jussara Griffo (MG), Ant�nio Is�dio (MA) e Carlos Alberto (MT) precisaram recorrer � justi�a para garantir seu direito democr�tico e leg�timo de concorrer nessas elei��es. O juiz da 70� Vara do Trabalho do RJ, Leonardo Dias Borges, deu parecer favor�vel aos servidores. Assim, a Chapa 5 � agora mais uma op��o para servidores da Funasa usu�rios do plano Capesesp. Clique aqui e confira a nova composi��o das chapas concorrentes.

Os problemas com a inscri��o da Chapa 5 �Renovar para avan�ar nas conquistas� come�aram quando a comiss�o respons�vel pelas elei��es informou que a �nica forma de habilitar a inscri��o era atrav�s da internet. O site dispon�vel para inscri��o, entretanto, registrou problemas durante diversas tentativas feitas pelos componentes da Chapa 5. Sem conseguir pelos meios virtuais, a Chapa 5, para demonstrar seu interesse em concorrer ao processo eleitoral, formalizou inten��o por escrito.

Em seu julgamento, a Justi�a do Trabalho reconheceu legalidade na iniciativa. Uma vez que se os meios eletr�nicos n�o deram conta de garantir a inscri��o, outra forma teria que ser oferecida para assegurar o valor democr�tico do processo eleitoral. �Impedir o registro de uma chapa, como forma indireta de disputa eleitoral n�o deve fazer parte do jogo democr�tico�, destacou o juiz Borges em um dos trechos de seu parecer.

Por ter tido sua inscri��o barrada, a Chapa 5 n�o contou com a mesma oportunidade de realizar de forma devida sua campanha junto aos servidores da Funasa. No �ltimo encontro nacional dos servidores da Sa�de, foi votada e aprovada a necessidade de divulgar a situa��o particular pela qual a Chapa 5 foi obrigada a passar. Veja aqui a lista completa dos candidatos, agora dispon�vel para conhecimento dos eleitores.

Formas de vota��o
A vota��o no dia 31 acontece de diferentes formas. Os integrantes do plano poder�o votar pela internet. Para isso, precisam solicitar senha no pr�prio site da Capesesp. Urnas tamb�m devem ser disponibilizadas nos locais de trabalho. Uma das inten��es da Chapa 5 �Renovar para avan�ar nas conquistas� � melhorar o processo eleitoral da dire��o da Capesesp. Hoje, os representantes da chapa entendem que s�o impostos muitos obst�culos ao servidor que quer votar e participar diretamente da escolha da dire��o do plano de sa�de que o atende e a toda sua fam�lia.

Aprimorar e facilitar esse processo de vota��o em busca de assegurar a escolha democr�tica dos integrantes da dire��o da Capesesp � um dos compromissos da Chapa 5. Os servidores da Funasa devem ficar atentos ao calend�rio de vota��o e participar diretamente na escolha daqueles que representar�o os interesses de seu plano de sa�de.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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a o do sintsep go garante continuidade da greve de servidores em goi s

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Tr�s Mandados de Seguran�a impetrados pelo Sintsep-GO na Justi�a Federal, t�m garantido em Goi�s o andamento das greves de setores como Ibama, ICMBio e SPU (ainda n�o julgado) sem repres�lias por parte do governo Federal. A r�pida a��o do sindicato fez com que a Justi�a Federal decretasse a legitimidade dos movimentos e, portanto, sua continuidade – desde que atendidas as condi��es m�nimas de funcionamento dos respectivos �rg�os. Com isso, as dire��es do Ibama e do ICMBio est�o proibidas pela Justi�a de cortar o ponto dos servidores em greve. “� uma decis�o de 1� inst�ncia, ou seja, pode ser derrubada em inst�ncias superiores. No entanto, foram duas efetivas vit�rias, j� que – pela primeira vez – a Justi�a tem se colocado ao lado dos servidores federais em uma greve”, afirmou o advogado do Sintsep-GO, Welton Marden. O mandado de seguran�a relativo � greve na Superintend�ncia do Patrim�nio da Uni�o (SPU) – impetrado pelo sindicato – ainda aguarda julgamento.

Na opini�o do presidente do Sintsep-GO, Ademar Rodrigues, as decis�es da Justi�a fortalecem e oxigenam o movimento. “O Judici�rio j� percebeu que os servidores, desde a Constitui��o de 1988 est�o sendo lesados em seu direito de greve e, por conta disso, ficaram sempre impotentes no processo de negocia��o. Com o reconhecimento deste direito e seu posterior exerc�cio, temos conseguido expor � sociedade as contradi��es e as injusti�as presentes no setor p�blico brasileiro. E, nesse sentido, temos conseguido lutar para sermos ouvidos e termos nossas reivindica��es consideradas”, afirmou.

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servidores defendem liberdade de escolha de plano de sa de

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A defesa da liberdade de escolha de plano de sa�de foi o destaque da audi�ncia p�blica realizada na quinta-feira (27) pela Comiss�o de Trabalho, de Administra��o e Servi�o P�blico para discutir a assist�ncia � sa�de dos servidores do Executivo Federal.

Em dezembro de 2009, o Minist�rio do Planejamento editou uma portaria que regulamenta os servi�os de sa�de suplementar de servidores, dependentes e pensionistas. Conforme a portaria, os servi�os podem ser oferecidos diretamente pelo �rg�o p�blico; por meio de conv�nio com operadoras de autogest�o; por contratos feitos com licita��o ou ainda recebendo um aux�lio de car�ter indenizat�rio. Por�m, quando o �rg�o p�blico realiza licita��o e assina um contrato, o servidor n�o tem direito de pedir o aux�lio.

Para o procurador-geral do Minist�rio P�blico junto ao Tribunal de Contas da Uni�o, Lucas Rocha Furtado, n�o existe ilegalidade no fato de o servidor escolher a empresa que vai cuidar de sua sa�de. “Licita��o � uma palavra m�gica. Parece que quem n�o faz licita��o faz alguma coisa errada. Mas aqui o interesse � do servidor. Desde que as empresas atendam �s normas da portaria, elas podem funcionar, e o servidor deve fazer sua escolha”, afirmou.

Furtado sofreu um AVC h� dois anos, que deixou algumas sequelas, mas permanece trabalhando no Minist�rio P�blico. Ainda falando com dificuldades, ele foi aplaudido pelos presentes ao destacar que era muito bom contribuir com a C�mara. “Entendo que isso � obriga��o de todo brasileiro”, disse ele, em sua primeira visita � C�mara depois do AVC.

Livre concorr�ncia
O subsecret�rio de Planejamento, Or�amento e Administra��o do Minist�rio do Trabalho, Antonio Fernando Decnop Martins, afirmou que o modelo de assist�ncia mais conveniente � o aux�lio, pois permite a livre concorr�ncia. Ele destacou ainda que a tabela socializante de acordo com remunera��o e idade � um avan�o, mas destacou que os valores precisam de corre��o. “Estamos muito desafados em compara��o com as tabelas do Legislativo e do Judici�rio”, disse. Ele informou que hoje, no Minist�rio de Trabalho, 24 mil servidores recebem atendimento pela Geap e cerca de 2.400 recebem o aux�lio direto.

A necessidade de corre��o da tabela tamb�m doi destacada pela coordenadora-geral de Gest�o de Pessoas do Minist�rio das Comunica��es (MC), Zuleide Guerra Antunes Zerlotini. Ela disse que os valores pagos hoje est�o entre R$ 72 e R$ 129. “Hoje, a remunera��o do Executivo � baixa, e, � medida que as pessoas envelhecem, elas precisam pagar planos cada vez mais caros”, destacou ela. Zuleide tamb�m defendeu a modalidade de livre escolha como sendo a melhor para os servidores.

A audi�ncia foi proposta pelo deputado O objetivo do debate, proposto pelo deputado J�lio Delgado (PSB-MG), que enfatizou a import�ncia do Congresso aprofundar a discuss�o desse assunto. “Numa empresa privada, ela faz o contrato direto com o plano de sa�de do seu funcion�rio e ele � obrigado a aceitar o plano que o propriet�rio da empresa fez. No setor p�blico, n�s est�vamos lutando para evitar esse monop�lio, abrir para que o servidor n�o fique preso a um plano espec�fico que est� sendo indicado pelo minist�rio A ou minist�rio B, setor p�blico A ou B”, explicou o deputado.

Fonte: Ag�ncia C�mara

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condsef encomenda an lise jur dica de mp 479 09

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Foi aprovada na C�mara dos Deputados a medida provis�ria (MP) 479/09, que reestrutura diversas carreiras do Executivo, reabre prazos de op��o e atende demandas de uma s�rie de setores, incluindo servidores da base da Condsef. Atendendo pedido do governo, a relatora da MP, deputada Gorete Pereira, retirou, no �ltimo minuto, emendas defendidas pela Condsef. Na quarta-feira (26), a entidade encomendou uma an�lise jur�dica detalhada da MP 479. O objetivo � encontrar o que ficou de lado, quais lacunas a medida deixou. A partir da�, a Condsef vai seguir buscando no Senado garantias de que esses problemas sejam sanados.

Entre as emendas defendidas pela Condsef e que constam da MP 479 est� a que inclui 30 cargos da Funasa (Funda��o Nacional de Sa�de) que passam a ter direito a receber a Gacen. A decis�o � retroativa a 1� de janeiro deste ano. Os cargos inclu�dos pela MP 479 foram: I � Mestre de Lancha; II � Condutor de Lancha; III � Agente de Transporte Mar�timo e Fluvial; IV � Auxiliar de Transporte Mar�timo e Fluvial; V � Comandante de Navio; VI � Art�fice de Mec�nica; VII � Cart�grafo; VIII – Auxiliar de Enfermagem; IX � Auxiliar de Conserva��o e Saneamento; X � Agr�nomos; XI � Atendentes de Enfermagem; XII � Atendente; XIII � Art�fice de Cart�grafo; XIV � Art�fice de Aeron�utica; XV � Bi�logo; XVI � Contramestre; XVII � Farmac�utico; XVIII � Farmac�utico Bioqu�mico; XIX � Motorista; XX � Motorista Oficial; XXI � Motorista/Piloto de Lancha; XXII � Mec�nico; XXIII � M�dico; XXIV � Mestre; XXV � Pesquisador em Ci�ncias da Sa�de; XXVI � Recreador; XXVII � T�cnico em Sa�de; XXVIII � T�cnico em Assuntos Educacionais; XXIX � T�cnico em Cartografia; XXX � Zootecnista.

Grande parte do teor da MP 479/09 � resultado do esfor�o e entendimento de negocia��es realizadas entre o Sintsep-GO, a Condsef e o governo. As entidades seguem trabalhando para garantir atendimento ao que n�o foi contemplado pela medida e ainda precisa ser corrigido.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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deputado pede revoga o do decreto que extingue funai

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A luta pela revoga��o do decreto 7056/2009, que extingue a Funai em v�rios estados, inclusive Goi�s e Pernambuco, ganha um refor�o no Congresso Nacional. O deputado federal Maur�cio Rands encaminhou of�cio para o Minist�rio da Justi�a, inst�ncia na qual a Funai est� vinculada, e para a Presid�ncia da C�mara Federal, no sentido de a casa interceder junto ao Executivo para reverter a situa��o. Al�m disso, o parlamentar tamb�m elaborou um Projeto de Decreto Legislativo (PDC 2603/10), um documento que solicita a revoga��o do decreto.

Especificamente falando da realidade de Pernambuco, Rands, entre os argumentos apresentados, defende as etnias e os servidores do �rg�o. �A FUNAI Pernambuco sempre foi p�lo regional da atividade indigenista do Governo Federal, sempre foi sede de fomento de a��es, formula��o de pol�ticas p�blicas e acompanhamento da efetiva��o de direitos das popula��es ind�genas no Nordeste�, diz um trecho do documento, para depois elogiar os servidores.

�Os t�cnicos e servidores da Regional Pernambuco est�o entre os mais qualificados e capacitados do pa�s, conhecem a fundo a quest�o ind�gena, atuam h� anos na �rea indigenista, possuem a legitimidade de todas as etnias, e logo agora, quando se completar� os 100 anos de cria��o do Servi�o de Prote��o ao �ndio, se deparam com errado Decreto que prejudica centenas de servidores e milhares de �ndios que necessitam da continua��o do trabalho hist�rico desenvolvido pela FUNAI/PE�, conclui Rands, na sua justificativa em defesa da Funai.

Fonte: Sintsep-GO com Sindsep-PE

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condsef negocia na srh condi es para implanta o de gq



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Nesta ter�a-feira, dia 25, a Condsef participou de mais uma reuni�o na qual a Secretaria de Recursos Humanos (SRH) do Minist�rio do Planejamento refor�ou a disposi��o do governo de criar uma gratifica��o de qualifica��o (GQ) para n�vel intermedi�rio. A proposta abrangeria setores da base da Condsef que n�o possuem a GQ, entre eles PGPE e CPST, as duas maiores carreiras do Executivo. No caso do MTE, que hoje faz parte da CPST, a Condsef continua defendendo a pauta do setor. A categoria segue mobilizada em todo o Brasil e busca implanta��o de carreira espec�fica. A busca de entendimento sobre implanta��o de uma GQ para n�vel intermedi�rio vem da inten��o do governo em criar carreiras transversais que prop�e equaliza��o do n�vel superior com carreiras rec�m criadas de analistas de infra-estrutura; pol�ticas sociais e analista executivo.

Na reuni�o, que tamb�m contou com presen�a da CNTSS, a SRH informou que est� encontrando dificuldades para definir um valor para esta GQ considerando o n�mero de trabalhadores que seriam contemplados pela proposta. A gratifica��o seria uma forma de valorizar o n�vel intermedi�rio. Os estudos, segundo a SRH, continuam sendo feitos.

Entre os pontos discutidos est� tamb�m como ser� a forma de acesso dos servidores � GQ. Condsef e CNTSS defendem que n�o haja cl�usulas de barreira. O objetivo � que o governo leve em conta os cursos de capacita��o feitos pelos servidores antes da institui��o da GQ. A SRH se comprometeu a discutir esse tema junto a outros setores do governo. A Condsef aguarda a confirma��o de uma nova reuni�o para continuar discutindo a quest�o.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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condsef se re ne com srh para tratar demandas de v rios setores

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No �ltimo dia 25 de maio, a dire��o da Condsef se reuniu novamente com a Secretaria de Recursos Humanos (SRH) do Minist�rio do Planejamento, buscando dar continuidade �s negocia��es com o governo. Demandas relativas ao PEC/FAZ, � GACEN/GECEN, ao DFMM, ao DNOCS, � ROQUETE PINTO, � IMPRENSA NACIONAL e ARQUIVO NACIONAL, � CULTURA, aos ADMINISTRATIVOS DO MAPA, � EMBRATUR, � SPU, � INSALUBRIDADE/�REAS PENOSAS e ao MANDATO DE INJUN��O foram discutidas pela entidade com o governo. Confira abaixo o que foi abordado durante a reuni�o:

PEC/FAZ
Sobre o n�vel auxiliar no tocante a Incorpora��o da GAE ao Vencimento B�sico. A CONDSEF cobrou do Governo uma solu��o sobre o pagamento dos atrasados. A Secret�ria informou que este assunto ainda se encontra em discuss�o na SRH.

GACEN/GECEN
O Governo ainda esta analisando a proposta da CONDSEF sobre a Equipara��o dos valores com a Indeniza��o de Campo.

DNOCS
A CONDSEF solicitou do Governo que a reabertura do prazo de op��o para receber a VPNI seja para este ano de 2010. A Secret�ria informou que n�o tem como responder no momento. E ficou de d� um retorno na pr�xima semana.

DFMM
A CONDSEF cobrou da Secret�ria uma defini��o sobre o pleito da categoria que � a institui��o de uma Gratifica��o Espec�fica para o setor. A Secret�ria ficou de conversar com a Diretora Marcela Tapaj�s para saber em que p� se encontra est� discuss�o junto ao Minist�rio do Transporte e depois dar� um retorno a CONDSEF.

ROQUETE PINTO (TVE/RJ)
A CONDSEF cobrou a reuni�o entre a CONDSEF a Encarregada de Pessoal, senhora Lolita Meireles, e a SRH/MPOG para tratar da redistribui��o dos servidores (as) para as vinculadas do Minist�rio da Cultura. A Secret�ria ficou de encaminhar para a CONDSEF o dia da reuni�o. Segundo a Secret�ria ser� na semana que vem (31/05 a 04/06).

IMPRENSA NACIONAL
A CONDSEF cobrou uma defini��o sobre o Plano Especial de Cargos, proposta defendida pela Categoria. A Secret�ria ficou de analisar melhor a estrutura do �rg�o, j� que a Imprensa Nacional de uma tabela diferenciada do PGPE e um quadro de pessoal diferenciado do PGPE. Assim que a SRH tiver uma posi��o ser� comunicado a CONDSEF.

ARQUIVO NACIONAL
A Secret�ria informou que a proposta de Estrutura Remunerat�ria ainda est� em analise nos setores competentes e que no momento n�o tinha uma resposta para a CONDSEF.

CULTURA
Sobre a Gratifica��o de Qualifica��o para o n�vel Superior e intermedi�rio, a secretaria informou que a Cultura est� inclu�da na pol�tica de Equaliza��o Salarial com as Carreiras Transversais para o n�vel Superior e para o n�vel Intermedi�rio a GQ que est� sendo discutida para o conjunto dos Servidores.

ADMINISTRATIVOS DO MAPA
A Secret�ria informou que os Administrativos do MAPA s�o PGPE e est�o inclu�dos na Pol�tica das Carreiras Transversais para o n�vel Superior e GQ para o n�vel Intermedi�rio. Ap�s as argumenta��es da CONDSEF sobre a Pol�tica do Governo para os diversos setores do �rg�o (Fiscais Agropecu�rios, T�cnicos de Inspe��es e Auxiliar de Laborat�rio) que foram dados tratamentos diferenciados nas remunera��es. E com os tratamentos que a SRH est� sugerindo aos setores da CEPLAC e do INMET, � necess�rio que seja dado um tratamento aos Administrativos, buscando assim equalizar as remunera��es dentro do Minist�rio. A Secret�ria ficou de analisar a situa��o.

EMBRATUR
A CONDSEF cobrou da Secret�ria o pagamento da Gratifica��o de Desempenho no valor de oitenta pontos. Atualmente � pago sessenta pontos aos Servidores (as). A Secret�ria sinalizou com a possibilidade do pagamento passar a ser em oitenta pontos.

SPU
A CONDSEF cobrou uma Agenda para o setor, com o objetivo de retomar as negocia��es. Foi marcada a reuni�o para o dia 31/05/2010, �s 17hs. A Secret�ria condicionou a reuni�o, a suspens�o da Greve. A categoria decidir� o rumo do Movimento, sem interfer�ncia do Governo.

INSALUBRIDADE/PERICULOSIDADE E OUTRAS
A CONDSEF e sua Subse��o do DIEESE realizaram um estudo sobre os diversos valores hoje pagos a diversas categorias nos percentuais de 5%, 10% e 20%. Ap�s os Estudos conclu�dos, a Dire��o da CONDSEF apresentou � Secret�ria a proposta dos valores para os tr�s n�veis (M�nimo, M�dio e M�ximo). A Secret�ria ficou de analisar a proposta e depois retornar com uma posi��o. A CONDSEF encaminhar� as suas filiadas para conhecimento.

MANDATO DE INJUN��O 880
A CONDSEF cobrou do Governo a Orienta��o Normativa sobre o tema. A Secret�ria ficou de verificar junto ao Departamento respons�vel sobre o andamento da referida Orienta��o e at� a pr�xima semana, dar� uma resposta a CONDSEF.

Fonte: Sintsep-GO com Condsef

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servidores recusam proposta que aumenta distor o salarial no incra

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Foi prontamente recusada, na noite desta segunda-feira (24), em Bras�lia, a proposta do Minist�rio do Planejamento, Or�amento e Gest�o (MPOG) que al�m de negar a isonomia entre as carreiras do Incra ainda aumentava a quantidade de cargos privilegiados, em detrimento de uma maioria marginalizada.

Isso, para o pessoal de n�vel superior, pois para os profissionais intermedi�rios e auxiliares n�o havia sequer proposta. Foi informado pela representante da Secretaria de Recursos Humanos (SRH), do MPOG, Marcela Tapaj�s, que estava sendo estudada a aplica��o de uma Gratifica��o de Qualifica��o (GQ), mas ainda incerta, para o pessoal destes n�veis.

Cerca de 20 pessoas participaram da reuni�o no MPOG
A proposta recusada tinha tr�s etapas. Na primeira, o MPOG pretendia enquadrar profissionais de alguns cargos espec�ficos (arquiteto, economista, engenheiro, engenheiro agrimensor, estat�stico e ge�logo) nos padr�es da chamada �carreira transversal�, no Projeto de Lei 5920, com efeitos remunerativos para julho de 2011. Essa mesma proposta foi feita aos agr�nomos do Incra e recusada por eles, que querem um teto de R$ 13 mil, com in�cio de carreira de R$ 9 mil.

Proposta apresentada aos agr�nomos pelo MPOG e a contra proposta deles
Na segunda etapa, entrariam profissionais da chamada ��rea social� (que ainda n�o existe, mas est� em tramita��o no Congresso Nacional), composta por assistente social, enfermeiro, m�dico, odont�logo, programador em educa��o, psic�logo, soci�logo, t�cnico em assuntos educacionais e t�cnico em educa��o. Foi informado que estava em estudo a inclus�o, nesta etapa, dos analistas em reforma e desenvolvimento agr�rio (sem mais detalhamentos). Todos esses profissionais tambem estariam enquadrados, em termos de remunera��o, nos valores do PL 5920 e com in�cio tamb�m para julho de 2011.

Uma terceira, incerta e improv�vel, etapa seriam enquadrados outros profissionais (n�o foi dito quais). Neste momento, ficou claro que o MPOG desconhece as carreiras do Incra, quando foi informada a Tapaj� que h� apenas duas delas � perito federal agr�rio; reforma e desenvolvimento agr�rio �, criadas por meio de lei, em 2005. Para ser mais preciso, foi dito por Rossini Lima, integrante do Grupo de Trabalho de negocia��o do Incra, � representante do Planejamento na reuni�o que existem 45 cargos dentro da carreira de analista em reforma e desenvolvimento agr�rio e que sua proposta s� criaria mais problemas dentro do Incra.

Marcela Tapaj�s
Desnorteada pelo flagrante de desconhecimento, Tapaj�s tentou desconversar, mas n�o houve tr�gua. Neste momento, o representante da Confedera��o dos Trabalhadores no Servico P�blico Federal (Condsef), Josemilton Costa, partiu para o ataque, qualificando a reuni�o de brincadeira. �N�o foi apresentado nada aqui. Isso � brincadeira, pois foi pedido voto de confian�a aos servidores e foi dado, com a suspens�o da greve em todo o Pa�s. Depois de adiamentos, nos reunimos aqui para sermos enrolados. Isso � retrocesso�, opina o dirigente sindical.

Na mesma linha, Pedro Armengol, tamb�m da Condsef, emendou: �n�o h� nada de novo nesta reuni�o, comparada com as outras duas que n�o teve nenhuma proposta. A expectativa dos servidores foi negada nesta reuni�o. O processo pol�tico da negocia��o est� prejudicado�, afirma.

Josemilton reagiu negativamente e foi para o ataque
Visivelmente encurralada e sem argumentos para explicar o inexplic�vel, Tapaj�s gagejava, fazia caras e bocas, tentava ser compreens�vel e compreendida, mas n�o conseguiu uma s� ades�o � sua proposta, entre as cerca de 20 pessoas presentes � mesa � inclusive os deputados federais Anselmo de Jesus (PT-RO) e Chico Lopes (PCdoB-CE), al�m de uma assessora do senador Valdir Ralpp (PMDB-RO). Diante das recusas, Tapaj�s disse que havia outra alternativa: criar isonomia entre pessoal de n�vel superior, mas com padr�es menores que os aplicados pelo PL 5920. �� poss�vel criar isonomia no n�vel superior, colocando todos nos padr�es aplicados aos agr�nomos do Incra (com final de carreira em R$ 7,5 mil e in�cio em R$ 5 mil)�.

O golpe final contra a proposta foi dado pela Rosane Silva, diretora da Cnasi. A servidora foi categ�rica: �n�o queremos a primeira proposta, pois ela al�m de eliminar a isonomia cria mais disputas. Formalize a segunda, com tabela composta por valores, classes e padr�es ainda esta semana que iremos avaliar com nossas bases�. O apoio �s palavras da diretora foi irrestrito.

Vencida, Marcela Tapaj�s disse que precisaria de alguns dias para fechar a tabela e que em seguida agendaria outra reuni�o. Nova recusa dos servidores, que n�o querem mais se reunir com MPOG. Ficou acertado, ent�o, que a SRH vai encaminhar a proposta � Condsef, que repassar� � Cnasi. Essa proposta ser� disponibilizada a todos os servidores do Incra que avaliar�o e tomar�o a decis�o de aceitar ou n�o. H� a possibilidade de ser formulada uma contra proposta e encaminh�-la ao MPOG.

Ao final da reuni�o, foi repassado informes a servidores que estavam em vig�lia no MPOG

Colegiada
Durante cerca de tr�s horas, na manh� e parte da tarde desta ter�a-feira (25), em Bras�lia, a Diretoria Colegiada da Cnasi e servidores integrantes do Comando de Mobiliza��o do Incra se reuniram para discutir toda a conjuntura de negocia��o com o Governo, o resultado das �ltima reuni�es e os poss�veis desdobramentos da situa��o.

Desta reuni�o, foram tirados os seguintes encaminhamentos, decis�es: recomendar � base de servidores o Incra em todo o Brasil que solicite ao sindicato local, ao qual � filiada, que at� esta quinta-feira (27), realize assembleias e remetam os resultados � Cnasi. Em caso de deflagra��o de greve, remeter a decis�o para a Cnasi, cumprir os requisitos legais e encaminhar para Bras�lia integrante para compor o comando de mobiliza��o.

Foi decidido ainda ampliar as articula��es com parlamentares; juntar-se a outros setores em mobiliza��o e em greve para discutir a��es conjuntas; denunciar a pol�tica de enfraquecimento do Incra para fortalecer setores ruralistas; e denunciar o n�o cumprimento de acordo assinado com governo em 2007.

Fonte: Sintsep-GO com Ascom Cnasi

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